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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ainda Sobre a PEC 03/2011

Transcrevo Ipsis Litteris carta do Blogueiro Marcos Pontes do Esculacho e Simpatia endereçada aos srs e sras senadores(as) acerca do absurdo que representa a simples menção de se emitir uma emenda tão pernisciosa quanto a a PEC 03/2011.
Por que aos senadores? Porque em número menor e, teoricamente, maior experiência parlamentar e política poderão entender a vergonhosa transgressão constitucional que se está querendo empurrar de goela abaixo.
Diz o ditado que "Porteira Que Passa um Boi, Passa uma Boiada".
Usando a maioria sordidamente conquitada nas duas casas do Congresso, o (des)governo deverá se sentir confortável para fazer outras e mais graves transgressões.
Faça você também um e-mail aos senadores todos. São apenas 81. Faça também para os deputados federais que constam na lista que está no post aí em baixo. Não se cale, não se omita. Nem que sejam poucas palavras, mas diga que você está indignado por isso. Haja por seu próprio bem. Depois pode ser tarde demais e não adianta mais reclamar.
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Excelentíssimo(a) Senhor(a) Senador(a),

Não é com boa surpreso que leio no sítio do Congresso Nacional que foi apresentado um Projeto de Emenda Constitucional, enumerada 3/11, de autoria do deputado federal Nazareno Fonteles, que autoriza o Poder Legislativo mudar decisões do Poder Judiciário. Para um cidadão minimamente informado e politizado como eu, tal medida é frontalmente contrária ao princípio republicano, e solidificado pela Constituição Federal, da independência dos Três Poderes.

O dito deputado baseia seu projeto no argumento de que já é previsto pela Constituição o direito do Legislativo sustar atos abusivos do Poder Executivo. Usa desse argumento para legislar em causa própria, uma vez que vê seu mandato ameaçado por ter o Supremo Tribunal Federal acordado que a suplência pertence ao partido do titular, não da coligação.

Não bastasse isso, a primeira argumentação do deputado também pode ser rebatida usando suas próprias palavras. Cabe ao Legislativo anular atos abusivos do Executivo, o que não parece ser o caso do Judiciário em relação à questão de a quem pertence a suplência.

Num outro ponto o deputado, da base governista, se atrapalha na própria argumentação. Ele cita a Constituição federal mais uma vez quando fala da competência dos três poderes, algo que qualquer adolescente dos tempos da Educação Moral e Cívica e da Ordem Social e Política Brasileira, ensinada nas escolas no tempo em que estudantes eram educados de verdade para serem cidadãos, sabia. "O Legislativo produz as leis, o Judiciário aplica as leis e o Executivo executa projetos” , diz, com razão, o deputado Fonteles. Esquece-se, porém, que nos últimos oito anos o Legislativo deu ao Executivo o poder de produzir leis, cabendo ao Congresso Nacional apenas a função de dar caráter legal às vontades do então presidente da República, prática que promete se repetir na atual legislatura.

O fato de permitir que a presidente decida por decreto – prática altamente condenada pelo partido do deputado e da presidente na época em que era oposição – é ferir os preceitos constitucionais, pois não? Sem querer ofendê-lo(a), caro(a) senador(a), mas sentindo-me ofendido por ver as autoridades descumprirem a lei, acho de muito mau agouro ver os nobilíssimos parlamentares, despreparados em sua maioria para executarem a função de legisladores (e podem me rebater com a argumentação de que foram escolhidos democraticamente pelo voto popular, o que aceitarei, porém não com conformismo), darem de mãos beijadas e lavadas ao chefe do Executivo e seus ministros o poder de criar leis, normas, taxas e o que bem entenderem, diante de seu aceno positivo com a cabeça baixa e joelhos em genuflexão, como fosse ele, o chefe do Executivo, o próprio Deus encarnado.

Não bastasse essa conivência vergonhosa, se o Judiciário interpreta a legislação de maneira contrária à desejada pelos legisladores é porque os textos são mal escritos, deixam brechas para interpretações, manobras e insatisfações.

Fossem os projetos bem elaborados, analisados sob as diversas ópticas, discutidos por especialistas antes de virarem leis, nem os juízes ou um cidadão comum, ou mesmo os próprios parlamentares discutirem sua abrangência, intenções e previsões.

