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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Ô Povo Prá Gostar de Sair No Cordel. Agora é Pimentel

Nem bem o grandão abatido a tiros apeou-se do cargo, e já vem outro querendo furar a fila. O da vez deveria ser o Negromonte, mas o atrevido do Fernando Pimentel resolveu atravessar o samba. Tá bom meu caro...Vou colocar você no cordel dessa semana.
Nando Cordel o poeta pernambucano que me perdoe o uso indevido de seu nome, é indicação pessoal da governANTA, amigo e orientador que foi dela o chegar no PT e desde domingo vem me implorando uma rima com a estória de ter faturado 2 milhetas em consultoria, seguindo o exemplo de Toinho.
Na versão de Nando, é mentira que a remuneração viria sabe lá Deus de onde e que Não se configurava tráfico de influência. Já na noite de domingo, enquanto estepaíz se concentrava na festa do curintcha, deelma mandou Pimentel dar uma "explicação" para o caso e Nando disse que trabalhou dentro da lei, prestou os serviços, tirou notas fiscais e recolheu os impostos. Claro que não apresentou poha nenhuma de documento.
Os repórteres "inxiridos" não se convenceram e já mostraram mais detalhes das "consultorias". Soube-se que 400 mil contos, foram pagos em duas parcelas por uma tal de QA Consulting Ltda, uma empresa de informática pequeninha, registrada na Junta Comercial mineira como “microempresa”.
Pelas leis brasileiras, enquadram-se nessa categoria as firmas que faturam até R$ 360 mil por ano. Então como poderia ter pago os R$ 400 mil pagos a Pimentel?
Além disso, os sócios da QA são Alexandre Allan e Gustavo Prado, este último filho de Otílio Prado, sócio minoritário de Pimentel na P-21, a firma de consultoria dele.
Verificou-se que, dois dias antes de efetuar o primeiro pagamento a Pimentel (R$ 200 mil), a QA recebera R$ 230 mil de outra empresa, a HAP Engenharia, por conta de serviços de "infraestrutura para soluções de rede."
Por sí só o chuncho fica bem pertinho do ministro, mas ainda tem mais. A construtora HAP é ré junto com o sinistro na 4a Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público, na qual se acusa a construtora de superfaturar obra da prefeitura de Belo Horizonte na época em que Pimentel era o prefeito.
O superfaturamento é de apenas R$ 9,1 milhões, e ocorreu durante a campanha de Pimentel à reeleição. O glorioso Pimenta, diz que falar de caixa dois, superfaturamento e tráfico de influência é apenas “ilação”.
Parece que Traíra Neves desta vez vai se mexer porque o lance é no quintal dele, mesmo sendo amigo de Pimentel. Fala-se que o PSDB irá apresentar de um requerimento para que Pimentel compareça à Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara para prestar esclarecimentos.
Vamos aguardar...Mas do cordel Nando não escapa.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Delúbio Reafirma Que Não Houve Mensalão. Ah Tá...

Com informações da Folha de São Paulo
O glorioso Delúbio Soares não baixa a bola. Também com os exemplos que tem e a certeza de que neçepaíz a impunidade é a regra, pode e deve se achar nesse direito.

