Quando o gênio dos games, lulinha filho pródigo do EX despontou para o empresariado nacional, foi comparado por seu papai a um Ronaldinho dos negócios.
Pois agora surge o Ronaldinho da Linha do Equador.
O agora "famoso" nacionalmente, quiça internacionalmente, Gustavo Nascimento é o filhote prendado, inteligente e empreendedor do Fedoca Nascimento, ou Cabo Pereira, ex-sinistro dos transportes.
Ao que se publica em toda a imprensa, a Forma Construções, uma das empresas de Gustavo Nascimento, foi criada com um Capital Social de R$ 60 mil (dinheiro de pinga né?) e, apenas quatro anos depois, acumula um Patrimônio Líquido de mais de R$ 50 milhões, um crescimento da ordem de 86.000%.
As buscas jornalísticas começaram ano passado, quando se descobriu um negócio entre Gustavinho e a SC Carvalho Transportes e Construções, empresa que abocanhou recursos do Ministério dos Transportes, quando papito ainda era ministro do nove dedos. Em 2007, a SC Transportes repassou R$ 450 mil (troco, na certa) ao filho do ministro. Nesse mesmo ano, a empresa SC recebeu R$ 3 milhões do Fundo da Marinha Mercante, administrado pelo MINTRANS para incentivar a renovação da frota do país. Em 2008, a empresa ganhou mais R$ 4,2 milhões.
Os administradores oficiais da SC Transportes são Marcílio Carvalho e Claudomiro Picanço Carvalho. Em 2006, um ano antes da SC receber R$ 3 milhões do Ministério dos Transportes, Picanço doou R$ 100 mil à campanha de Nascimento ao Senado, como registrado no TSE. O empresário foi o principal doador da campanha do ministro. Picanço também doou R$ 12 mil ao PR, na época ainda chamado PL. Por coincidência, Marcílio é marido de Auxiliadora Carvalho, ex-diretora regional do DNIT no Amazonas e em Roraima.
O Ministério Público chegou a ouvir Gustavo, que disse que o dinheiro recebido da SC Transporte é fruto da venda de um imóvel (Hein?). O Ministério Público estranhou o crescimento patrimonial do arquiteto, já que apenas em 2005, aos 21 anos, ele e dois sócios fundaram a Forma Construções. No profícuo periodo até 2007, a empresa aumentou o patrimônio para exatos R$ 52,3 milhões, conforme documentos constantes na Receita Federal. Um ano antes, os ativos somavam apenas R$ 17,7 milhões.
Cabe uma pergunta: o leão, zeloso em achincalhar e colocar na malha fina seus contribuintes que vivem de contra-cheque, de onde a parcela do IRPF é retirada antes que ele mesmo receba, nunca percebeu que alguma coisa estava errada nessa poha?
Os administradores oficiais da SC Transportes são Marcílio Carvalho e Claudomiro Picanço Carvalho. Em 2006, um ano antes da SC receber R$ 3 milhões do Ministério dos Transportes, Picanço doou R$ 100 mil à campanha de Nascimento ao Senado, como registrado no TSE. O empresário foi o principal doador da campanha do ministro. Picanço também doou R$ 12 mil ao PR, na época ainda chamado PL. Por coincidência, Marcílio é marido de Auxiliadora Carvalho, ex-diretora regional do DNIT no Amazonas e em Roraima.
O Ministério Público chegou a ouvir Gustavo, que disse que o dinheiro recebido da SC Transporte é fruto da venda de um imóvel (Hein?). O Ministério Público estranhou o crescimento patrimonial do arquiteto, já que apenas em 2005, aos 21 anos, ele e dois sócios fundaram a Forma Construções. No profícuo periodo até 2007, a empresa aumentou o patrimônio para exatos R$ 52,3 milhões, conforme documentos constantes na Receita Federal. Um ano antes, os ativos somavam apenas R$ 17,7 milhões.
Cabe uma pergunta: o leão, zeloso em achincalhar e colocar na malha fina seus contribuintes que vivem de contra-cheque, de onde a parcela do IRPF é retirada antes que ele mesmo receba, nunca percebeu que alguma coisa estava errada nessa poha?
Bom, mas ainda dá tempo. Escafuchem a vida dessa criatura nessa e em outras prováveis empresas, bem como a de parentes próximos como mãe, irmãs, tios, padrinhos, domésticos e assemelhados; que vão achar muito mais. É só querer.


Um dos cabras mais nojentos e serrergonhas que tem nesse país chama-se Ricardo Teixeira, presidente eterno da Confederação Brasileira de Futebol - CBF e dono do esporte no Brasil.
Ainda sobre Teixeira, a Revista Piauí deste mês, publica entrevista dele em que demostra toda sua prepotência, com coisas como não ligar para as denúncias de corrupção. "Não ligo. Aliás, caguei. Caguei de montão", disparou. Sobre a CPI da Nike, no começo dos anos 2000, por exemplo, ele disse: "Reviraram tudo e não acharam nada. Foi tudo arquivado. E aí? O Ministério Público é incompetente? Já falaram tudo de mim: que eu trouxe contrabando em avião da Seleção, a CPI da Nike e a do Futebol, que tem sacanagem na Copa de 2014. É tudo coisa da mesma patota, UOL, Folha, Lance, ESPN, que ficam repetindo as mesmas merdas", afirmou.





