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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Cordelando 96: O Fenômeno do Empobrecimento Relâmpago


Muita coisa espantosa,
Acontece no Brasil.
A que temos mais recente,
Foi dinheiro que sumiu.
Das contas dos empresários,
Muito ricos, isso é fato.
Só porque foram enquadrados,
Na turma do Lava a Jato.

Quando a Justa foi olhar,
Na conta deles no banco.
Não tinha nenhum dinheiro,
Tava zero, tava branco.
Como vão ter que pagar,
Tudo na ponta do lápis.
Com certeza vão pedir,
Um adEvogado grátis.

Mas não foi só desse bando,
Que sumiu o patrimônio.
Teve também deputado,
Que também viu o demônio.
Eleito como mais rico,
Na eleição que passou.
Requereu gratuidade,
No processo que micou.

Lá pras bandas do oeste,
No estado de Rondônia.
Também teve operação,
Que causou grande vergonha.
Foi preso governador,
Que ganhou reeleição.
E também foi encanado,
Quem lhe fez oposição.

Danado foi ser citado, 
No meio da confusão.
Pois o nome que escolheram,
Pra dar na operação.
Se não for ficar atento,
E nem tiver um chilique.
Foi que batizaram ela,
Com o nome do cacique.

Enquanto isso a mudança,
Na turma de economia.
Acontece tanta coisa,
Que até careca arrepia.
RegovernANTA pediu,
Trabuco fez de rogado.
Ministério da Fazenda,
Disse não, muito obrigado.

Também convém destacar,
Notas de falecimento.
Pois destaque aconteceu,
Que causa algum tormento.
Morreu o Samuel Klein,
Homem de bom coração.
Que fundou Casas Bahia,
Pra atender população.

Aumentou o crediário,
Vendeu a vista e a prazo.
Fez carnê pra quem não pôde,
Comprovar nem o salário.
Ajudou a muita gente,
Fez tudo por caridade.
Foi um homem muito bom,
Que vai nos deixar saudade.

Por outro lado também,
Passou dessa pra pior.
O famoso adEvogado,
Poderoso que nem Thor.
Tomás Bastos escapou,
Da ponta da baioneta.
E foi logo se sentar,
Lá no colo do capeta.

De lascar foi a mensagem,
Que chegou lá congresso.
Mandada pela dentuça,
Na moral foi um regresso.
Depois de jogar no lixo,
O controle da inflação.
Quer derrubar o pilar,
De um marco da nação.

A Lei que disciplinava,
Todo gasto com limite.
Responsável que tornava,
Quem tentasse algum trambique.
A dentuça que gastou,
Muito mais do que podia.
Fez o diabo na eleição,
Quase tudo à revelia.

Pois agora no finzinho,
Na hora do vamos ver.
Quer mudar regra do jogo,
Fazer desaparecer.
Os gastos que superaram,
Toda arrecadação.
Aumentando mais que o teto,
A gastança da união.

Uma cena deplorável,
Surgiu lá na comissão.
Que controla o orçamento,
E gerou a confusão.
Aprovaram na porrada,
A lei errada e infame.
Nem deixando que falasse,
Quem era contra o vexame.

A gritaria foi grande,
Relatou toda imprensa.
Ninguém de bem aceitou,
Da moral esta ofensa.
Tentado fazer calar,
A revolta da nação.
Empurraram uma semana,
Prorrogando a votação.

Fato é que no Brasil,
Surgiu grande aliada.
Um novo agente da lei,
A delação premiada.
Querendo tirar da reta,
E se livrar da prisão,
Se tem prova apresenta,
Diminui a punição.

Resta agora à PF,
Nosso órgão apurador.
Que continue o acocho,
Seja peão ou doutor.
Pegue, interrogue e apure,
Ponha tudo no papel.
Encaminhando à justiça,
Pelo fim desse cartel.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O Cheque Especial da regovernANTA


