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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Cordelando 27: deelma собственик в Oropa (Dona deelma nas Orópa

Съединението прави силата - A União Faz a força
Esse aí em cima é o slogan da República da Bulgária, terra dos ancestrais da governANTA.


Cordelando 27: Dona Deelma nas Orópa


Pouquinho tempo depois,
De brilhar lá com os ianques.
A governANTA migrou,
Prá terras bem mais distantes.
Cruzou o marzão atlântico,
Debaixo do céu azul.
E se mandou pras Orópa,
Bichinha tomando no c*.


Amuntou no vassourão,
Que herdou do 9 dedos.
Pousou na tal de Bruxelas,
Terra que não tem segredo.
É lá que fica a sede,
Do parlamento europeu.
Onde se juntam os ômi,
Que mandam mais do que eu.


Botou uma banca danada,
Fez discurso bem grossão.
Disse qu'essa tal de crise,
Por aqui não chega não.
Pensando naquela vez,
Quando num era rainha,
E 9 dedos falou,
Que era só marolinha.


A coisa foi engrossando,
Quebradeira foi geral.
Portugal, Grécia e Espanha,
Federam igual bacalhau.
Até a forte Alemanha,
Metendo a mão nos trocados.
Puxou quem tava afogando,
E quase num sai do atolado.


E aí chega a dentuça,
E num aperto de mão.
Disse lá pros seus Orópa,
Que num se avexasse não.
Porque na tropa que foi,
Tinha uma cara competente.
Margarina e não manteiga,
Ministro das conta da gente.


Acontece que deu merda,
No negócio do pré-sal.
E quem fez a confusão,
Foi o amigo Cabral.
Dona deelma então deu ordem,
Pro margarina voltar,
Conversar com seu Wally,
E a bronca aquietar.


No encontro da muié,
Com o parlamento europeu.
Disse um monte de besteira,
Prometeu igual tadeu.
Disse pro seu Van Rompuy.
Em alto e bom português.
Que o aperto nessas contas,
Não vai ajudar vocês.


Tem que fazer é gastança,
Mandar usar o cartão.
Mandar os banco dar grana,
Prá tudo quanto é de irmão.
Problema fiscal não tem,
E agiliza a economia.
Esquece problema de conta,
Toca axé lá da Bahia.


Ficar apertando o cinto,
Não tem menor cabimento.
Assim falou a gorducha,
Pro chefe do parlamento.
Tem é gastar a grana,
Com coisa mais social.
Parar de tocar valsinha,
E cair no carnaval.



O belga de cara feia,
Arribou-se nas tamanca.
Só faltou dizer prá dona,
Vá se embora e já te manca.
Aqui se toca direito,
A coisa dessa cidade.
E nóis faz economia,
Com muita austeridade.


A senhora tá pensando,
Que essa poha é bandalheira.
São 17 países,
Cada qual com uma bandeira.
Não se pode ir chegando,
Na casa de cada um.
Sair o dinheiro gastando,
E amanhã não ter nenhum.

A ponto de se dizer,
No jornal Financial Times.
Que era pura hipocrisia,
Que aqui se fala demais.
Pois quem fala em garantir,
Combate à proteção.
Não pode aumentar imposto,
Prá carro importado não.


Adispois desse vexame,
Que a muié nos fez passar.
Só restava prá gorducha,
Sua terra visitar.
Se bem que em tal de terra,
A bichinha é versada.
Nasceu nas Minas Gerais,
No Rio Grande foi criada.


Pegou seu aeroplano,
E se mandou prá Sofia.
Inventaram uns parentes,
Primo, tio, cunhado e tia.
Arranjaram uma medalha,
Grande condecoração.
Presidente Parvanov,
Foi prá lá beijar-lhe a mão.
E o ministro Borisov,
Estendeu um tapetão.



Bem no meio da conversa,

Se falou de parceria.

Quando o assunto foi grana,

Começou a put*ria.

Porque no tema tratado,

Num tem besta lá nem cá.

E da taxa de sucesso,

Ninguém pôde conversar.

Grábovo terra do papai,
Grande festa se formou.
Acenderam muitas velas,
Muito canto se cantou.
O que vou postar agora,
É difícil de rimar.
България se diz Bulgária,
Bâlgariya também é lá.


A parte que aqui se segue,
Transcrevo do tradutor.
Nem se é coisa certa,
E se a rima confirmou.
Depois escrevo em seguida,
Qual era minha intenção,
Escrevendo agora em búlgaro,
Prá causar a sensação.


Исках да направя една рима
Красива и правдив
Да ви кажа presidANTA
Но да останат заедно
Писане на езика си,
Това е мисия по-трудно.
Ако тези неща не е правилно,
Тя си заслужава жертвата.


Queria fazer uma rima
Bonita e aprumada
Prá falar da presidANTA
Mas que ficasse gozada
Escrever na língua dela,
É missão da mais difícil.
Se essa porra não tá certo,
Já valeu o sacrifício.



Mas prá nao perder o embalo,
Na hora da saideira,
Numa última entrevista,
A muié chutou cadeira.
Botaram uma tradutora,
Prá atender televisão.
E a dona não esperava,
Acabar a frase não.



Foi só isso que bastou,
Prá bicha rodar baiana.
Fuzilando com o olhar,
A pobre da contarrânea.
Taxistas tavam lá,
E acharam um horror.
Imagine se eles vissem,
Avuar grampeador.

Agora são 20 horas,
Notícia não mais surgiu.
Não sei se ela já foi,
Prá Turquia ou pro Brasil.
A imprensa se calou,
Da SECOM nada se ouviu.
Vou encerrar o cordel,
E vá prá potaquepareo.

Notas do Autor: 1)A rima de Sófia por Sofia foi forçada, reconheço. Rs Rs Rs 2)Os trechos em azul, pretensamente são escritos em búlgaro e português. espero que isso não cause nenhum incidente diplomático.

3 comentários:

opcao_zili disse...

É cacique, nosso carma é passar vergonha alheia. E votaram nisso aí.

Marcia Neiva disse...

kkkkkk! Adorável! Vc está cada vez melhor, cacique! Pôs um riso na minha car que vai durar todo o dia! Como fazemos pra mandar pra GovernANTA?

marciagrega disse...

kkkkkkkk Haja inspiração heim!???