Que há uma necessidade antiga de reforma eleitoral e política, não resta dúvida, mas não deve começar com mudança de leis que ferem o desejo pessoal desse ou aquele cidadão. A Constituição federal mais parece uma colcha de retalhos, se comparada com aquela aprovada há 23 anos e essa retalhação da Carta Magna só se deu por falta de análise isenta de ideologias, no calor do fim da ditadura e sob a sanha reformista de políticos mais ansiosos em tomar o poder do que melhorar a realidade nacional com método e isenção moral e ideológica.

O deputado autor da PEC 3/11 assumiu o cargo porque o titular da vaga se licenciou para assumir uma secretaria de estado. Isso, sim, deveria ser proibido. É uma prática comum, mas enganosa. Se o cidadão candidatou-se a cargo parlamentar e foi eleito, pois que cumpra seu acordo com aqueles que o elegeram. Se seu desejo fosse uma secretaria estadual, que acordasse com o candidato ao executivo para evitar que traísse o desejo de seus eleitores. Por que a proibição de legislador eleito assumir cargo no executivo não entra na reforma política? Simples, e os(as) senhores(as) não podem negar: porque é sua prática legislar para si, não para o país.

O país, porém, falo em nome de milhões de brasileiros bem informados, não pode aceitar calado e de braços cruzados uma reforma constitucional como essa prevista pelo deputado Fonteles. Antes de acusar o Judiciário de invadir a esfera do Legislativo, o nobre deputado e todos os seus pares de ambas as casas legislativas federais deveriam abrir os olhos e proibir que o Executivo faça e desfaça leis a seu bel prazer.

Espero com esse e-mail abrir entre os senhores um debate mais cônscio sobre suas obrigações legais, despertar a consciência daqueles que esqueceram que são vossas excelências nossos, da população, representantes e é para o país inteiro que devem legislar e fiscalizar os atos da presidência da República e não criar leis olhando para seus interesses particulares, os de seus coligados, dos financiadores de campanha, do chefe do Executivo os dês particulares que sejam.

Respeitosamente, subscrevo-me.

Marcos Pontes
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Atrevo-me a dizer que Marcos não ficará nem um pouquinho chateado se você copiar na íntegra a carta dele, colocar uma linha de "==== " abaixo do nome dele e disser "faço minhas as palavras de Marcos".
Não dá nem trabalho de criar o texto.
MANDE O BENDITO E-MAIL.

A Constituição Agora Virou Gibi?

Pronto. Se-lascou-se tudo. Foi só dona deelma tentar enfiar de goela abaixo a quebra dos poderes determinados pela Constituição Federal, que qualquer mané acha que pode fazer a mesma coisa.
O deputado Nazareno Fonteles PT-PI (VIXE, tinha que ser, e eu só me lembrei daquele personagem do Chico Anísio), essa criatura que está aí em cima, está querendo fazer tramitar na Câmara dos Deputados um projeto de emenda constitucional (PEC-03/2011) que garante ao Legislativo o direito de sustar atos normativos do Judiciário.
Para que fique bem claro a que ponto chega a ousadia do PT em querer governar com dotes ditatoriais, transcrevo na ÍNTEGRA o que veicula a Agência Câmara.
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O Objetivo é evitar que o Judiciário altere o entendimento do Congresso Nacional em relação anormas em vigor. Um exemplo é a interpretação sobre a posse de suplentes na Câmara.

A Câmara analisa proposta que garante ao Legislativo o direito de sustar atos normativos do Judiciário que vão além do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa. A medida está prevista na Proposta de Emenda à Constituição 3/11. Hoje, a Constituição já permite que o Congresso suste os atos exorbitantes do poder Executivo. A PEC amplia essa possibilidade também para os atos do Poder Judiciário.

O autor da proposta, deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), explica que a medida está de acordo com outro dispositivo da Constituição, segundo o qual cabe ao Congresso “zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros poderes”. “Como, na prática, o Legislativo poderá cumprir de forma plena esse mandamento constitucional em relação ao Poder Judiciário? No nosso entendimento, há uma lacuna, que esta emenda visa preencher”, argumenta.