Com autoridade em temas dessa natureza, esteve fazendo palestra no Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Pernambuco, e babou no microfone prá dizer que o mensalão não existiu e que os R$ 55 milhões captados foram distribuídos a políticos do PT e partidos aliados para pagar dívidas de campanha, sob aquele lindo título de verbas não contabilizadas.
É claro que rosnou que não se arrepende de nada do que fez e afirmou que não vai deixar de fazer política, seja qual for a decisão do STF. Disse também que era tudo falácia da imprensa pois ninguém enriqueceu e o ocorrido foi um "processo político".
"Delúbio Soares não enriqueceu, os parentes de Delúbio Soares não enriqueceram. Meus pais continuam vivendo da mesma maneira que viviam antes. E não conheço nenhuma pessoa que pegou esses recursos e botou no bolso", disse. "Isso eu falo com tranquilidade. Não teve enriquecimento com ninguém, foi um processo da política."
Na coroação da cara de pau, Dedé distribuiu uma cartilha com 77 páginas intitulada "A defesa de Delúbio Soares no STF" e um CD para a navegação automática no site e twitter do petista. Que lindo né?
Mas a criatura não estava sozinha. Do ladinho estava o coroado advogado do partido Luiz Eduardo Greenhalgh, a maior taxa de sucesso a se verificar no direito brasileiro, por conta das "premiações" das indenizações aos "torturados" sob o governo militar. Acahndo pouco as afirmativas de Dedé, Greenhalgh defendeu o adiamento do julgamento, que deverá ocorrer no próximo ano. "Seria mais conveniente que o processo fosse julgado em ano não eleitoral, para que haja distanciamento das paixões políticas", afirmando que anda junto com Dedé país afora para que divulgue no país sua versão sobre o mensalão, porque considera sua única chance "escancarar o processo". "O STF é isento, mas a opinião pública já está formada antecipadamente", disse.
Segundo ele, mostrar o processo servirá para formar o que chamou de "massa crítica", e levantar as chances de "consertar o impacto de um julgamento antecipado".

O processo do mensalão tem cerca de 500 mil páginas em 400 volumes e quem entende do tema estima que o julgamento consumirá mais de 30 dias para ser concluído.

Delúbio é apontado pelo Ministério Público como o operador do esquema, denunciado pela Folha em 2005. Se condenado, pode pegar até 111 anos de prisão pelos supostos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Isso sem falar nos outros 40 ladrões e no chefe da quadrilha, nas palavras do Procurador Geral da Nação.

Vamos lá Barbozão...Estamos aguardando.

Completando o Aparelhamento da Corte Suprema

Hoje foi realizada a sabatina da indicada para completar a corte e ocupar a 11ª cadeira do STF, Rosa Maria Weber Candiota, escolhida pela presidente Dilma Rousseff, ela será a terceira mulher da história a se tornar ministra do STF, ocupando a vaga deixada por Ellen Gracie, que decidiu se aposentar em agosto deste ano. Dra. Rosa é juíza trabalhista de carreira e estavano TST por indicação do nove dedos

Após a sabatina da CCJ, seu nome será apresentado ao penário do senado, o que apenas se complementa o processo.

Onde li hoje, se diz que ela argumentou com a Martóxica e Luiz Henrique que a Corte não está interferindo nos trabalhos do Congresso. Na avaliação da Dra. Rosa, o STF tem procurado assegurar direitos em matérias que ainda não foram votadas pelos parlamentares, como a regulamentação da greve do funcionalismo, uma vez que como essa lei ainda não foi votada pelo Congresso, o STF decidiu que os funcionários públicos terão de seguir as mesmas regras para greve do setor privado.
Segundo ela, "O STF não está adotando procedimentos que configurem invasão legislativa", disse. Ela destacou que a Corte tem agido com "parcimônia" ao decidir sobre temas ainda não regulados por lei, como no caso do reconhecimento de direitos civis em uniões homoafetivas.
"O Judiciário só age provocado e quem tem provocado muito é o Ministério Público, que leva temas candentes que não têm logrado definição maior no seio do Parlamento", afirmou.
Apenas nos casos em que há omissão legislativa injustificada, Rosa acredita que o Poder Judiciário não tem como fugir a esse enfrentamento.
Rosa sempre atuou na área trabalhista e será a primeira vez que ela atuará com outros temas.
A posse da nova integrante do STF está sendo aguardada com ansiedade para a conclusão de votações importantes no tribunal, como por exemplo a que estabelece a validade da Lei da Ficha Limpa para as eleições municipais de 2012.

