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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Cordelando 134: No Meu Filhote, Ninguém Toca


Só vendo pra acreditar,
Nunca pensei poder ver.
Bem pertinho do 9 dedos,
A PF fez valer.
Um ordem de buscar,
Qualquer papel que quiser.
Na intenção de mostrar,
Que boa coisa não é.

Uma empresa que trabalha,
Com coisa ligada a esporte.
Como pode consultar,
Sobre Coisa de Zelote.
Manobrando para sair,
Ordem vindo do poder.
Conseguindo com papai,
Emissão de MP.

2 milhõezinhos pra cá,
2 milhõezinhos pra lá.
Bastava só conseguir,
A isenção aplicar.
Mamãe ficou bem brabinha,
Quando a PF chegou.
Que diabo de puliça,
Que meu filho perturbou.

9 dedos arretou-se,
Fez muxoxo e finca-pé.
Pôs a culpa em meio mundo,
Se achando o garnisé.
Na sua cabeça insana,
Se acha superior.
A todo outro mortal,
Que nesse mundo pisou.

Se esquivando de depor,
Lulinha se escafedeu.
Mas a dona do mandado,
Nunca que esmoreceu.
Esperou de madrugada,
Na porta do AP cedido.
Pra cantar o parabéns,
Do niver do pai querido.

 Fato é que vai cantar,
Na frente do delegado.
Explicar a falcatrua,
Que rolou pra todo lado.
Saporra já acabou,
Não se faz mais o que quer.
Agora vai prestar conta,
Do dinheiro que roubou.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Leilão das Hidrelétricas: Prepare-se Para Pagar


Lá em 2013, na preparação para as mentiras eleitorais de 2014, a dentuça veio em rede nacional dizer que "estava determinando a redução de 20% nas contas de energia elétrica". Claro que era um engodo, como tudo mais que havia em seu governo.
Conforme escrevi aqui na Tribo várias vezes, as concessionárias que "toparam o acordo" foram agraciadas com a renovação de seus contratos de concessão, sem licitação, o que poderia permitir quedas nas tarifas, por novas análises comerciais, porém, com remuneração adequada para as empresas, sem penalizar os consumidores, pois seriam graduais e espalhados no tempo.
Passada a eleição, o couro comeu. Reajustaram tudo de uma vez só, inventaram a poha das bandeiras tarifárias, implementaram os reajustes cíclicos e a porrada cantou nos bolsos de todos nós.
Mas ainda falta o golpe de misericórdia.
Na hora da bondade, nem todas as empresas toparam aderir à balela, num total de 29 usinas. Mais especificamente, as empresas dos estados governados pelo PSDB, técnica ou politicamente, não interessa; não aceitaram travar suas tarifas e não tiveram suas concessões renovadas. 
Eu também tomaria esta decisão. "Minhas" usinas já estavam com seus investimentos pagos e eu poderia entrar nos leilões em condições de oferecer valores de tarifa mais baixos que os concorrentes e ainda ganhar muito dinheiro. Ou seja, a ação seria ganha x ganha entre a empresa e o cliente.
Só que a vingança veio a cavalo.  E pra variar, de forma sórdida e camuflada.
Numa atitude vergonhosa, e totalmente contra o consumidor, o poder concedente, leia-se o governo, determinou uma tarifa de referência de R$ R$ 137,00 por MWh, como forma de garantir o faturamento previsto no ajuste fiscal de R$ 17 bilhões, com faturamento de 65% ainda em 2015.
Só que as tarifas praticadas atualmente pelas concessionárias estão da ordem de R$ 36,00 por MWh e não se afastaria muito deste valor, se os leilões fossem realizados nas bases históricas que se vinha aplicando até então. Isso representa 252% a mais, a serem pagos pelos consumidores.
Conforme já escrevi aqui, inclusive rebatendo o otimismo manifesto do ministro das minas e energia, sabendo que existira enorme dificuldade de se conseguir crédito e aprovar leis que viabilizam a operação, o leilão ia gorar. De cara, foi adiado do dia 6 para o dia 25 próximo, mas nem os chineses se animaram a por a mão no bolso sem o auxílio luxuoso dos bancos federais, quebrados igual arroz de terceira. O aumento é de 252 por cento.
Fica então o registro de que teremos mais um saque nos bolsos, pois a venda da energia desses empreendimentos, por valores mais baixos, um dos pilares do programa anunciado pela soberana para reduzir a conta de luz, foi pro saco. Mais um estelionato eleitoral que se configura. É só anexar no processo do TSE.