Absolutamente incrível e inadmissível o que aconteceu ontem no congresso nacional. A comissão de orçamento, liderada pelo relator, o glorioso senador Romero Líder Eterno Jucá, com o apoio do presidente do poder legislativo, Renan Cabeleira Calheiros, aprovou na marra, na truculência, na força, na porrada e coisas afins, o projeto de lei encaminhado pela regovernANTA que lhe permitirá descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e apresentar as contas do ano sem cumprir as metas de superavit primário, o que, em última análise, representa a concessão de um cheque especial para a dentuça pagar a exorbitante gastança que teve que realizar em 2014 para se reeleger.
Pelo projeto, serão retirados das contas, como se nunca tivessem existido, a super-benevolentes concessões de dinheiro a setores industriais, pelas renúncias fiscais que não adiantaram porra nenhuma a não ser endividar o povão e o próprio governo; e os gastos com as obras superfaturadas, inacabadas e inacabáveis do PAC.
Ou seja, um cidadão chamado José, administra sua cota no banco o ano todo. Com ele paga supermercado, aluguel, luz, água e outras despesas domésticas. No meio do ano, resolve fazer um puxadinho no barraco pra atender a Maria e levar a mãe dela pra morar com eles.  Pede dinheiro ao gerente no cheque especial, contando com um abono e um aumento prometido pelo chefe. 
Vendo que a coisa tá correndo frouxa, arranja uma amante e promete uma mesada pra ela também. Chega em novembro, o aumento e o abono gorou, a amante lhe meteu um chifre e ele está endividado até os cabelos.
O super Zé vai no banco e diz pro gerente pra ele esquecer o empréstimo pois a sogra morreu e a amante lhe deixou.
É mais ou menos assim que a regovernANTA quer que o congresso haja e nós aceitemos.
A meta de superávit primário do setor público estabelecida na LDO é de 167,4 bilhões de reais, ou cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB). Mas com os descontos já permitidos, o governo estava perseguindo uma meta de 99 bilhões de reais neste ano, equivalente a 1,9% do PIB.
Se aprovado, na prática, o projeto desobriga o Executivo de realizar um superávit, já que de janeiro a setembro os gastos com o PAC somam 47,2 bilhões de reais e as desonerações chegam a 75,7 bilhões de reais, segundo dados do Tesouro. E esse montante total de 123 bilhões de reais deve subir até o fim do ano.
De janeiro a setembro, o resultado primário do setor público consolidado --governo central, Estados, municípios e estatais-- ficou negativo em 15,3 bilhões de reais, o primeiro na série histórica do Banco Central, iniciada em 2002.
Claro que a minoria dos parlamentares da oposição apresentaram 80 emendas, mas o relator rejeitou todas, mantendo o texto do governo com apenas uma alteração sensacional, que ele próprio sugeriu. Jucá trocou a no texto do governo a expressão “meta de superávit” por “meta de resultado”. Isso porque não se sabe se 2014 fechará com déficit ou com superávit primário, sendo mais provável um vermelhão no balanço.
No texto, o Jucá diz que a meta de resultado primário não é imutável ou rígida. Para ele, fixar ou modificar o número tem o propósito básico de trazer ao conhecimento e ao debate as consequências do conjunto das decisões adotadas no campo econômico e fora dele.
O senador canalha defende a aprovação do projeto por considerá-lo importante para o equilíbrio fiscal. De acordo com ele, o governo está tratando a questão de forma transparente e com respeito. “Quanto mais rápido o país puder sinalizar para o equilíbrio fiscal e para a ausência de conflito nessas questões, melhor será a sinalização para os mercados interno e externo e, quanto mais conflituoso for o processo, pior será a leitura”, disse Jucá.
A coisa é tão grave que o presidente do TCU chamou a nefasta manobra de improvisação fiscal. Os efeitos podem se repetir d´ora por diante e será o fim da Lei da responsabilidade Fiscal e a volta da instituição da zona nos gastos públicos nas três esferas ee nos três níveis do poder. Será a volta da gastança desenfreada e sem limites de todo mundo. Um retorno de 20 anos no tempo, pra falar o mínimo.
Em 2013, pelo menos tiveram o cuidado de fazer uma maquiagem menos ostensiva e inventaram até um noco termo, a Contabilidade Criativa, colocando contas de chegar nos itens orçamentários. Este ano escracharam mesmo.
Claro que chantagem de todo lado. O grande irrecorrível Mercadante já largou um "a culpa será do congresso se as contas não fecharem e não serão liberadas as emendas dos parlamentares; mas nada justifica o abafa que vi ontem na sessão inesquecível de abafamento na casa de parlar, dialogar, debater.

ATUALIZAÇÃO: 
Transcrevo a descrição da cena feita pelo Josias de Souza, que foi mais ou menos o que eu vi.... VERGONHOSO..


Passava de 23h. Transmitida ao vivo pela internet, a sessão da Comissão de Orçamento, a mais nobre e importante do Legislativo, já durava três horas e meia. Um tempo que havia sido 100% consumido em manobras regimentais, puxadas de tapete, palavras em riste e descortesias. Armada do regimento, a oposição tentava protelar a decisão. Os governistas tinham pressa.
De repente, o relator do projeto, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e o presidente da comissão, deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), decidiram fechar a conta. Interessados em postergar a deliberação, os líderes da oposição postam-se defronte da dupla, para bloquear-lhes a visão.
— Sai da frente, gritou o líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), para os colegas de oposição que se postavam defronte da mesa diretora da Comissão de Orçamento do Congresso.
— Não saio! Se vocês querem estabelecer a zona, a gente não vai respeitar, respondeu o líder do DEM, Mendonça Filho (PE).
Devanir pediu ao relator que apresentasse o seu relatório. Jucá respondeu que a matéria, já sobejamente conhecida, dispensava apresentações. E sugeriu que fosse realizada a votação.
“Os senhores parlamentares que forem a favor da aprovação permaneçam como se acham”, declarou Devanir. Mesmo sem enxergar a reação do plenário, o deputado proclamou o resultado: “Aprovado”. Em pouco mais de três minutos, a fatura estava liquidada. A proposta seguiu para o plenário do Congresso.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Cordelando 95: Lavando e Prendendo - Lava a Jato 7


Puta Merda, Esconjuro,
O que ocorre no Brasil.
A Polícia Federal,
Tá enchendo o barril.
Botou a tropa na rua,
Por toda nossa nação.
Prendendo bandido a rodo,
Grande bando de ladrão.