Basta que esperemos o primeiro voto da dra. Rosa prá saber a que ela veio: votar pelas questões do Brasil ou do PT.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Olho Vivo: Tracajá Sobe Em Árvore

Quando eu digo que aqui em cima as coisas são diferentes do resto do Brasil, nêgo acha que é invenção minha. Vez em quando posto alguma peculiaridade prá mostrar que estou certo.

Voz comum em Terra Brasilis é "jabuti não sobe em árvore". Aqui sobe. Veja os primos deles, os tracajás soberbamente arranchados num tronco sobre o igapó. E mesmo com inclinações maiores é possível vê-los em galhos superiores. Já cansei de ver e NÃO dividem de mim.
Mas tem coisas que não mudam...
A Companhia de Gás do Amazonas - CIGÁS, empresa de economia mista com participação de 51% das ações ordinárias (que lhe conferem poder de decisão) e 17% das ações preferenciais (poder financeiro) do governo do estado; está querendo vender as ações do poder público para sustentar os projetos de desenvolvimento e ampliação de serviços. Pergunta este ignóbil silvícola: CUMA?
Primeiro que para que isto ocorra, é necessário que a Assembléia Legislativa aprove o projeto de lei, encaminhado pelo governo no final de novembro. Tá, vai que é mole pois o governador tem um rolo compressor igual ao da governANTA; tanto que o diretor-presidente da Cigás, Lino Chíxaro (não por acaso, ex-deputado), já dá como certo o cronograma de que o projeto de lei seja aprovado na ALE ainda este ano, e que no início de 2012 seja aberto o processo licitatório para contratação de um consórcio que abrangerá empresas das áreas financeira, jurídica e de engenharia, para estudar a melhor maneira de viabilizar a comercialização das ações da empresa pertencentes ao Estado.
Nesse tal estudo, será definida a modelagem ideal para a comercialização das ações do Estado e seu valor de venda.
É aí que aparecem os cumpanhêrus tracajás.
A empresa, grupo ou ainda consórcio que assumir a parte do Estado na Cigás, deverá apresentar planos de metas e de investimentos, tendo como horizonte uma concessão de 30 anos.
Não obstante (putz, eu adoro esse termo...), mesmo sabendo que o governo não tinha interesse e nem capital para continuar investindo numa empresa tão rentável (fala-se de R$ 45 milhões de superavit por ano), a empresa, diga-se o estado, investiu uma grana preta (talvez ficasse melhor dizer JAMBO, a cor de nosso povo) para implantar a enorme e estratégica rede para atender o mercado cativo das termelétricas, dispostas já em pontos-chave da cidade, além de expandir a rede de gás na avenida Torquato Tapajós (uma espinha dorsal, eu diria) para viabilizar a distribuição de gás veicular, metas de 2012, basta ver o mapinha esquemático a seguir.
Nessa brincadeira de futurismo já BEM estruturado, estima-se oferecer ao bobo do comprador uma possíbilidade de, até 2020, pelo menos quadruplicar aquele lucro que falei.
Somente pelo gasoduto atual da Petrobras entre o parque de exploração de óleo e gás da cidade de Coari até Manaus, a companhia tem capacidade para oferecer mais de 5 milhões de metros cúbicos/dia, porém, são utilizados pelas termelétricas apenas 2.246.105 metros cúbicos. Mercado cativo, estruturado e de enorme potencial, portanto. E a Petrobras já tem planos de duplicar sua instalação, além de uma outra empresa privada que já trabalha na região.
É ou não é o caso de dar curso até de alpinismo para os tracajás?