Repatriando Recursos: Uma Bandalheira Só


No afã de aumentar a arrecadação, o gunverno encaminhou ao congresso um projeto de lei que trata do reconhecimento de dinheiro de brasileiros "guardado" fora do país e legalizar sua reentrada no ciclo econômico produtivo da nação.
Até aí tudo bem. Existe dinheiro de brasileiros fora do país cujos donos se recusaram a serem extorquidos pelos exagerados impostos aqui vigentes. São verbas de recebimentos de vendas de produtos e prestação de serviços no exterior, pagamentos de propriedades vendidas e outras formas legais de geração de renda. Trazê-las de volta faria o seu papel social, com uma tributação adequada e justa, ao menos na visão de nossa Receita Federal.
Mas também, e em sua grande maioria, eu diria, bem próximo da totalidade; verbas oriundas de tráfico de drogas e outros ilícitos, roubos e desvios, propinas, desvios de erário, fraudes fiscais e mais um enorme rol de "malfeitos".
As operações da Polícia Federal, em curso ou passadas, demonstram claramente o volume da patifaria feita por nossos compatriotas nos paraísos fiscais. Então, como aceitar que se fecho os olhos para um item fundamental a constar no tal projeto: Comprovação da origem dos recursos.
Mas isso não consta na versão original e muito menos nas alterações feitas na Câmara Federal. A ideia é "deixar correr frouxo". Tem? Quer trazer? Paga 35% de imposto, tchau e benção. Igual àquele ditado pregado pelas profissionais do sexo: lavou, enxugou, está novo.
Só pra constar, há inúmeros implicados, denunciados e condenados nas recentes operações Lava a jato e Zelotes de olho no andamento dos debates para trazer suas babitas de volta à terra de Caramuru.
Ontem, o governo foi derrotado já na discussão sobre a retirada ou não de pauta do projeto de repatriação de dinheiro não declarado. Foram 193 votos para a oposição, enquanto a situação teve apenas 175. O problema é que essa tentativa de golpe pode voltar amanhã.
Não podemos deixar que isso aconteça. Mande um e-mail para seu deputado e senador demonstrando sua revolta com tamanha violência contra as pessoas de bem.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Pedalando Pelos Pobres... SQN

Quando se pensa em bicicleta, pode-se pensar naquela Sundown, Monark (sei lá se ainda existe), Caloi e outras menos cotadas. Coisa entre R$ 400,00 e R$ 700,00. 
É o caso da soberana atual, que usa uma Specialized americana, que custa uns R$ 3.000,00.
Assim como nas pedaladas ciclísticas, a dentuça também diferencia as pedaladas fiscais.
Depois de negar até a morte que tenha feito o diabo pra ganhar as eleições e torrar sem traumas bilhões e bilhões para isso, a ponto de dar um "golpe constitucional" com o auxílio precioso de Renan e Jucá, criando até o "Superavit Negativo", madame seguiu com a putaria em 2015.

Quando viu que as provas eram incontestáveis, correu meio mundo a justificar o abuso de poder, descumprimento da legislação e cometimento de crime de responsabilidades; incluindo o 9 dedos; com o argumento que o que se fez foi pela causa social: manutenção da Bolsa Família, Fies, Prouni, MCMV, etc.

Só Que Não... Mais mentiras, como de praxe fazem.
Bastou uma rápida olhada mais cuidadosa para se ver que na realidade foi usada uma enorme quantidade de recursos públicos, de forma lícita ou não, para financiar grandes empresas por meio de juros subsidiados do BNDES, coisa de 35% dos valores totais. Aplicou-se basicamente em financiamentos a empresas e produtores rurais de médio e grande porte, contrariando a versão do Barba e da regovernANTA de que as pedaladas tiveram por objetivo pagar programas sociais.
Até o glorioso Jaquisvagui deu as caras para tentar abafar o caso. Segundo ele, o financiamento a grandes empresas com juros subsidiados possibilitou investimentos e geração de empregos em regiões pobres. “Fui governador da Bahia e sou testemunha de que sobreviveriam muitas empresas em meu Estado se o BNDES não bancasse esses investimentos com juros compatíveis com o mercado internacional”, afirmou. 
Segundo Jaquis, quem acusa o governo de “pedalada” com o BNDES “não enxerga o objetivo final” da política. “Cada empresa dessa para a qual foi oferecido uma taxa de juros compatível com os investimentos necessários, gerou riqueza e emprego. Todo mundo faz isso”, disse.
Fato é que a canalhice e a cara de pau não têm limites.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Cordelando 133: Estocando Pedaladas


