
Buscando justificar o absurdo, Dr. João alega na portaria, que o Bradesco tem interesse em conciliar os processos onde figura como autor e réu. Ocorre que, em 99,9% dos processos, o Bradesco figura como autor, promovendo a busca e apreensão de veículos e outros bens que foram financiados e não pagos pelos devedores.
Enquanto isso, milhares de processos que se arrastam por anos a fio no Fórum Henoch Reis, vão ter que esperar pelo privilégio concedido ao Bradesco.
Todas as audiências que estavam marcadas para o período, envolvendo as pessoas comuns, os mortais, serão remarcadas, possivelmente para o ano que vem, face à agenda das cortes.
Prá constar, o Bradesco é também responsável por grande parte da movimentação financeira do Tribunal de Justiça, através de suas agências e postos credenciados instalados nos prédios da justiça Manaó.
Os advogados da taba estão em polvorosa, pois só poderão recorrer a Bento XVI já que çua inçelença desembargatorial resolveu transformar o tribunal em escritório de cobrança do Bradesco.
Fica a pergunta: Cadê o CNJ?
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