Fonteles afirma que o Poder Judiciário está interferindo na área de atuação do Legislativo quando interpreta certas leis. Algumas vezes, segundo ele, acaba criando novas normas ou alterando o entendimento do Congresso Nacional em relação às normas aprovadas por deputados e senadores.

Um exemplo, de acordo com o deputado, é o caso das liminares sobre os suplentes que devem tomar posse na Câmara quando o titular se licencia ou renuncia. Para o Supremo Tribunal Federal, a vaga deve ser ocupada pelo primeiro suplente do mesmo partido do titular. Para a Mesa da Câmara, no entanto, a vaga deve ser preenchida pelo suplente da coligação partidária.

Tramitação
A PEC será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) quanto à sua admissibilidadeExame preliminar feito pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania sobre a constitucionalidade de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). A CCJ examina se a proposta fere uma cláusula pétrea da Constituição, se está redigida de acordo com a técnica correta e não fere princípios orçamentários. Se for aprovada nessa fase, a proposta será encaminhada a uma comissão especial que será criada especificamente para analisá-la. Se for considerada inconstitucional, a proposta será arquivada.. Se aprovada, será analisada por uma comissão especial a ser criada especificamente para esse fim. Depois, seguirá para o plenário, onde será votada em dois turnos.
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Comento de novo:
Quando todos os sensatos desse país falavam que o PT (VIXE) tinha um projeto de poder e não um projeto de governo, os tranquilistas achavam que era terrorismo de direita.
A fala de Jei Dee aos petroleiros na Bahia (ouça abaixo comentário de Lúcia Hipólito na CBN), ficava bem claro como seria o (des)governo deles sob a batuta de deelma.
A custa de cargos, financiamento de ONG's, dinheiro nas cuecas, meias e afins; fará exercer a maioria que tem na Câmara e no Senado, cujos componentes foram eleitos por conta do derrama que se perpetrou no Brasil na campanha de 2010 e que fez gerar um rombo gigantesco nas contas da união que já começa a derrubar tudo que foi construído nas lutas de anos; inflação entre elas, desrespeito à sensacional Lei da Responsabilidade Fiscal; além do sistemático "derrumbe" dos valores morais e éticos.
Aqui começa uma batalha e o assunto não será esgotado.
Fiquem atentos e sigam no twitter a tag #abaixoPEC03.
Muita água ainda vai rolar em baixo da ponte.
Fica o registro prá quem quiser já começar a questionar os srs e sras deputado(a)s sobre isso.

Não reclame. Dance.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Arranjaram Uma Forma de Dar um Avião Pro EX

Transcrevo na íntegra matéria da coluna do Augusto Nunes na VEJA

O colunista Ancelmo Gois informou que a presidente Dilma Rousseff vai oferecer a Lula o posto de embaixador extraordinário do Brasil na África. Se fizesse isso no dia da posse, a afilhada estaria apenas atendendo a um desejo antigo do padrinho. Entre um pedido de desculpas pelos tempos da escravidão e o perdão da dívida de outro caloteiro internacional, Lula vive creditando ao próprio governo o sucesso da aproximação política e econômica entre os dois continentes. Ou vivia: desde o começo da insurreição popular na Líbia, o silêncio do mais loquaz dos governantes é tão estridente quanto o berreiro das multidões rebeladas.

Ressuscitado agora, o convite parece coisa de inimigo. Se virar embaixador extraordinário ainda neste fevereiro, o iluminado que só não amansou o Irã e resolveu a questão palestina porque os EUA não deixaram terá de passar o carnaval pacificando a Líbia. Caso sobreviva, vai consumir a Quaresma em missões semelhantes na Tunísia e no Egito. E corre o risco de jejuar na Semana Santa no Marrocos, onde a confusão começou. Como Lula nunca deixa de visitar velhos amigos, a agenda terá de incluir jantares com meia dúzia de ditadores de estimação. Tudo somado, dificilmente estará de volta antes de maio.

Ou o neurônio desandou de vez ou a criatura decidiu brigar com o criador mais cedo do que se esperava.
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Comento: No meu entendimento estão arranjando um jeito de dar ao EX o avião de que tanto ele tem saudade, inclusive manifestou este sentimento em público. Daí se justifica o afã de comprar o tal vassourão que tratamos AQUI.
Será que essa criatura não quer gastar nem um centavo do monte de pensões que recebe? Quanta serrergonice.
O blog Olho na Mira também tratou do tema. Leiam.