Passados lá 20 dias,
Que abriram a barriga,
Pra tirar uma pontinha,
Quase sempre inimiga.
Andei longe do meu blog,
Seja em verso ou prosa,
Mas voltando devagar,
Vem minha borduna grossa.

Semaninha bem danada,
Que passo a relatar.
Vindo do fim pro começo,
Prum fato aqui registrar.
Depois de fugir rasteiro,
Com passaporte do irmão.
Pizzolato volta hoje,
Pra curtir sua prisão.

Pode ser coisinha pouca,
Quem sabe amanhã soltar.
Mas trazer ele de volta,
Confiança resgatar.
Além do que ele sabe,
Dos meandros do poder.
Se quiser abrir a boca,
A república vai tremer.

E teve também bate-boca,
Deputado e a dentuça.
Pra saber em qual ladrão,
Caberia a carapuça.
Cada um que disputasse,
Afirmação bem abrupta.
Em que casa se firmou,
A maior ação corrupta.

E a ação de impeachment,
Que fica no vai-não-vai.
STF não deixa,
Do jeito que era não sai.
Acho que uma grande pizza,
No forno tá se formando.
E o processo bem gordo,
Aos poucos vai afinando.

Enquanto isso Janot,
Põe pra cima de seu Cunha.
Igual quem mata piolho,
Espremendo unha com unha.
Já prendeu a sua grana,
Decretou até a pena.
Mas não buliu com os outros,
Nem abriu a cantilena.

E o coitado do Levy,
Tá quase perdendo a pele.
Nem bem ele abre a boca,
Negação já se revele.
Ainda não conseguiu,
Aprovar o tal ajuste.
E cada dia aumenta,
O tamanho do embuste.

Mas bom mesmo foi ouvir,
Da boca do 9 dedos.
Aquela velha cantiga,
Que sai da boca de bêbo.
Não pode falar de mim,
Muito menos do partido.
Que roubou lá no passado,
E que também é bandido.

E o Renan Cabeleira,
Recebeu do tribunal.
A conta da governANTA,
Reconhecida imoral.
Já nomeou relator,
Pro processo circular.
Já sabendo de antemão,
Que vai procurar enrolar.

E o rombo da campanha,
Do ano 2006.
Mais de 60 milhões,
Sobrou mesmo pra vocês.
O Banco Schain que paga,
Forjando que emprestou.
Depois ganhou um contrato,
Petrobras reembolsou.

Revirando as palestras,
Que o sapo apresentou.
Pra lá de 47,
No estrangeiro faturou.
Com uma grande esquadrilha,
Toda à sua disposição.
Hotel, luxo, mordomia,
Enganando a nação.

Na conta das empreiteiras,
Tinha o bolsa família.
Não aquele do cartão,
Mas aquela da Sicília.
2 milhão pra filho e primo,
Mais 2 pra nora também.
O que se viu té agora,
Pois muito ainda mais tem.

E a frota de carrão,
Que a PF prendeu.
Na casa do collorido,
Quando a ação procedeu.
Teori mandou de volta,
Pra lá pra casa da Dinda.
Como fiel guardião,
Pode passear ainda.

A imagem de abertura,
Do verso desta semana.
Foi mais uma das belezas,
Ditas pela soberana.
Preocupada com energia,
Que pode gerar ou não.
Mandou estocarem vento,
Para ter reposição.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

O Narcoporto de Paranaguá.

