A obra de recuperação durou cerca de um ano e teve investimento de R$ 9,3 milhões.

Esta etapa da obra esteve a cargo do 2º Grupamento de Engenharia de Construção, que durante os trabalhos de recuperação executou elevação do nível de todo o setor fixo, para evitar alagações como as que aconteceram nas últimas grandes enchentes, além de modificações e ampliações nos equipamentos de poita e ancoragem do sistema de fundeio que sustenta as pontes e os flutuantes, possibilitando aumento da capacidade de carga. A parte elétrica, naval e civíl também passaram por reformas.

O porto de Parintins possui um cais com 150 metros de cumprimento, com capacidade para 2,5 mil toneladas, equivalente à atracação de cerca de 100 embarcações regionais. O Terminal de passageiros tem salas para embarque e desembarque climatizadas, com banheiros, estacionamento, e estrutura para ser transformado em ponto turistico, com lojas e restaurantes.
Chamo a atenção aos detalhes e peculiaridades da região. Porto por aqui é a rodoviária do resto do Brasil. São poucas a estradas e rodovias que interligam as cidades, vilas e povoados. Boa parte do ano estão intransitáveis pelas chuvas e enchentes. Parintins tem um fluxo turístico constante ao longo do ano e não só apenas durante o festival folclórico. Os navios de cruzeiro já incluem a cidade em seus tours anuais, razão pela qual o porto é de finalidade capital.
Depois da festa as obras continuarão com a ampliacao do cais, complementação da poitagem, instalação de cobertura da ponta de embarque, implantação da infraestrutura complementar no terminal. A ilha Tupinabarana merece. É um trecho muito bonito do médio Amazonas. Dá prá ver pelas fotos.
Informações e fotos da assessoria de comunicação do DNIT.
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