Já se tinha iniciado,
Uma limpeza distante.
Com Paulinho e Youssef,
Os dois já peixes bem grande.
Que tocaram a abrir,
A boquinha no salão.
Inciando a história,
Premiada delação.

Toca aqui aperta ali,
Surgem nomes de montão.
Prova por certo eles têm,
Pois bobos que não são não.
A coisa não ficou quieta,
Gerou grande confusão.
Nas hordas da bandidagem,
Assustou-se gatunão.

De todo lado brotou,
"Não sabia não vi não".
Isso é coisa inventada,
Pela nossa oposição.
Pensando que brasileiro,
Quase tudo é debiloide.
Diziam que estes fatos,
Era tudo factoide.

Pois não é que nesta sexta,
Numa big operação.
A PF aumentou,
O volume de prisão.
E não pegaram bagrinho,
Aqueles que o burro lambe.
Nas maiores empreiteiras,
Pegaram foi peixe grande.

Presidente, Diretor,
Dono mesmo da bagaça.
Foram todos algemados,
E levados para a praça.
Esse povo é aquele,
Que não cumpre com horário.
Na hora que corre a grana,
Não manda intermediário.

O diretor da estatal,
Que hoje pegou o seu.
Era afilhado não menos,
Que do próprio Zé Dirceu.
Isso deixa cá pra nós,
Uma grande esperança.
Que chegue e pegue logo,
Quem na verdade comanda.

Já pegaram até o Duque,
Dentro da escala real.
Falta só pegar o rei,
Que comanda o carnaval.
Então na mesma balada,
Quem assumiu a cadeira,
Pega logo a governANTA,
Que asssumiu a roubalheira.

Uma pena o brasileiro,
Passar tanta humilhação.
Ver nossa maior empresa,
Com seu valor lá no chão.
Despencaram as ações,
Nas bolsas de capital.
Não só aqui em São Paulo,
Mas na internacional.

Nunca antes que se viu,
Petrobras não ver o prazo.
De entregar o balanço,
Pra mostrar o resultado.
Mas a coisa tá tão feia,
Para o lado da estatal.
Que o auditor recusou,
Assinar o catatau.

Oração é que não falta,
Na nossa população.
Que num guenta sustentar,
Esse monte de ladrão.
Precisamos acabar,
Roubo regulamentado.
E botar lá na cadeia,
O mangote de safado.

Hora de ficar atento,
Olho vivo e plantão.
Manobra não vai faltar,
Pra abafar a operação.
Os puxa-sacos de sempre,
Vão correr pra esconder.
Se não ficarmos alerta,
A coisa não vai feder.

É só apertar um pouco,
Sem nenhuma distração.
Aproveitando na rede,
Pra divulgar na nação.
Comentar com todo mundo,
Que não lê a internet.
Aquele tal de bolsista,
Abestado e periguete.

Desta vez estamos perto,
De nos livrar do PT.
Que meteu pé pela mão,
No projeto de poder.
Hora de mandar pra longe,
Essa praga de canil.
Que não quer nada a mais,
Que roubar todo Brasil.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Devo, Não Nego. Pago Quando Puder. A Fraude Eleitoral Se Revela