Cordelista Visitante 5: De Athenas Et Brasília



Pergunto-me todos os dias
O que é Democracia?
O que decantavam os gregos?
Ou esta brasileira anarquia?
Para eles uma busca séria
E aqui? Sei lá? Sei cá?
Tudo que é sério lá fora
Brasil só faz avacalhar

Para que nos situemos
Voltemos ao início da fala
Quando sentados na praça
Vestidos em trajes de gala
Discutiam causas novas
E causas velhas do povo
E no consenso: o melhor
Incansavam-se na busca do novo

Chamavam a isso, partidos
Correntes de opinião
Do povo e pelo povo movidos
Na busca da solução
Na nova convivência urbana
A melhor regra formal
E de um poder bem exercido
Gerando o bem estar geral

Buscavam ainda a justiça
Entre todos os cidadãos
Sem haver hierarquia
Por posses ou posições
Que a lei reinasse plena
Para todos os “iguais”
E a Justiça distribuída
Como a chuva que cai

Seu representante um líder
Entre “os iguais” escolhido
Sendo deles porta voz
No fórum estabelecido
Ele era a voz de todos
E assim lhe cabia falar
Era esse o seu mandato:
O “grupo” bem representar

Esse era o único privilégio
Cabido a um deputado
Alguém pelo povo investido
Na força de um delegado
Do grupo ser voz sonante
Mais que um privilégio: missão
Trabalho de abnegado
Para o bem estar da nação

Tempos de filosofia
De busca e construção
Em que o homem tentava
Diferenciar-se na criação
Mas por ser imperfeito
Em tudo que é sua cria
A poucos o bem era feito
Muita escravidão existia

Passados mais 2 mil anos
Que progresso alcançamos?
E nestes tempos difíceis
No que nos diferenciamos?
Ainda a justiça é prá poucos
Muitos ainda desiguais
A maioria ainda de escravos
Que Justiça terão jamais

Numa coisa inovamos
Partido aqui é “conchavo”
“Porão” de interesses mesquinhos
Por “causa” roubar o Estado
Povo que é bom, nem cheiro
Pleitos? Nem os de um mosquito
A eles sempre o bom do gelado
E ao povo sempre o duro palito

Que causas representam?
Que interesse popular?
Nascem como filhos aos ratos
E a raça só faz aumentar
Tocas hoje são gabinetes
Suas trilhas o Corredor
Sob os bigodes do Presidente
“Riba o Imortal Roedor”

Roem o nosso trabalho
Roem a nossa esperança
Roem os direitos de todos
Jovens, velhos e crianças
Quem pariu aos Partidos
São aqueles que voto não tem
Elegem-se contando migalhas
De alianças que lhes convém

São células cancerosas
Em Metástase Nacional
Dividem-se pelas mudanças
Mas só fazem ampliar o mal
Ontem apoiavam um Governo
Que hoje é Oposição
Morto e enterrado o defunto
Continuam na Situação

Barganham apoios e votos
Esses “mercadores do Templo”
Falta-lhes o “chicote do Justo”
Falta-lhes da punição o exemplo
Mantém reféns aos Governos
Sobrevivendo na espúria aliança
Eternos “ratos impunes”
Mercadores de esperança

A Escola de Vôo do Osama
Teria aqui justa missão
Em cada Torre do Congresso
Espetar um grande avião
Ou quem sabe então da FAB
Um bombardeio da esquadrilha
Ou, quiças a tropa do Exército
Coturnar na bunda, a quadrilha.

Sou democrata de fé
Não mudo minha convicção
Mas prá mudar tudo isso
Só mesmo apontando canhão
De que serve desse jeito
Viver-se sob Democracia ?
A gente de cabeça baixa
E eles livres na p*taria

Watch out, Deputado
Suportar mais, não permite
Watch out, Senador
Paciência de Jó no limite
Reaja, Povinho de Merda
Demais é a humilhação
Ou se bota essa turma de 4
Ou sempre, nós de 4 no chão.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Mercado Adolpho Lisboa: Um Monumento Mundial


Minha taba guarda obras dignas de admiração mundial. No apogeu do Ciclo da Borracha, muito dinheiro circulava, E ERA APLICADO na terra. Os barões da borracha, nativos ou não, faziam questão disso.