O Chuncho Por Trás da Lei do Mínimo

Concentrados que estávamos todos no trecho da absurda lei que regulamentará os reajustes do salário mínimo no próximos 4 anos através de decretos da Presidente da República, e movimentando a tag #abaixodecreto, que chegou a travar a operação do twitter no Brasil, poucos se alertaram para mais o nefasto contrabando inserido no texto; coisa comum nas centenas de medidas provisórias encaminhadas ao congresso pelo EX.
Trata-se do artigo 6 da lei e que altera as leis 9430/96 e 9249/95 possibilitando a extinção da punibilidade dos crimes definidos na Lei 8.137/90 e na Lei 4.729/65 que tratam-se de crimes de sonegação fiscal.

Trocando em miúdos: Livram-se do processo penal aqueles que requererem parcelamentos ao fisco. Aceito o parcelamento, a Receita (leia-se Nova Receita que envolve a Previdência) fica obrigada a não enviar o processo administrativo à Procuradoria para execução jucicial via penhora, por exemplo.
E se o processo já estiver no Ministério Público, fica “suspensa a pretensão punitiva do Estado referente aos crimes” cometidos, diga-se mesmo que já hajam inquéritos denunciados à Justiça, os crimes vão ser congelados ainda não houver ação penal.

No popular: aquele sonegador de muito má fé vai lá e pede parcelamento; paga uma parcela, congela o processo e some. Nada mais constará juridicamente contra ele.
Hoje, para livrar-se do processo judicial, o sonegador precisa pagar a totalidade do débito, incluindo correção e multas. Nada de parcelamentos. Agora, o safado ganha, no mínimo, tempo e mais caminhos para traquitanas, acrescentando atalhos administrativos ao já complicados atalhos jurídicos.
Com tantas idas e vindas, quando finalmente for cobrar a conta em juízo, o safadão já não terá bens em seu nome e não haverá patrimônio a ser penhorado.

O senador Álvaro Dias chegou a colocar em questão esta tramóia mas foi tratorado junto com as outras emendas contrárias ao (des)governo.
Ponha-se então a bolsa-calote assim instituída na conta de dona deelma.
Pedimos aos leitores da área jurídica que melhor avaliem e nos corrijam via comentários ou e-mail, no que estivermos sendo equivocados e inadequados em nossa interpretação.

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Veja post correlato em Passira News Dilma a Mãe dos Sonegadores

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Truque Bom, Líquido Errado

Queria aprender a fazer com cerveja.

Fica o Registro. Haja Você se Quiser

Abaixo está a lista de como votaram os senadores. Se você acha normal e causa perdida, chore e se lamente. Se não, parabenize ou critique quem merece aplausos ou palmadas. Só não fique quieto. HAJA.

