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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Cordelando 49: 32 Anos do PT



Eu não podia deixar,
De registrar prá vocês.
Uma data especial,
Que já se viu outra vez.
Já foram até 32,
E muitos mais hão de ser,
Aniversario da corja,
Que se ajuntou no PT.

Principiou do começo,
Foi lá nos anos 80.
De lá prá cá foi crescendo,
Hoje ninguém mais agüenta.
O que era só para ser,
De trabalhador brasão.
Acabou que se tornou,
Um bocado de ladrão.

Começou devagarinho,
Ajuntando militante.
Mas no final se tornou,
Um grupo de assaltante.
Arregaçando com gosto,
O que pela frente viu.
Não deixou que nada sobre,
Pelos cofres do Brasil.

Num movimento operário,
Lá pras bandas do ABC.
De riba dum caminhão,
Veio achacar você.
Por começo foi levando,
Cidade do interior.
Ganhou até pro governo,
Dos estados que enganou.

Um barbichinha esperto,
Que nunca mais trabalhou.
Desde que o sindicato,
Como emprego arranjou.
Enganando uns e outros,
Do seu lado e do contrário.
Acabou que conseguiu,
Fazer o Brasil de otário.

Foram montando a estrutura,
Sem aparecer na bomba.
Mas juntinho dos que andavam,
Seja no claro ou na sombra.
Grana vinha dos impostos,
Pagos por trabalhador.
Na contribuição imposta,
Ou nas taxas que inventou.

Junto com os barbudinhos,
Se junta intelectual.
Na esperança de logo,
Chegar lá na capital.
Começar a impor idéia,
Que aqui fora não vingou,
E que até muitos deles,
Por isso até apanhou.

A corja do barbudinho,
Sentindo sua eloqüência.
Já tratou de lhe forçar,
Uma grande inteligência.
Pagaram ele por anos,
Sem ter que mover botão.
Na esperança de ter,
No futuro um capitão.

Que comandasse a tropa,
No almejado butim.
Enfiando goela abaixo,
Mandato em você em mim.
Buscando se escorar,
Nos coitados brasileiros.
Que os governo anterior,
Deixou dormir no celeiro.

Perdeu uma perdeu duas,
Perdeu 3 sem cara tremer.
Se preparou para isso,
Sem medo de se esconder.
Sabendo que a caravana,
Que o Brasil percorreu,
Iria eles fazer,
Mandar em você e nêu.

Desde que isso começou,
Confusão muita se viu.
Conchavo em todo lugar,
De norte a sul do Brasil.
Foram se juntando no grupo,
Que começava a mandar.
Aquele mesmo ladrão,
Acostumado a roubar.

Um carguinho prá uns e outros,
Pode roubar de bilhão.
Praqueles que duvidavam,
Inventaram o mensalão.
Garantindo a mesada,
Todo finzinho do mês.
Desde que aprovasse tudo,
Sem nem rubor ter na tez.

Não vou falar todos nomes,
Ingrato eu não sou não.
Só vou citar os cabeças,
Desse bando de ladrão.
Tem um tal de Zé Dirceu,
Que até nariz já mudou.
Prá enganar a mulher,
Que nele acreditou.

Depois de passado o medo,
Da cara fora botar.
Deixou prá trás a bichinha,
Prá outra já enganar.
Dizendo que ele seria,
Um cabra mais que sinistro.
Não querendo nada menos,
Quer ser primeiro ministro.

De muié nem vou falar,
Tudo imagem do capeta.
Só não são as bestas-feras,
Porque dizem ter bu****.
Algumas até teve filho,
Se possível gêmeo foi.
Pois comê-las duas vezes,
Só tendo bimba de boi.

Tem outra que já se acha,
Faladora de montão.
Uma vez botou barraco,
Na esquina da São João.
Encimada num sapato,
Famoso sola vermelha.
Prometeu mundos e fundos,
Mas não deu nem a centelha.

Sem pressa foram botando,
Em todo canto afilhado.
Quando se viu o Brasil,
Tava todo aparelhado.
Prá poder botar estrela,
Vermelha lá no gramado.
A galega bem mudinha,
Não pensou nem um bocado.

Claro que não vou querer,
Esse tema esgotar.
Safadeza prá valer,
Puseram em todo lugar.
Prá poder acomodar,
Toda base alugada.
Aumentaram os ministérios,
Acolá pela esplanada.

Como a nossa governANTA,
Teve seu próprio cordel.
Vou poupá-la um pouquinho,
Mas não pense estar no céu.
Com essa coisa da Bahia,
Onde teve muita porrada.
Fez uma cara de sonsa,
E se disse indignada.

Quando a Globo foi mostrar,
Aquela tal gravação,
Onde o PM falava,
De aumentar confusão.
Disse que era terror,
Bandidagem e trololó.
Esquecendo que os ministros,
Gravam coisa bem pior.

Tenho mesmo que parar,
Senão vem repreensão.
Do seu Blogger me dizendo,
Que ocupou um espação.

Mas não posso encerrar,
Sem desejar parabéns,
Pr'essa turma da estrela,
Que conheço muito bem.
Gente da cara lavada,
Acostumada à mentira.
Cinismo que não lhe falta,
Embora tenha o traíra.

Digo com muito mal gosto,
Respeitando essa nação.
Se eu pudesse me mudava,
Nem que fosse pro Gabão.
Enquanto neçepaís,
Essa cambada mandar.
Desgraçado é o cidadão,
Que na oposição confiar.

4 comentários:

Sonia disse...

Ri alto e continuo rindo...
Foi até generoso na "homenagem", rsrs
Parabéns por mais um cordel irrepreensível!
Beijos

opcao_zili disse...

Muito bem "explicadinho"nos mínimos detalhes.rss Parabéns.
Mas nós ficaremos livres.Confio em Deus.Mas, para que seja para sempre, temos que purgar, agora.

marciagrega disse...

Tava inspirado hoje heim?!!!
Adorei a figura hahaha!!!

Beijão e bom finds!!!

Rose disse...

Não comentei no dia do niver senão podia escrever besteira.
Hoje, com mais juízo, parabenizo o amigo cordelista pelo talento e bom humor.
Mesmo assim, não desejo vida longa ao partido que já fez estrago demais no nosso país.