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quinta-feira, 17 de março de 2011

Nefastos

Post que nos foi enviado por Nélio Roças Pinheiro Alves

Os senadores Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) e Jorge Viana (PT-AC) apresentaram nesta terça-feira (15/03), requerimento de realização de audiência pública junto à Comissão de Meio Ambiente, para que o Ministério de Minas e Energia dê explicações sobre a política nuclear brasileira, principalmente a construção de usinas nucleares.
Segundo o senador Antônio Carlos Valadares, inicialmente o convidado seria o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Mas, depois houve o entendimento que seria melhor a presença de um técnico, o presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva.
Interessante é que 99% dos senhores senadores dessa tal comissão, provavelmente mal sabem fazer sem máquina de calcular as quatro operações aritméticas. Como explicar a essas ANTAS políticas nucleares? Não seria mais inteligente por parte desses IMBECÍS propor que o governo convidasse profissionais especializados e de notório saber e conhecimento acadêmico para discutir tais práticas?
É, mas eu esqueci que não vivo na Suécia.......
Esse tipo de solicitação visa criar uma cortina, uma penumbra, onde o "babaca do povo" é confinado, de forma a deixar a área limpa para a execução das "bandalhas" que esses animais costumam promover.
Isso não é uma neurose conspiratoria criada por minha mente doentia, como diria qualquer PETRALHA de bosta. Isso é o resultado de observações que faço há muito.
Esse lamentável episódio ocorrido no Japão, servirá por muitos dias para que os corruptos, desonestos, mal intencionados, canalhas dos nossos senadores (segundo meus cálculos 88,9% deles), se sintam absolutamente isentos dos refletores e das observações críticas que vez por outra costuma pegá-los com a mão na coisa pública, usando e abusando do meu, do seu, do nosso dinheiro (peço licença ao Anselmo para usar o jargão).
Eu não posso crer que mais uma vez sejamos massa de manobra para prática tão conhecida. Não é admissivel que não tenhamos amadurecido o suficiente para entender que esses irresponsáveis nada querem na verdade em relação a nossa segurança ou o que o valha, pois no primeiro indício de qualquer problema em relação à segurança do projeto nuclear brasileiro, que na verdade mais parece uma “maria fumaça” em relação aos avanços mundiais no setor, os senhores senadores, seus asseclas e comparsas já estarão a bordo dos jatinhos de seus amiguinhos e parentes, com destino a algum paraíso bem mais seguro do que os limites então considerados.
Sem ilusões, não é a segurança do país que move esses RATOS do grande bueiro chamado Brasilia. O que move esses elementos desprezíveis é a possibilidade de estarem longe de nossas miras. Mas acho que podemos mudar esse cenário. Basta para isso, que não nos engajemos no bonde dos politicamente e ecologicamente corretos (seres patéticos) e não entremos na "marola" que provavelmente se criara diante dos fatos que a mídia normalmente se encarrega de veicular. Digamos não aos microfones que esses analfabetos usaram para desviar a atenção dos menos "maldosos" como eu.
Enquanto isso, no "maravilhoso mundo de Bob" a roubalheira continua......

Nélio Roças Pinheiro Alves (Nélio Roças), nascido em 15/07/1960 e morando no Rio De Janeiro, é Analista de Sistemas. Trabalhou de 1982 a 2000 no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro); de 2001 a 2003 na IBM do Brasil; de 2003 a 2007 na Bradesco Seguros (RJ); e até hoje presta consultoria a diversas empresas no seguimento de IT. Recomendo seguí-lo no Twitter @neliorocas. Contato neliorocas@hotmail.com

2 comentários:

Tânia Aranha disse...

Primeira a comentar? De todos os fatos o que ainda nos deixa pasmos é a cegueira coletiva que tomou conta da grande maioria da população, e por mais que esclareçamos os fatos é como se não fosse com eles...Afinal ele residem no "maravilhoso mundo de Bob..."

Chega!!!

Velvet Poison disse...

Cacique, Nélio, é bom que uns de nós sempre tenha, assim como vocês, algo a dizer.

Tem horas que dá um desânimo dessa realidade em que vivemos... Aí leio os amigos e volto a ficar indignada.

Indignação é um motor.