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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Cordelando 66: Meu Brasil Brasileiro


Usando essas carinhas,
Dos meus queridos priminhos.
Um sorriso bem bonito,
Enchendo os rosto todinho.
Mas lembrando que não é sempre,
Que a gente fica feliz.`
À medida que se sabe,
O que se passa no país.

9 dedos se achando,
Mais importante que deus.
Quer mandar em todo mundo,
Não somente mais nos seus.
Dando ordem no governo,
E no congresso nacional.
Achou mesmo que podia,
Na corte fazer igual.

A muié que nos governa,
Repetindo o chavão.
Apostando que a crise,
Por aqui não chega não.
Ajuntou-se com o manteiga,
E falou lá na TV.
Que quem apostasse contra,
Ia mesmo se fu***.

E o negócio da casa,
Do que governa Goiás.
Não tem mais pé nem cabeça,
De nada se entende mais.
Uma hora já foi paga,
Com cheque o portador.
Na outra foi grana viva,
Foi o moço que falou.

E aquela dama paulista,
Revoltada com o escanteio.
Faltou a seu compromisso,
Onde não entrava feio.
Pelo menos foi o que disse,
9 dedos e ratinho.
Jurando que o Malddad,
É candidato lindinho.

Mas chocado fiquei mesmo,
Com o crime que ocorreu.
Numa crise de ciúme,
O caboco se fu***.
Depois de lhe dar um tiro,
Bem no pé do ouvidinho,
A muié picou-lhe a faca,
Transformando em picadinho.

E o trenzinho do caipira,
Que o Rio inaugurou.
Liga nada a coisa nenhuma,
Pois o projeto acabou.
Mas conseguiu ajuntar,
Na mesma composição.
9 dedos e Wally,
E o Dudu safadão.

E o terremoto na Itália,
Quanta tristeza me deu.
Muita coisa destruída,
Tanta gente que morreu.
Monumentos milenares,
Espalhados pelo chão.
Coisas belas e antigas,
Como não se faz mais não.

Também teve coisa boa,
No meio do despautério.
O jumentinho do nordeste,
Escapou do cemitério.
Pois a China desistiu,
De importar o animal.
Filonéscio tá contente,
Fez até um carnaval.

Quase ia me esquecendo,
Do Ronaldinho gaúcho.
Bandeou-se do Flamengo,
Que não pagou o dentuço.
Aproou-se lá no Galo,
Da velha Minas Gerais.
E as mãezinhas mineiras,
Sossego já não tem mais.

Sobre eleição em São Paulo,
Profunda decepção.
José Serra se juntou,
Com um bocado de ladrão.
Liderados por Alfredo,
Cabra safado a valer.
Se vendeu por 1 minuto,
De tempo lá na TV.

E o pobre do Fernando,
O da herança maldita.
Não se esquecem do coitado,
Nem deixam fechar ferida.
Culparam esse senhor,
Nunca se viu nada igual.
Na greve do professor,
Da escola federal.

E a rainha Elisabeth,
Comemorou sessentão.
Olha que não foi de idade,
De rainha da nação.
Essa sim já enterrou,
Presidente mundo afora.
E até mesmo seu consorte,
Quase que se ia embora.

Por falar em majestade,
Ouro rei passou aqui.
Soberano da Espanha,
Veio aqui se exibir.
Conversou com a governANTA,
Numa grande precisão.
Dizendo que ia afrouxar,
A regra da imigração.

Sem falar que o meliante,
O maior dessa nação.
Arrumou encrenca grande,
Uma baita confusão.
Prometeu foi 15 contos,
Pro dotô que contratou.
Mas o Ômi ficou brabo,
Pois a grana não pintou.

E a saída de dinheiro,
Muito dólar do país.
"Só" 39 bilhão,
Avuado bem feliz.
Prá acalmar as Orópa,
Com a crise bem brabinha.
Aquela que o 9 dedos,
Só chama de marolinha.

Como vê não falta assunto,
Mesmo fora do Brasil.
Se quisesse contar tudo,
Ia ter mais um montão.
Mas preciso aqui parar,
Prá não abusar do leitor.
Que vem sempre aqui buscar,
Um pouquinho de humor.

2 comentários:

O sofrologista católico disse...

Existem duas formas de destruir a misericórdia: eliminando o pecado e eliminando o perdão. Estas são precisamente as duas atitudes mais comuns nos dias que correm. Numa enorme quantidade de situações não se vê nada de mal. Naquelas em que se vê, não há desculpa possível. As acções do próximo ou são indiferentes ou intoleráveis. O que nunca são é censuradas e perdoadas. O que nunca se faz é combinar o repúdio do pecado com a compaixão pelo pecador.

Rose disse...

Salve, DOUTOR Cacique!
Revelando bagagem cultural internacional.
Salve nosso Brasil brasileiro, povo sem medo de ser feliz, mesmo vivendo em condições muito piores do que os tais países em crise.