Além do majestoso Teatro Amazonas, ícone da cidade, o prédio da alfândega, a agência central dos Correios, casas e palecetes; foram heranças deixadas daqueles tempos áureos.

Até o cabaré Chinelo, espaço dos mais frequentados na época; sobrevive, ainda que meio em ruínas.
Um desses monumentos é o Mercado Municipal Adolpho Lisboa.

O coronel Adolpho Guilherme de Miranda Lisboa, nascido baiano e migrante para plagas amazônica aos 5 anos de idade, filho de pai também militar, foi o alcaide que teve o governo mais duradouro na prefeitura, e reputa-se a ele inúmeras obras de urbanismo, embelezamento e ampliação ordenada, ainda presentes na Cidade. Sua administração foi a amplificação do arrojo urbanístico empreendido principalmente por Eduardo Ribeiro, governador entre 1892 e 1896.

O Mercado Municipal de Manaus que leva seu nome teve sua construção iniciada em 1880, pela firma "Bakus & Brisbin", com pavilhões montados em estrutura de ferro fundido, pela firma "Francisc Norton, Engineers, Liverpool", como a maioria das empresas que aqui atuavam, função da exploração dos seringais e posterior roubo de sementes para a Malásia pelos queridos ingleses, acabando com a fonte de receita e trabalho na região.

A inauguração do edifício principal se deu em 1883. Trata-se de um galpão de aproximadamente 45 metros de comprimento e 42 de largura, sustentado por 28 colunas, sendo os parapeitos onde estas se apoiam, e as duas salas laterais, em alvenaria de pedra e tijolo. Seu calçamento é de laje de cantaria, de forma retangular, e sua rua central é calçada em paralelepípedos. As salas laterais possuem vinte "boxes", separados entre si, por grades de ferro, possuindo, cada um, balcões de madeira, com tampo em mármore. Em 1890 foram construídos dois outros pavilhões (galpões) laterais de igual tamanho, também com estrutura de ferro e cobertura de zinco.
Os "novos" pavilhões possuem 360 m² de área útil. Sua estrutura é formada por beirais abertos, encimados por arcos de ferro, os quais são sustentados por colunas, também em ferro. Nas duas fachadas principais, fechando os arcos, há gradis de ferro com ornatos decorados, acompanhados por vidros coloridos. Por volta de 1908, foi construído o pavilhão posterior para a comercialização, na época, de tartarugas, o qual possuía iluminação a querosene. Tal pavilhão teve a estrutura em ferro construída pela companhia "Walter Macfarlane, Glasgow". Seu formato difere dos outros, sendo este totalmente fechado, possuindo cobertura em quatro águas e feita com chapas onduladas. A construção possui venezianas em todo o seu contorno, tendo oito entradas de acesso (uma em cada fachada principal, e três em cada lateral).
A construção também possui frontões formados por gradis ornados em ferro, e vidros coloridos. Ladeando esse pavilhão existem dois menores, de forma octogonal, possuindo também venezianas laterais em seu contorno e janelas em vidro (acima das venzianas). As janelas são encimadas por gradis de ferro decorados por motivos florais.
A obra de restauro do mercado já dura mais de cinco anos. e foi objeto de intensa disputa entre a prefeitura e o IPHAN, por questões de "autenticidade de componentes" e seus restauros, estando em fase final de conclusão. As obras similares anteriores foram feitas sem os devidos cuidados e desfiguraram o patrimônio hstórico e cultural, sendo retornado agora às suas condições originais.
A preocupação atual é o modelo de gestão que será adotado para o Adolpho Lisboa, posto que é um dos pontos turísticos de Manaus. Por exemplo, como será a supervisão e responsabilidades de seus 185 permissionários atuais?