Segundo Ato: Senado Federal

Na quinta feira passada (17/02) publicamos AQUI nossa interpretação das cenas dantescas ocorridas na Câmara Federal quando do atropelamento promovido pelas hordas do governo pra aprovar a ridícula e ilegal regra de determinação do salário mínimo num valor de referência inicial de R$ 545,00 e, a pior parte, definí-lo por decreto nos próximos 4 anos.
Com vantagens não inferiores a 35 votos, o rolo-compressor da trupe alugada aprovou na sequência o valor que queriam, recusou duas emendas de valores superiores e ratificou a proposta do palácio do planalto de governar por decreto.
Repetiram-se em escala proporcional a subserviência e genuflexões, os pronunciamentos patéticos e mal engembrados eivados de agressões à gramática, mudanças de posições históricas de alguns personagens do circo e violações a lei, regras e regimentos; já acontecidas na Câmara Federal.
Da mesma forma restaram algumas brilhantes, destemidas e preparadas participações.
Não pretendo fazer um resumo da sessão senao o pateta passo a sereu, mas cabe citar o embate doa senadores Itamar Franco(MG) e José Sarney(AP), quando o primeiro se colocou em posição de total igualdade representativa na história política do país e fez ver ao prepotente Ribamar que ele é um pulha cheira-calçola que se prestava a transgredir o Regimento Interno da casa para favorecer os governantes. Também coube a Itamar colocar o líder profissional de governo Romero Jucá(RR) numa sinuca de bico ao lhe questionar sobre como seria distribuída a generosa quantia de R$ 545,00 para as despesas básicas de uma família como prevê a Constituição da República.
As defesas da inconstitucionalidade da delegação de poderes concedida para que o poder executivo passe a decretar os valores do SM nos próximos anos feita pelos senadores Demóstenes Torres(GO) e Pedro Taques(MT), juristas experimentados, foi algo de emocionante, elogiável e dignas de registro.
Os senadores do PSOL Randolphe Rodrigues (AP) e Marinor Brito(PA), embora estreantes no senado, fizeram muito boas defesas de suas posições contra o absurdo da delegação de créditos decisórios ao palácio do Planalto.
Uma surpresa desagradável promoveu a senadora Kátia Abreu(TO). Fez um pronunciamento desancano o EX e desmistificando a posição de deus que vem tentanto vender ao mundo juto com seus asseclas, mostrando seus desmando e desatinos por todos os 8 anos de seu (des)governo e ao final defendeu dona deelma e disse que ela assumia uma herança maldita e votou como abstenção pela aprovação do valor pretendido pela filial da Caterpillar.
O apogeu da bizarrice foi perpetrado pelo bonitão das Alterosas, Aécio Traíra Neves, o senador que se inscreve para um pronunciamento, após ser encerrada a votação e para falar sobre a influência da esquisofrenia na decadência da cultura grega na Etiópia. Mais ou menos como se um atacante entrasse em campo após o apito final para ficar treinando penaltis. Ridículo.
Resta aos brasileiros que se preocupam com o que acontece no país, ao contrario daqueles que neste momento se preocupam em comprar fantasias, abadares e camisetas de bloco, acompanhar o questionamento que será feito pela oposição(???) junto ao STF, ao menos no que se refere à possibilidade de governar por decreto.
Aguardemos e fiquemos mobilizados.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Movimento #AbaixoDecreto

Esta postagem permanecerá no topo da lista até a votação no Senado.

dona deelma quer governar por decreto. Ganhou com folga essa votação do SM porque ainda tem cargos a distribuir. Mais à frente e, principalmente ano que vem, não terá e nem dinheiro no orçamento e os parlamentares comprados irão se rebelar.
Participe então da Mobilização Nacional Acerca do Salário Mínimo.
Confira os endereços eletronicos:

MSN: group1449531@groupsim.com
FACEBOOK:http://www.facebook.com/pages/Abaixo-Decreto/191286684226435
TWITTER: http://twitter.com/#!/search/%23abaixodecreto
GOOGLE: https://sites.google.com/site/abaixodecreto/
ORKUT: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=111619736

Vamos nos mobilizar. Já está marcado:

dia 26/02 às 9h em SP na Av. Paulista, em frente ao MASP
dia 26/02 às 9h no RJ na Central do Brasil.
dia 26/02 às 9h em Brasília em frente ao Congresso Nacional.
dia 26/02 às 9h em PE na Praça 13 de Maio/Recife.
dia 26/02 às 9h em AM na Praça do Congresso/Manaus

Quem souber de novas mobilizações, informe pelos e-mails, Twitter ou Facebook do blog.
Os organizadores encarecem que sejam levadas vuvuzelas e apitos para os locais de concentração.
Seja direto, atue sobre os senadores:
Fone "de grátis" do Senado 0 800 612 211

Tabela de Retenção do IR: É Ferro Mesmo

Escrevemos AQUI, AQUI, AQUI e AQUI que o governo estaria preparando mais uma ferrada nos assalariados via Tabela de Retenções e Deduções na Fonte para o Imposto de Renda.
Pois agora se materializou.
Trabalhando com uma expectativa otimista de inflação de 6% (beeeeem otimista, ao estilo do governo), dona deelma e o sinistro margarina acenam com um alentador reajuste das tabelas em 4,5% como se fosse uma coisa do outro mundo.
Como não se viu ninguém se mexer no sentido de efetivamente cortar os exagerados e malfeitos gastos, essa inflação tende a disparar.
De cara isso já representa uma tungada no bolso dos assalariados; pois todos nós sabemos que Imposto que vai não volta. Vejam os posts indicados.
É ferro mesmo. Só aguardar.