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sábado, 26 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Fórum Mundial de Sustentabilidade
Frustrados? Nem Tanto.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Vagas Para Deficientes: Um Desrespeito Nacional
Reguladoras, Pero No Mucho
Agora a mais próxima fronteira do domínio absoluto do executivo são as agências reguladoras (vejam ao pé do post a citação delas e suas principais necessidades de ação nos próximos anos).
Como ainda restam algumas nomeações a fazer ou já se caracteriza e visualiza substituições, a patota decidiu que irá controlar essas joias da coroa, nomeando d'ora por diante apenas diretores afinados com seu projeto de poder (ops...programa de governo), dóceis e bem comandados, recusando até indicações políticas.
Equivocado e imbecil como muitos não consigo enxergar que "Muitas vezes as agências confundem seu papel de órgão fiscalizador com o de formulador de política pública e a função de planejamento é do Executivo", afirma o sinistro Luiz Sérgio (Relações Institucionais).
Com essa sensacional e republicana visão, o (des)governo vai comandar os "debates" necessários para a edição o mais rápido possível da "Lei Geral das Agências", cujo projeto já se encontra tramitando no congresso, encaminhado que foi ainda na gestão do EX.
O projeto, que já foi discutido nas comissões pertinentes da Câmara e está pronto para ser votado no plenário limita a ação das agências e pronto...Acabou-se a finalidade maior de sua criação, qual seja, agirem de forma independente pelo bem dos usuários dos serviços, o sempre esquecido mas soberano Excelentíssimo Povo.
Tome-se o que acontece hoje na ANATEL: As empresas de telefonia se queixam que a agência quer definir metas de universalização do serviço, medida que, avaliam, deveria caber ao Ministério das Comunicações. Mas não é o que o povo precisa: telefone que funcione, em todo canto e barato?
Na distorcida versão do governo; quando "deixam de fazer por primeira meta a fiscalização, as agências não conseguem mais evitar problemas "tão raros e apenas imaginários" como apagões de energia; péssimos serviços nos portos e aeroportos, empresas de telefonia e de transporte público que fazem o que querem e cobram caro, estradas que matam milhares, entre outros.
Segundo a FOLHA, os Relatórios do TCU (Tribunal de Contas da União) que analisou as contas do governo no ano passado revelou que algumas agências arrecadaram menos de 2% das multas aplicadas entre 2005 a 2009. Ou seja, não fazem gerar os recursos que precisam para suas outras atividades.
Assim sendo, espera dona deelma conseguir suportar a pressão para preencher as 11 vagas ainda disponíveis nas agências, discutindo com seus assessores nome a nome para cada caso, sempre lembrando que os indicados sempre são sabatinados pelo Senado (já pode rir?).
Como toda moeda tem reverso, um alento se manifesta: os partidos já começam a procurar técnicos das áreas para apadrinhar ou arranjar brechas para eternizar os seus poucos apaninguados com essas características nos cargos.
A FOLHA cita como exemplo de aberrações das nomeações sem o menor vínculo técnico dos indicados (certamente se limitou a um caso por economia de papel e razões ecológicas) o sr. Milton Zuanazzi, indicado para a ANAC pela relevante experiência adquirida por ter, em alguma época de sua vida trabalhado com agente de turismo.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Varrendo Lixo Prá Baixo do Tapete: Pode Ser Bom.
terça-feira, 22 de março de 2011
Tropicalizando Che Guevara
Vejam o que minha amiga Lígia publicou horrorizada em seu blog Dois em Cena.O Site BRASIL ESCOLA faz uma exaltação a Carlos Marighella, um terrorista, assaltante e assassino dos piores que já apareceram nesse país. Ela também publica este link para sua doutrina terrorista?
De Olho e Com a Mão Na VALE
Desde 2008 que o (des)governo do Brasil vem atirando pesadamente no presidente da poderosa e eficiente VALE, Roger Agnelli. O motivo? A empresa demitiu vários empregados, adiou investimentos e reduziu custos operacionais em suas controladas, durante a enorme crise internacional, enquanto o oni e uniciente EX dizia aos quatro ventos que seria apenas uma marolinha. Uma verdadeira heresia contra os dogmas do inquestionável presidente.Hoje os principais jornais e blogs dão conta que o bombardeio se materializou e foi formalizada a solicitação da substituição de Agnelli ao acionista controlador a BradesPar, embora o dedão inquisitor tenha sido apontado na sexta feira 11/03, quando o ministro margarina manifestou essa exigência de forma direta ao presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Lázaro Brandão.
Além do Bradesco, são sócios da VALE o braço empresarial BNDESPar; os fundos de pensão das grandes empresas estatais (Previ e Petros na liderança) e o gigantesco grupo japones Mitsui.
Desde que foi privatizada em 1997, a VALE vem apresentando um ritmo de crescimento impressionante saindo de uma posição de décimo para segundo lugar mundial no ramo de mineração e para o primeiro lugar na produção de minério de ferro. Nesse trajeto, comprou ou se associou a dezenas de empresas de vários portes, investiu em ferrovias, hidrovias, portos, estradas e instalações industriais; elevou o desempenho de suas minas e jazidas e tornou-se referência internacional de eficiência e produtividade; coisa que só é permitido a empresas ágeis, independentes e bem administradas. O lucro em 2010 foi de "apenas" R$ 30 bilhões.
Quem estava à frente desse programa de melhoria e expansão? Roger Agnelli. E agora vai ser fritado para colocarem alguém mais dócil e favorável às loucuras da retrógrada administração federal. De acordo com o que publica hoje, o governo quer na VALE alguém mais alinhado com seus interesses e disposto a seguir uma programação planejada por Brasília.
Ou seja, querem transformar a eficiência da VALE numa subserviência muda e dócil a exemplo das estatais Petrobras e Eletrobras; exemplos de má aplicação de recursos e investimentos mal dirigidos; endividadas e com seus ativos comprometidos por empréstimos imensos; embora a mineradora seja empresa privada, de capital aberto e com milhões de acionistas mundo afora.
Por exemplo, o (des)governo alega que a VALE compra seus navios e plantas industriais fora do Brasil. Claro: os fabricados aqui e comprados pela Petrobras, custam o dobro. O DOBRO.
Quer também que a VALE invista em siderúrgicas e passe a produzir aço, agregando valor ao minério. Só que as siderúrgicas (inclusive as brasileiras) estão numa época de altos custos e ninguém se arrisca a montar novas unidades. Sem contar a carga excepcional de impostos agregados e custos proibitivos vinculados a folhas de pagamento
Lázaro Brandão ainda tentou contemporizar e, não sendo possível manter Roger no cargo, fazer a troca de forma mais planejada e sem criar soluções de continuidade na administração da empresa. Que nada. Bateram o pezinho e querem fazer a indicação já numa assembléia de acionistas da VALE marcada para abril, atropelando a tudo e a todos e comprometendo a saúde da empresa e o lucro dos acionistas, inclusive o BNDES e os fundos de pensão.
Segundo os jornais e blogs, nem o margarina, nem Brandão confirmam a conversa, apenas dizem que se falam sempre que precisam. Também não se fala em preferência por eventual substituto e os que militam no ramo ficam especulando nomes de executivos de fora ou mesmo da atual diretoria.
Rola ainda uma discussão sobre a distribuição dos royalties pagos pela empresa às cidades onde mantem suas instalações. Mas esse já é um outro problema. Voltamos depois.
Pega a Mulher ....
Impressionante. Essa nasceu de novo. Passou por baixo de um carro e quase morre atropelada. Isso depois de ser arrastada pela enxurrada.