No país das maravilhas apresentado pela regovernANTA na sua propaganda eleitoral, surgia um Brasil Potência, motivo de inveja para o sistema solar inteiro. Inflação sob controle, mercados interno e externo crescentes, investimentos em rota de ascensão e um céu de brigadeiro pela frente.
Nem bem se digeriu a surpreendente "virada" na contagem dos votos e, ao longo da semana seguinte, já a partir da segunda feira 27/10; tudo mudou da água barrenta da Cantareira para o vinho do porto que embriagou a comandita em Portugal. Subiram os juros, o deficit público retrocedeu a níveis pré plano Real, subiram energia elétrica e combustíveis e o vulcão do fim do mundo começou a jorrar sua lava ladeira abaixo.
Coroando, mas ainda não encerrando, o anúncio sucessivo de catástrofes administrativas e fiscais que nos esperam, ontem a dentuça encaminhou ao congresso nacional, um projeto de lei que rasga de vez a Lei de Responsabilidade Fiscal, que tanto o PT combateu desde a sua gênese.
Mesmo prometendo fazer o dever de casa e realizar um rearranjo fiscal, deelma largou mão de vez do cumprimento das metas de superávit primário das contas públicas deste ano. Estamos a menos de 50 dias para o fim do ano civil e fiscal, e ela quer mudar a regra do jogo, prepara o terreno para descaracterizar o inevitável déficit do setor público sem que a meta seja considerada descumprida pela legislação e se mantendo "íntegra e respeitável perante os tribunais".
Como somos todos bobos e chupamos dindin no sol, o governo quer nos fazer crer que o rombo das contas do governo, fortemente acelerado com o descomunal aumento dos gastos eleitorais, no afã de enganar os trouxas Brasil afora, pode ser varrido não pra baixo do tapete, mas pra fora da sala, fechando o ano no vermelho pela primeira vez desde 1997.
Se esta poha passar, o governo poderá descontar da meta todos os gastos com investimentos do PAC (mesmo que não tenha NADA pronto), bem como os favores que fez a alguns setores da economia com as renúncias de receita oriundas das desonerações tributárias. Ou seja, o limite de R$ 67 bilhões previsto na lei, deixa de existir... É simplesmente pulverizado. 
O jornal Estado de São Paulo estima que o tal "arranjo técnico-contábil" chegará a mais de R$ 165 bilhões, considerado investimentos e desonerações feitas até setembro, que somam R$ 122,9 bilhões, e as projeções até o fim do ano. Pela lei, o governo não precisa cobrir eventual frustração da meta de economia fixada para Estados e municípios, o que amplia a margem de manobra da equipe econômica.
Como consequência, fica fragilizado de um vez pra sempre o mecanismo da política fiscal que permitiu, desde 2008, a liberação de recursos para o avanço dos investimentos públicos.
É óbvio que os ministros envolvidos na apresentação do magnífico (pra eles) projeto negam a a piora das contas públicas e dizem que a situação fiscal do Brasil é "confortável e melhor que a de muitos países".
Com o burburinho que se começa a formar, o mercado entende que esta proposta indecorosa de mudança na meta de 2014 e a falta de sinalizações da política fiscal para 2015 o ajuste fiscal - prometido pela regovernANTA no discurso da vitória depois das eleições, é apenas um jogo de palavras para o eleitoral de boiada que ela tem. 
Sabendo que tem que aprovar esta josta a toque de caixa, antes que os parlamentares tenham tempo de se articularem, ordens já foram dadas ao líder de todos os governos desde Tomé de Sousa, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), para apresentar seu parecer ainda hoje e mobilizar a base alugada para aprovar a mudança em cima das coxas. 
Só lembrando: a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015 já tramita no congresso e está fortemente influenciada por este conceito nefasto de descumprimento da meta fiscal, para as contas públicas; contendo ainda receitas perigosamente superestimadas e despesas artificialmente comportadas.
Como até as ruínas que emergem dos reservatórios secos sabem que "nem que a vaca tussa" isso vai acontecer, será necessário promover um duro ajuste nos gastos para chegar no resultado pretendido. Logo, o ritmo de governo terá que ser de arrocho retirando recursos da economia, prevendo-se até lançar mão de atos como mudanças no abono salarial, seguro-desemprego, pensões, corte de despesas e aumento de impostos, coisa atribuídas durante a campanha a Aécio Neves e seu ministro da Fazenda Armínio Fraga. 
Até a joia da coroa da campanha diabólica da dentuça está na mira. Os gastos com o Bolsa Família foram fixados em R$ 27,7 bilhões, alta de apenas 9,5% em relação a 2014. Mas, medido como proporção do PIB, o valor ficou estacionado em 0,48% em 2014 e 2015, interrompendo a trajetória de alta verificada desde o início do programa.
Material como este, fartamente divulgado pela imprensa ontem e hoje, é munição mais que suficiente para a oposição (?????????) partir pra cima, nas tribunas e nos tribunais, com sangue nos olhos.
Eu é que não aguento mais pagar imposto.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Cordelando 93: Vai Ter Oposição de Verdade?

Uma semana arretada,
Aconteceu na nação.
O retorno de Aécio,
Já passada a eleição.
Retomando seu lugar,
No senado federal.
Ocupou o parlatório,
Para arrepiar geral.

Destacou toda mentira,
Que a corja espalhou.
Revelando a todo trouxa,
Em quem de fato votou.
O que antes se pintava,
Somente na cor azul,
Vai virando um fumo grande,
Pra enfiar em nosso c*.

Aumentou taxa de juros,
Energia já subiu.
Gasolina e óleo diesel,
Um aumento conseguiu.
Diferente da campanha,
Ao culpar oposição.
Decisão da governANTA,
Né coisa de Aécio não.

