Read In Your Own Language

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

2012 Já Começou: Agora Foi o Exército

Com informações da Folha de São Paulo
Não muito antigamente, quando se fazia qualquer enquete de confiança neçepaíz dava Correios e Forças Armadas na cabeça. Pois a corja conseguiu acabar com isso.
Os correios, que eram das melhores empresas de postagem e encomendas do mundo, em pé de igualdade com potências como a FEDEX, TNT, DHL e outras, virou uma casa de Noca. Corrupção acelerada e péssimas gestões, destruiram a reputação e o patrimônio da empresa.
Prá coroar a desmoralização da instituições da nação pelos petralhas, faltava esculhambar as Forças Armadas. Deu trabalho e levou algum tempo, mas eles conseguiram. Enfiaram as tropas nas favelas, dilapidaram os quartéis, seus equipamentos e arsenais e dissimularam um potencial atlético inimaginável nos últimos Jogos Mundiais Militares. A fraude agora chega ao alto comando.
Deu na folha de São Paulo de ontem, que o comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, e mais sete generais 4 estrelas estão sendo investigados pela Procuradoria-Geral de Justiça Militar sob suspeita de participar de fraudes em obras executadas pelo Exército.
Os oficiais estiveram lotados no DEC (Departamento de Engenharia e Construção) e o IME (Instituto Militar de Engenharia) entre 2004 e 2009, período em que o Exército fez convênios com o DNIT para obras em rodovias, decisão de jerico ao transformar tropa em empreiteira.
O general Enzo era comandante do DEC entre 2003 e 2007, quando deixou o cargo para assumir o comando do Exército no (des)governo do EX, continuando com a governanta atual.
A investigação começou com um inquérito que identificou indícios de fraude em 88 licitações do Exército para fazer obras do Ministério dos Transportes e apontou desvios de recursos públicos de R$ 11 milhões.
Na mesma cantilena da corja, os porta-vozes do Exército dizem que "não têm conhecimento da investigação e que não cabe à Força e nem aos militares citados emitir qualquer tipo de posicionamento". Ou seja: não sei, não fui eu, fui traido...
Desde os poderosos exércitos de Roma, os batalhões de engenharia militares existem para atender necessidades próprias da força em suas atividades de combate e de paz e não para executar obras de interesse exclusivamente civil. Transformá-los em empreiteiras, como citei, é uma deturpação e um convite à corrupção. Só do DNIT, onde só sobrou o zelador, o Exército recebeu R$ 104 milhões nos últimos cinco anos.
O que se apurou até agora é que o grupo que coordenavam os convênios no IME, o coronel Paulo Roberto Dias Morales e o major Washington Luiz de Paula, criou seis empresas para entrar em concorrências do IME com dinheiro do DNIT. Na conta pessoal do major circulou mais R$ 1 milhão em um ano e ele fez 14 (Sim..Quatorze)viagens aos EUA enquanto estava enrolado com as obras. Vá gostar de Mickey assim na potaquepareo.
O general Enzo tem foro privilegiado porque é sinistro de estado, mas os outros seis serão processados na Justiça Militar. Se condenados, o que eu duvido muito, poderão ser presos e expulsos da corporação. Também consta processos junto à Justiça Federal.

3 comentários:

JANDAÍRA-BAHIA, MEU PARAÍSO! disse...

Meu Amigo EU ME NEGO A ACREDITAR! ATÉ O EXÉRCITO? SE ASSIM FOR, ESTAMOS FUZILADOS, LITERALMENTE! VAMOS ACOMPANHAR! MEU DEUS CADA DIA, CADA SEMANA ESTOURA UM NINHO DE RATOS!
#FORAPT! PETRALHADA MISERÁVEL VOCÊS NÃO VÃO DESTRUIR NOSSO BRASIL!!!!

moimemei disse...

Faço minhas as palavras do comentário anterior.
Meu Deus !

Vindo dos Pampas disse...

Salafrários também vestem verde oliva. A corrupção é endêmica.