Nem bem o grandão abatido a tiros apeou-se do cargo, e já vem outro querendo furar a fila. O da vez deveria ser o Negromonte, mas o atrevido do Fernando Pimentel resolveu atravessar o samba. Tá bom meu caro...Vou colocar você no cordel dessa semana.Nando Cordel o poeta pernambucano que me perdoe o uso indevido de seu nome, é indicação pessoal da governANTA, amigo e orientador que foi dela o chegar no PT e desde domingo vem me implorando uma rima com a estória de ter faturado 2 milhetas em consultoria, seguindo o exemplo de Toinho.
Na versão de Nando, é mentira que a remuneração viria sabe lá Deus de onde e que Não se configurava tráfico de influência. Já na noite de domingo, enquanto estepaíz se concentrava na festa do curintcha, deelma mandou Pimentel dar uma "explicação" para o caso e Nando disse que trabalhou dentro da lei, prestou os serviços, tirou notas fiscais e recolheu os impostos. Claro que não apresentou poha nenhuma de documento.
Os repórteres "inxiridos" não se convenceram e já mostraram mais detalhes das "consultorias". Soube-se que 400 mil contos, foram pagos em duas parcelas por uma tal de QA Consulting Ltda, uma empresa de informática pequeninha, registrada na Junta Comercial mineira como “microempresa”.
Pelas leis brasileiras, enquadram-se nessa categoria as firmas que faturam até R$ 360 mil por ano. Então como poderia ter pago os R$ 400 mil pagos a Pimentel?
Além disso, os sócios da QA são Alexandre Allan e Gustavo Prado, este último filho de Otílio Prado, sócio minoritário de Pimentel na P-21, a firma de consultoria dele.
Verificou-se que, dois dias antes de efetuar o primeiro pagamento a Pimentel (R$ 200 mil), a QA recebera R$ 230 mil de outra empresa, a HAP Engenharia, por conta de serviços de "infraestrutura para soluções de rede."
Por sí só o chuncho fica bem pertinho do ministro, mas ainda tem mais. A construtora HAP é ré junto com o sinistro na 4a Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público, na qual se acusa a construtora de superfaturar obra da prefeitura de Belo Horizonte na época em que Pimentel era o prefeito.
O superfaturamento é de apenas R$ 9,1 milhões, e ocorreu durante a campanha de Pimentel à reeleição. O glorioso Pimenta, diz que falar de caixa dois, superfaturamento e tráfico de influência é apenas “ilação”.
Parece que Traíra Neves desta vez vai se mexer porque o lance é no quintal dele, mesmo sendo amigo de Pimentel. Fala-se que o PSDB irá apresentar de um requerimento para que Pimentel compareça à Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara para prestar esclarecimentos.
Vamos aguardar...Mas do cordel Nando não escapa.


Quando eu digo que aqui em cima as coisas são diferentes do resto do Brasil, nêgo acha que é invenção minha. Vez em quando posto alguma peculiaridade prá mostrar que estou certo.


Os "novos" pavilhões possuem 360 m² de área útil. Sua estrutura é formada por beirais abertos, encimados por arcos de ferro, os quais são sustentados por colunas, também em ferro. Nas duas fachadas principais, fechando os arcos, há gradis de ferro com ornatos decorados, acompanhados por vidros coloridos. Por volta de 1908, foi construído o pavilhão posterior para a comercialização, na época, de tartarugas, o qual possuía iluminação a querosene. Tal pavilhão teve a estrutura em ferro construída pela companhia "Walter Macfarlane, Glasgow". Seu formato difere dos outros, sendo este totalmente fechado, possuindo cobertura em quatro águas e feita com chapas onduladas. A construção possui venezianas em todo o seu contorno, tendo oito entradas de acesso (uma em cada fachada principal, e três em cada lateral).
A obra de restauro do mercado já dura mais de cinco anos. e foi objeto de intensa disputa entre a prefeitura e o IPHAN, por questões de "autenticidade de componentes" e seus restauros, estando em fase final de conclusão. As obras similares anteriores foram feitas sem os devidos cuidados e desfiguraram o patrimônio hstórico e cultural, sendo retornado agora às suas condições originais.

Hoje será a Primeira Eucaristia de meu curumim e minha cunhatã. 