E voltando ao parlatório,
Onde tudo se mostrou.
Aécio levou aparte,
De  um monte de senador.
O mais divertido deles,
Que se tornou bem hilário.
Foi do líder do governo.
Humberto Costa o otário.

Rebatendo o candidato,
Humberto manifestou.
Desejo de ter diálogo,
De acabar o bololô.
Vamos ser todos amigos,
Evitar a confusão.
Deixar a mulher em paz,
Pelo bem dessa nação.

Levou um toco na cara,
Do mineirinho arretado.
Que diz não pode deixar,
O que ele passou de lado.
Conversa pode até ter,
Desde que com compromisso.
Começando a apurar,
Do dinheiro o sumiço.

Outro fato relevante,
Que aqui se sucedeu.
Foi a volta da miséria,
Que a campanha escondeu.
IBGE fez pesquisa,
IPEA não divulgou.
Pois com o bolsa-família,
 A pobreza acabou.

O povo saiu na rua,
Contestando o resultado.
Porque teve caso estranho,
Ocorrendo em todo lado.
Teve urna emprenhada,
Teve uma que travou.
Tempo todo apitando,
Que um voto computou.

O partido até pediu,
Da eleição auditoria.
Pra evitar a suspeição,
E acabar com a latumia.
Pois não é que a governANTA,
Em todo seu esplendor.
Falou que uma coisa dessa,
É choro de perdedor.

Fato é que o que vigora,
Na boa democracia.
Que tem mais voto governa,
Que tem menos que vigia.
Não podemos descuidar,
Nem deixar barato não.
Pois controlar é o papel,
De quem é oposição.

Temos que ficar atentos,
À intenção do inimigo.
Pois se a gente bobear,
Quando ver tamos fud*do.
Procurar saber de tudo,
Quando surgir logo apura.
Pois se deixar com PT,
Logo vira ditadura.

PS: Para registro histórico, anexamos a este cordel o discurso de Aécio Neves da Cunha, senador da república, proferido em 05 de novembro de 2014.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Operação ABAFA na Petrobras


A corja vermelha, sentindo-se segura por ter conseguido manter a regovernANTA na cadeira, já começa a se mexer no sentido de dar uma abafada geral no maior escândalo da história; o Petrolão.
No primeiro caminho, consideram que devem colocar uma pessoa de confiança no lugar de José Jorge (atual relator dos processos no TCU). O ministro deverá se aposentar compulsoriamente no próximo dia 18/11, quando completa 70 anos. 
Só lembrando, o gabinete de José Jorge detém a relatoria dos processos de investigação da Petrobrás, a saber: o que avalia prejuízos na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, o que acompanha o hiper-faturamento na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e a fabulosa explosão de preços nas obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Alerto para o fato de que o substituto de JJ relatará os casos que já estão curso e, a partir de 2015, todos os novos processos sobre a Petrobrás serão conduzidos por José Múcio, ex-ministro de Lula e que já foi devidamente instruído sobre métodos e meios a se adotar.
Qualquer uma destas ou das próximas bombas, têm potencial para acabar com as pretensões de deelma, do 9 dedos e do PT, desde que conduzidas com seriedade.
O TCU é composto por nove ministros, sendo três nomes indicados pela Câmara, três  pelo Senado e três pelo presidente da República. A vaga de JJ requer indicação pelo Senado, pelo critério constitucional. Normalmente os escolhidos são senadores, ex-senadores ou servidores apadrinhados pelas maiores bancadas da Casa. 
Nas paradas de sucesso, o Planalto é muito "simpático" à indicação da ex-senadora Ideli Salvatti, o berreiro em busca de uma causa, mas ela enfrenta forte resistência nas principais legendas, principalmente por causa do extremo vigor no papel de negociadora do governo quando exercia o cargo de ministra das Relações Institucion ais.
A outra opção é a senadora e ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann, que perdeu a eleição para o governo do Paraná e voltou ao Congresso. Na Casa Civil ela tratou de alguns dos principais interesses do governo no TCU, como a aprovação de concessões. Gleisi, porém, foi vinculada recentemente ao escândalo na Petrobrás, o que dificulta sua indicação.
O fortíssimo PMDB diz que só discutirá o assunto após a aposentadoria de José Jorge, mas os líderes do partido prometem não ceder facilmente ao PT e cogitam negociar a vaga de forma casada, com a cadeira a ser ocupada no Supremo Tribunal Federal após a aposentadoria de Joaquim Barbosa. Dái ter surgido o nome do senador Vital do Rêgo, que preside as duas CPIs da Petrobrás e é um dos peemedebistas mais alinhados com o Planalto no Congresso. 
Mais enfraquecidos, também surge o senador Inácio Arruda e o azarão Teotônio Vilela Filho,
A segunda via a ser seguida é a desconstrução do processo na Justiça Federal do Paraná e do juiz Sérgio Moro, sério, honesto e incorruptível, através de ações orquestradas pelo maestro da banda podre Márcio Tomás Bastos, que articula uma legião de adEvogados figurões defendendo os implicados.
Os argumentos, embora estúpidos, seguem as tradicionais chicanes jurídicas: vazamento de informações, restrição de direito de defesa, ausência de provas concretas, ilações, etc, etc, etc.
Fato é que não se pode abaixar a guarda. Temos que ficar atentos pois a curriola ainda vai tentar o diabo, agora pra não ir pra cadeia.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Cordelando 92: A Verdadeira RegovernANTA