A obra de restauro conta com investimentos de R$ 14 milhões do Governo Federal e da Prefeitura de Manaus, cabendo o destaque que é um dos mais importantes exemplares da arquitetura de ferro e que não tem similar em todo mundo, sendo por isso tombado em 1º de julho de 1987 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Vindo a Manaus, não deixe de visitá-lo. Ah...Aproveite e como por lá um jaraqui frito com baião de dois, um dos melhores da cidade, pois usam peixes recém-recebidos no porto, com farinha do Uarini e refrescado por um dos guaranás regionais. Vez em quando faço isso.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Lobão: Inauguração Sem Energia

Ontem o afilhado do Riba Sarnei e ocupante atual de seu assento na capitania do ministério de Minas e Energia, Edison Lobão esteve nesta taba para a inauguração da subestação Jorge Augusto de Souza Baird, no Distrito Industrial, zona Sul de Manaus.
Seu Jorge foi, por 12 anos, presidente da Companhia de Eletricidade de Manaus, o primeiro e único emprego deste cacique, e era reputada como a terceira melhor empresa de distribuição de energia do Brasil, atrás das gigantes CEMIG/MG e COPEL/PR, antes de ser absorvida pela ELETRONORTE e depois sair mudando de nome para Manaus Energia e Amazonas Energia. Tive a honra de estar entre os que se chamava de "engenheiros do presidente", aqueles a quem eram confiadas as missões de Seu Jorge. Uma justa e merecida homenagem a este competente profissional.


Presentes também o presidente das empresas distribuidoras da Eletrobras (além do AM, também tem AP, AC, RO, RR, PI e SE) Marcos Aurélio Madureira, o governador Omar Aziz, o senador Eduardo Braga e outras otoridades, o cabelo de asas de graúna ressaltou que fez questão de vir a Manaus participar da inauguração da subestação porque foi uma recomendação da governANTA que enfatizou a preocupação com o atendimento ao Estado do Amazonas. Que lindo né ????


“Estamos inaugurando sete e não apenas essa subestação. Ano que vem serão mais 12, além de várias outras obras que a Eletrobras Amazonas Energia estará realizando, disse Lobão.


Mentira. Afinal sete é número de mentiroso. Não foram construídas sete subestações, mas feitas obras em sete, algumas existentes e bem antigas. também não serão ianuguradas 12 ano que vem nem fu***do. Não dá tempo prá isso. Talvez prá 2013 ou 2014.


Uma coisa prá se anotar pelo país afora é quendo ele diz que “Nenhum Estado do Brasil recebe tanto investimento quanto o Amazonas, e o que está sendo feito aqui não é feito em nenhum outro Estado do Brasil com essa velocidade. Em 2008 foram R$ 200 milhões, em 2009 R$ 360 milhões, em 2010 foram R$ 500, em 2011 são mais de R$ 700 milhões e em 2012 será R$ 1 bilhão”. Cobrem dele brasileiros, essa bacabaquice prá justificar a votação que deelma teve aqui é só no papel.


Deixa conosco cobrar a parte que ele diz que "vale ressaltar que o Amazonas não tem problemas de energia por falta de geração desde abril de 2010. O que existe são interrupções programadas para substituição de equipamentos e problemas na rede causados por conta dos “gatos” (ligações clandestinas)”.


Isso se chama incompetência. Estima-se hoje que esteja em torno de 45 a 50% as perdas comerciais da empresa. Vou destacar: de tudo o que se produz, 45 a 50% não são cobrados. E não são apenas ligações clandestinas seu Lobão, são fraudes e furtos não identificados e em grandes consumidores. Falta cérebro e comando prá isso.
Por exemplo, enquanto o magro estava fazendo festa na zona leste da cidade, aqui em casa na zona oeste estávamos sem energia por 4 longas horas. Com todo esse tempo sem energia, os sistemas de internet esgotaram suas reservas em No Break e a navegação só retornou lá pela 9 da noite.


