Read In Your Own Language

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Cordelando 91: Debatendo e Andando


Começou pegando fogo,
A campanha eleitoral.
Dois debates, uma semana,
Foi coisa fenomenal.
Os podres escorregando,
Na mão do debatedor.
Surgindo no palanquinho,
Que a TV preparou.

A muié desesperada,
Começou a apelar.
Usando toda mentira,
Que foi capaz de inventar.
 Usando ponto eletrônico,
Enfiado no ouvido,
Falou lá tanta da merda,
Que orelha virou pinico.

Reproduzindo a farsa,
Dos programas da TV.
Agrediu, inventou moda,
Caluniou o que vê.
Fez uma grande baixaria,
Como nunca aqui se viu,
Ofendendo a inteligência,
De todo nosso Brasil.

Usou um monte de coisas,
Do governo das Gerais.
Coisa até já arquivada,
Que limpo não volta mais.
Ressuscitou muita coisa,
Que dorme no tribunal.
Como se fosse verdade,
Só pra fazer carnaval.

Não vou perder tempo aqui,
Contando tudo que ouvi.
Só destaco uma coisa,
Com essa me aborreci.
Alegando nepotismo,
No governo do mineiro,
Disse que toda família,
Lá ganhou muito dinheiro.

Até a pobre da irmã,
Que de graça trabalhou.
Já que ele era solteiro,
Primeira dama virou.
Fazendo a parte mais nobre,
De toda ação social.
Pegou fama de escorada,
Mordomia estadual.

Ai o mineiro arretou-se,
E muito brabo ficou.
Chamou olhando nos olhos,
Dentuça desafiou.
Prove aqui mesmo o que disse,
Respeita a pauta tucana.
Se comporte dona deelma,
A senhora é leviana.

Indo na mesma pisada,
Levantou um fato novo.
Pimentel era prefeito,
Eleito foi pelo povo.
Pra agradecer partido,
Atendendo a demanda,
Contratou como fantasma,
O irmão da governANTA.

Mas teve uma coisa gozada,
Que por lá aconteceu.
Dentuça fez uma pergunta,
Quase ninguém entendeu.
Aécio até respondeu,
Tentando mesmo não rir.
Madame apavorada,
Pensava em se abduzir.

Numa da duas sessões,
Dos encontros na TV.
Chamou-se de leviana,
Pra ver ela amolecer.
Não adiantou foi nada,
Cara de pau é tão grande.
Quando o tema é Petrobras,
Onde o rombo foi gigante.

Negou tudo e desviou,
O assunto principal.
Fez de conta que não viu,
O buraco principal.
O mineiro ficou puto,
Dela enganar tanta gente.
Duvidou da competência,
E chamou de conivente.

No afã de difamar,
O mineiro candidato.
Levantou monte de caso,
Que aconteceu no passado.
Pasta rosa, SIVAM, Fone,
Falou do caso do trem.
Embora nos 12 anos,
Não investigou ninguém.

Outra coisa bem nojenta,
Que é praxe no PT.
Jogar irmão contra irmão,
Que é pra vantagem manter.
Falando do nordestino,
Que em coitadinho transformou.
Usando só de má fé,
Contra o sulista jogou.

Igualzinho como têm feito,
Aqui na minha cidade.
Nas outras três eleições,
Divulgou uma maldade.
Dizendo que se os paulistas,
Ganhassem a eleição,
Com o partido do tucano,
Acabava o ganha pão.

Fosse lá o presidente,
O Alckmin ou o Serra.
A Zona Franca acabava,
Ia ser o fim da guerra.
Basta ver o resultado,
Que lá das urnas surgiu.
Teve a maior votação,
Proporcional do Brasil.

Mas vamos todos em frente,
Semana que vem tem mais.
Enquanto isso trabalho,
Não deixem nada pra trás.
Conquistando voto a voto,
Liderança na eleição,
Vamos botar o respeito,
Que merece esta nação.

Trabalhe, faça campanha,
Converse com o eleitor.
Um que vem pro nosso lado,
O outro lado deixou.
Contando assim somam dois,
Avançando chega a mil.
E faremos do Aécio,
Presidente do Brasil.

Um comentário:

Sonia Venturini disse...

Adoro ver que não perdeu a mão... ao contrário, só aprimorou! Continue "cordelando" com essa inteligência e astúcia raras com que o bom Deus lhe abençoou. Nós agradecemos o presente. Bjos, afilhado!