Mal passou a eleição,
E já botam pra quebrar.
O que antes esconderam,
Começa a se revelar.
Pois agora não precisa,
Enganar o eleitor.
Com os votos computados,
A farsa se demonstrou.

Depois de pintar bonito,
No programa eleitoral.
Nosso Brasil de Verdade,
Vai virar um carnaval.
Pode crer que está escrito,
Lá na tábua de Moisés.
A desgraça vai ser feia,
Da cabeça até os pés.

Primeiro foi a energia,
Onde tudo ia bem.
Logo no segundo dia,
Aumento da porra tem.
E isso é só o começo,
Pois a conta não acabou.
Botou só a cabecinha,
O grosso ainda não entrou.

Ai veio o COPOM,
Na primeira reunião.
Subiu a taxa SELIC,
Pra segurar a inflação.
Só esqueceu de dizer,
Que nessa tal comissão.
Não consta o Armínio Fraga,
Que se xingou na eleição.

Hoje saiu a notícia,
Da folha de pagamento.
Do governo federal,
Que não guenta mais aumento.
Do que entra e do que sai,
Do caixa grande central,
Nunca foi tão negativo,
Desde o Plano Real.

Fica a pergunta no ar,
Como que pode fazer.
Não tendo com que pagar,
Como que foi prometer?
Doar a bolsa família,
Fazer obra em todo canto.
Refazer a economia,
Onde não tem nenhum santo.

Xingaram dona Chicória,
De caroço no angu.
Só porque ela é amiga,
Da mulher do Itau.
Pois do lado da dentuça,
O nome que se apresenta.
Presidente do Bradesco,
Pra ministro da fazenda.

No caso da petroleira,
Fonte de muito tormento.
Vão botar o Jaquis Vagui,
Da Bahia o sargento.
Sob o mesmo comando,
Da turma que lá mandou.
Como vai se revelar,
O que de lá se roubou?

Mas não vai ser a moleza,
Que imaginava o PT.
O congresso nacional,
Tá botando pra fuder.
Na segunda bem cedinho,
Ressaca de piriguete,
Revogaram o decreto,
Com jeitão de soviet.

O presidente da casa,
Morador lá de Natal.
Arretou-se com o descaso,
Que lhe fez pagar um pau.
9 dedos na campanha,
 Com jeitão de traidor.
Fez campanha do outro lado.
E converteu o eleitor.

O cabeleira Renan,
Presidente do senado.
Avisou a dona deelma,
Que talvez mude de lado.
Na hora que aparecer,
No senado a discussão.
Também revoga o decreto,
Encerrando a confusão.

Outro fato bem marcante,
No cenário da união.
Foi a soltura em massa,
Do povo do mensalão.
Um por um estão saindo,
Pra cumprir a pena em casa.
Comprovando a teoria,
Vergonha não tem na cara.

Mostrando que em tudo existe,
O superfaturamento.
Na caso dos aviões,
Também compraram com aumento.
Acrescentaram na conta,
Nada menos que um bilhão.
Sem nem nada ter acrescido,
Pro bicho sair do chão.

Na pauta das montadoras,
Tem de novo a redução.
Dos impostos federais,
Pra evitar demissão.
Com o pátio cheio de carro,
Sem ter como desovar.
Vão pedir uma ajudinha,
Até tudo se acalmar.

Sem ter nada pra fazer,
A dentuça se mandou.
Lá pra base da marinha,
Que um dia reformou.
Tomar uma água de coco,
Com a filha e o netinho.
Esquecendo que a nação,
Segue aqui o seu caminho.

Diz que só volta domingo,
Um período descansando.
Enquanto para os mortais,
Só se vê o fumo entrando.
Não se assuste com o que escrevo,
No novelo tem um nó.
Se tá achando que é ruim,
Saiba, vai ficar pior.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Perdeu a Eleição? Vira Oposição. Simples Assim.


