
O bendito programa ainda espera liberação dos recursos no Congresso, mas isso é mole para o rolo compressor.
Com a ação espera-se que se localize e cadastre quem ganha até R$ 70 - critério do governo para definir quem é miserável - uma das maiores dificuldades para conseguir tirar 16,2 milhões de pessoas da extrema pobreza até 2014, a nova meta social corruptiva de mentes da gestão de dona deelma.
No Sudeste, o problema é mais grave do que em outras regiões: aproximadamente 20% dos potenciais beneficiários estão fora do chamado Cadastro Único (a sigla seria CU?), que permite acesso a programas como o Bolsa Família.
Nessa ação, o Ministério do Desenvolvimento(???) Social saberá quem é inscrito nas empresas como de baixa renda e vice-versa, podendo as companhias usar as informações sobre renda para a tarifa social, que dá desconto na conta de luz.
O ministério negocia um acordo parecido com as empresas de saneamento.
Como não existe refeição grátis, os "pobres assalariados" podem incluir mais essa conta na sua lista de tributos. E sem direito a bolsa nenhuma.
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