Agorinha, enquanto escrevia este post, faltou de novo, o que vem sendo uma constante na região. Não fosse meu saudável hábito de ficar salvando tudo a cada instante, teria perdido este texto.


O sistema está mal planejado e concebido, uma vergonha para a boa engenharia. Tempos melhores virão.

Times Grandes X Timecos


Sem Palavras

Primeira Eucaristia de Meus Pequenos

Hoje será a Primeira Eucaristia de meu curumim e minha cunhatã.

Para nós católicos, a Primeira comunhão é uma celebração solene, emocionante e sacramental em que os membros participantes recebem pela primeira vez o Corpo e Sangue do auto-imolado Nosso Senhor Jesus Cristo sob a forma de pão e vinho, passando a poder renovar sua Fé a cada uma das celebrações centrais da Igreja.
A preparação para Primeira Comunhão envolve a absorção e compreesão dos princípios e conhecimentos fundamentais da Igreja, nomeadamente os 10 Mandamentos, os mandamentos da Madre Igreja, as principais orações, os 7 sacramentos, os princípios de vida do cristão, etc. Para se realizar este rito religioso é necessário que o catequizando faça a confissão dos pecados particularmente com o sacerdote, o que irá se repetir sempre que, o já catequizado, peque gravemente, para assim tornar a receber a Sagrada Eucaristia.
Mais tarde colocarei algumas fotos do evento, para a eternização desse momento tão importante em nossas vidas.

Conforme prometido, aqui estão algumas fotos dos lindos...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Cordelando 41: Lupi Sai ou Não sai?

Eu não gosto de falar,
Daquele que já versei.
Tanta gente esperando,
Prá no cordel ser o rei.
Mas o Lupi não me deixa,
Seguir a minha intenção.
E com auxilio da deelma,
Vira de novo a canção.

Já há porrada de dias,
Que a confusão começou.
Denunciaram o ministro,
Que os sindicatos criou.
Roubo tem de todo jeito,
Com as ONGs de montão.
Sem falar na caroninha,
Que pegou no avião.

Uma coisa que chocou
Nesse dia mais recente.
Foi o jornal descobrir,
Lupi ser onipresente.
Tinha emprego na corte,
De assessor de deputado.
E no Rio de Janeiro,
Dum vereador safado.

Néga aqui, revolta ali,
Fica puto o grandão.
Teve a história da bala,
E do amor declaração.
Dois empregos diferentes,
Em cidades tão distantes,
Que nem com o aeroplano,
Estaria o meliante.

Num país que fosse sério,
Que se pune o ladrão.
Não se via nem conversa,
Direto pro camburão.
Mas nesse Brasil petralha,
Onde tudo tem jeitão.
A governANTA mandada,
Desrespeita a comissão.

Comissão que, de passagem,
Ela mesma nomeou.
E que em casos passados,
Nunca bandido julgou.
Achando sempre virtudes,
No todo que lá passou,
E que no caso do Lupi,
Nem as frases acatou.

Eita poha, já disseram,
Dessa vez lascou-se tudo.
Se a comissão rejeita,
O que vai ser do bocudo.
Esperança vã e falha,
Passou no peito do povo.
Mas rápida que uma navalha,
A mulher voou de novo.

Foi bater lá em Caracas,
Do Chavico inchadão.
Passando em cima da taba,
Muntada no vassourão.
Fazer o que não se sabe,
Não tem nada a resolver.
Mas precisando de álibi,
Lá mesmo que foi bater.

Imaginem que ainda tem,
Quem defenda o disgramado.
Bota culpa na imprensa,
Perseguindo lado a lado.
Paulinho jura que não sabe,
Nada que a conduta abale.
O presidente tão cego,
Não gosta nem que se fale.

Com tanto sai ou não sai,
Desse ministro safado.
Igual a todos os cinco,
Que já foram espanados.
No meio desse furdunço,
Eu pergunto inocente.
Se a moral da comissão,
Nem ao Sepúlveda pertence?