Ninguém gosta de perder nada. Nem jogo de baralho, nem aquele programa na TV, nem hora de pegar um avião, nem um grande amor, nem poha nenhuma.
Muito menos eleição. Ainda mais uma eleição como esta, decidida no olho eletrônico e aos 47 minutos do segundo tempo, com gol de mão e impedimento.
Mas acabou.. Passada, e respeitada, a ressaca da segunda feira pós-segundo turno; agora é tomar um copo de água bem gelada, arregaçar as manga e começar o outro lado do poder ( SIM, ele existe): A OPOSIÇÃO.
Agora é a hora de separar os meninos dos homens.
O papinho cabeça de "unir o Brasil", "vamos todos juntos", "não fazer oposição sistemática" é que deixou essa corja se sentir segura todos estes anos e se atreverem a cometer todos os abusos que cometeram. Basta ver o slogan que adotaram: "Vamos fazer o diabo pra ganhar a eleição". E FIZERAM.
Portanto, senador Aécio Neves da Cunha, retome sua posição de líder do "lado azul da força" e vamos pra cima da corja vermelha.
Descanse (justamente) uns dias, curta seus lindos filhotes e sua bela esposa e volte revigorado para a luta que não pode ser meia boca como foi nestes 12 anos passados, quando o parlamento dominado os deixou pintar e bordar.
Convoque os parlamentares eleitos que lhe foram aliados ou que a seu grupo se agregue e pau na moleira.
Já tem mais que motivos plausíveis para começar a bater desde já: os excessos da campanha, os terrorismos com a população, os inúmeros casos de "falhas"  nas urnas, algumas regras históricas modificadas para este pleito e por aí vai.
Se temos alguma pretensão em 2018 é pra começar a campanha HOJE. Não pode deixar pra fazer 6 meses antes. Definir o candidato desde já e iniciar uma peregrinação por todos os rincões do país mostrando o que vai se fazer e o que não vai mudar por conta da troca de linha de governo, já pensando nos período eleitoral futuro.
Todos que votaram e fizeram campanha para o senhor desejam ardentemente que se trate o governo do PT como adversários. Eventualmente, numa remota hipótese de estarem certos, aprove-se o que se faz; embora eu ache que se vá ser coisa muuuuito rara de acontecer.
Fundamentalmente, é estar nos parlatórios de todas as casas legislativas, nos três níveis de poder, e carcar o couro no lombo deles. Se não dá no jeito, vai na força. Mesmo com os tribunais aparelhados, entrar com uma ação atrás da outra. Uma tem que colar e vingar. Além disso, existem os tribunais internacionais. Não dá em nada? Não tem problema. Chama-se atenção do mundo todo.
Calados e quietinhos é que não pode-se ficar.
Só pra saber: seus eleitores também estão de olho no senhor. Por enquanto, pode continuar contando conosco.

sábado, 18 de outubro de 2014

Curriculum Vitae: A Demonstração da Carreira da governANTA


Curriculum Vitae é o cartão de visita de todo profissional. Nele se descreve sua trajetória técnica e administrativa na carreira, o que fez, o que agregou, o que produziu.
Recentemente, na propaganda do PT, a governANTA fala que Aécio Neves foi nomeado vice-presidente da CAIXA com apenas 25 anos, sugerindo subrepticiamente que assim o foi por favores políticos devidos à sua família.
Uma rápida pesquisa pela web, em sites de gente decente como Políbio Braga e Ricardo Setti, por exemplo, além de consultas a páginas de órgãos oficiais, desmonta o uso fraudulento da informação que é correta, quando se confronta com a "vida pregressa" da governANTA, aqui entendida como o trecho de vida em que exerceu atividades não clandestinas e que podem ser vistas à luz do dia.
Senão vejamos...
Dona deelma foi casada com Carlos Franklin Paixão de Araújo de 1969 a 2000. Nesta época, o glorioso Carlão era um dos políticos mais votados pelo PDT gaúcho, partido do qual ambos participaram da fundação e eram militantes diletos e admirados. 
Com uma mão amiga e a influência decorrente deste status, a dentuça conseguiu ser nomeada para, pelo menos 5 cargos públicos, a saber:

- Secretária municipal de Fazenda, em Porto Alegre (1985 a 1988)
- Diretora-geral da Câmara de Vereadores da capital gaúcha (1989)
- Presidente da Fundação de Economia e Estatística, do Rio Grande do Sul (1991 a 1993)
- Secretária estadual de Minas e Energia, no Rio Grande do Sul, no governo Alceu Collares (1993 e 1994)
- Secretária estadual de Minas e Energia, no Rio Grande do Sul, no governo Olívio Dutra (1999 a 2002)
No meio desta trilha, reza a lenda que, quando ocupou o cargo de Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, o sr. presidente da casa, Valdir Fraga, a demitiu depois de poucos meses na função pois constantemente chegava atrasada. “Eu a exonerei porque havia um problema dela com o relógio de ponto”, disse o vereador.
Acostumada a uma boquinha, a governANTA ainda é funcionária da Fundação de Economia e Estatística, a FEE/RS. Sua matrícula é 2963736, com o cargo técnico X-26, segundo apurei em minhas leituras.
Mais ainda, ela estava em condições de pedir aposentadoria em 2010, quando disputou a presidência, mas achou mais prudente não fazer marola com o caso, porque a mídia iria investigar e descobrir que ela não trabalhou ali em 25 dos 30 anos necessários para se aposentar com salário integral equivalente ao de presidente da FEE, cargo que ocupou no governo de Alceu Collares.
Ixpertamente, pediu apenas suspensão do contrato de trabalho no dia 29 de março de 2010.
Agora, que vai perder o emprego, mas não o salário, poderá requerer sua merecida aposentadoria, pois o caso não deverá virar mais notícia. 
Só pra não esquecer, lá na figura que abre o post, trago à baila o falso mestrado e doutorado que declarou ter pra se fazer de gerentona competente, letrada e titulada.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Cordelando 91: Debatendo e Andando


Começou pegando fogo,
A campanha eleitoral.
Dois debates, uma semana,
Foi coisa fenomenal.
Os podres escorregando,
Na mão do debatedor.
Surgindo no palanquinho,
Que a TV preparou.

A muié desesperada,
Começou a apelar.
Usando toda mentira,
Que foi capaz de inventar.
 Usando ponto eletrônico,
Enfiado no ouvido,
Falou lá tanta da merda,
Que orelha virou pinico.

Reproduzindo a farsa,
Dos programas da TV.
Agrediu, inventou moda,
Caluniou o que vê.
Fez uma grande baixaria,
Como nunca aqui se viu,
Ofendendo a inteligência,
De todo nosso Brasil.

Usou um monte de coisas,
Do governo das Gerais.
Coisa até já arquivada,
Que limpo não volta mais.
Ressuscitou muita coisa,
Que dorme no tribunal.
Como se fosse verdade,
Só pra fazer carnaval.

Não vou perder tempo aqui,
Contando tudo que ouvi.
Só destaco uma coisa,
Com essa me aborreci.
Alegando nepotismo,
No governo do mineiro,
Disse que toda família,
Lá ganhou muito dinheiro.

Até a pobre da irmã,
Que de graça trabalhou.
Já que ele era solteiro,
Primeira dama virou.
Fazendo a parte mais nobre,
De toda ação social.
Pegou fama de escorada,
Mordomia estadual.

Ai o mineiro arretou-se,
E muito brabo ficou.
Chamou olhando nos olhos,
Dentuça desafiou.
Prove aqui mesmo o que disse,
Respeita a pauta tucana.
Se comporte dona deelma,
A senhora é leviana.

Indo na mesma pisada,
Levantou um fato novo.
Pimentel era prefeito,
Eleito foi pelo povo.
Pra agradecer partido,
Atendendo a demanda,
Contratou como fantasma,
O irmão da governANTA.

Mas teve uma coisa gozada,
Que por lá aconteceu.
Dentuça fez uma pergunta,
Quase ninguém entendeu.
Aécio até respondeu,
Tentando mesmo não rir.
Madame apavorada,
Pensava em se abduzir.

Numa da duas sessões,
Dos encontros na TV.
Chamou-se de leviana,
Pra ver ela amolecer.
Não adiantou foi nada,
Cara de pau é tão grande.
Quando o tema é Petrobras,
Onde o rombo foi gigante.

Negou tudo e desviou,
O assunto principal.
Fez de conta que não viu,
O buraco principal.
O mineiro ficou puto,
Dela enganar tanta gente.
Duvidou da competência,
E chamou de conivente.

No afã de difamar,
O mineiro candidato.
Levantou monte de caso,
Que aconteceu no passado.
Pasta rosa, SIVAM, Fone,
Falou do caso do trem.
Embora nos 12 anos,
Não investigou ninguém.

Outra coisa bem nojenta,
Que é praxe no PT.
Jogar irmão contra irmão,
Que é pra vantagem manter.
Falando do nordestino,
Que em coitadinho transformou.
Usando só de má fé,
Contra o sulista jogou.

Igualzinho como têm feito,
Aqui na minha cidade.
Nas outras três eleições,
Divulgou uma maldade.
Dizendo que se os paulistas,
Ganhassem a eleição,
Com o partido do tucano,
Acabava o ganha pão.

Fosse lá o presidente,
O Alckmin ou o Serra.
A Zona Franca acabava,
Ia ser o fim da guerra.
Basta ver o resultado,
Que lá das urnas surgiu.
Teve a maior votação,
Proporcional do Brasil.

Mas vamos todos em frente,
Semana que vem tem mais.
Enquanto isso trabalho,
Não deixem nada pra trás.
Conquistando voto a voto,
Liderança na eleição,
Vamos botar o respeito,
Que merece esta nação.

Trabalhe, faça campanha,
Converse com o eleitor.
Um que vem pro nosso lado,
O outro lado deixou.
Contando assim somam dois,
Avançando chega a mil.
E faremos do Aécio,
Presidente do Brasil.