Via Revista VEJA
A Bolívia vive às turras com seus vizinhos da costa do Pacífico Peru e Chile, numa deca-milenar briga por uma saída para o oceano.
Pois há uns dois meses, o caridoso e benevolente Brasil Bolivariano aprovou um projeto de lei que tramita nas casas desde o gunverno do 9 dedos; que tem potencial para aumentar de forma exponencial a capacidade do narco-estado boliviano traficar cocaína mundo afora, autorizando que os usurpadores de refinarias operem uma Zona Franca Não Alfandegada no Porto de Paranaguá.
Com isso, a Bolívia poderá usar as instalações do porto paranaense para o envio e recebimento de suas cargas, e os contêineres que atravessarão o território brasileiro serão lacrados na Bolívia e terão esses lacres verificados em Paranaguá. Como a maioria dos contêineres que saem do país será despachada sem nenhum tipo de inspeção interna, os operadores portuários do Brasil estimam que menos de 5% das exportações são submetidas a algum tipo de verificação, armando uma bomba de potencial destrutivo incalculável.
Por enquanto, os contêineres são submetidos scanners de última geração mas uma lei em discussão no congresso, transformará esta inspeção de 100% para aleatória, visando "agilizar a burocracia nos portos". Sopinha no mel...
Pra não dizer que eu sou terrorista, a Bolívia já opera duas "saídas cedidas" para o mar nos portos chilenos de Arica e Iquique. Em 2011, o então chefe de operações antidrogas da Bolívia, Rene Sanabria, foi preso em flagrante no Panamá, depois que uma investigação identificou que uma quadrilha de traficantes controlada por ele despachou toneladas de drogas escondidas em contêineres de cargas por meio dos portos chilenos. Estima-se que o amigão de Evo Morales enviou quase 5 toneladas de cocaína para oito países somente entre os meses de janeiro e fevereiro de 2010.
Além do glorioso Rene, o DEA americano mantém sob a alça de mira uma porrada de autoridades do círculo próximo ao índio cocalero, incluindo o seu vice-presidente Álvaro García Linera.
E nós vamos ser cúmplices....

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Bolsa Família: A Fronteira Final


Nas estórias do seriado Jornada nas Estrelas, usa-se fortemente a expressão "Espaço, a Fronteira Final". Durante décadas o Capitão Kirk e sua tripulação, assim como seus sucessores, navegaram espaço afora "audaciosamente indo, onde nenhum homem jamais esteve".
Guardados os heroísmos e bom-mocismos; a estória se materializa na história do Brasil.
Depois de cortes nos falsos pilares da campanha; FIES; PRONATEC; Minha Casa, Minha Vida e Minha Casa Melhor; o próximo alvo dos cortes de programas, sejam divulgados e oficializados ou não, será a joia da coroa: o Bolsa-Família.
Ao que se sabe, e já foi divulgado por parte da mídia, as prefeituras, órgãos executivos do programa, já iniciaram a busca por "sinais exteriores de riqueza" dos beneficiários pelo país afora. Coisas como motocicletas paradas nas portas de casa, TVs de última geração, foram motivos de visitas das assistentes sociais nas residências para um "recadastramento e atualização de informações", quase sempre se refletindo em corte da mamata.
Mas até aqui tudo na maior surdina e abafamento de vozes.
Só que, com a berrante necessidade de cortes de verdade nas despesas no gunverno para diminuir o rombo, sabendo que a nova CPMF dificilmente será aprovada por parlamentares ávidos por votos; diante da ameaça do relator do orçamento, deputado Ricardo Barros (PP-PR) de aplicar os rigores das regras do programa; que a própria ministra do desenvolvimento social, Teresa Campelo; já começou a cercar o Lourenço.
Andou dizendo em entrevistas que "várias auditorias já foram realizadas, que fraudes estão na faixa de apenas 1%, que o orçamento do programa foi feio sem aproximações e é exatíssimo, e que as discussões sobre o programa são carregadas de preconceito, principalmente no sul e sudeste". 
E ainda desafiou que apontasse um caso que fosse de parente ou vizinho que receba sem o devido merecimento.
Vai demorar ainda, mas eles vão ter que dar a cara a tapa e reconhecer o caráter eleitoreiro sem limites de um grande programa mal usado.

sábado, 17 de outubro de 2015

Palestra + Mordomia = R$ 7 Milhões


A revista ÉPOCA desta semana traz informações estarrecedoras do detalhamento da, mais que íntima, relação entre o 9 dedos e a Odebrecht; pelo menos a parte visível e "lícita" da nojeira toda. É de dar azia em bicarbonato.
Trata de umas 10 "palestras" feitas pelo sapo barbudo para a empresa ou para seus clientes mundo afora, dando ênfase ao extraordinário conhecimento técnico-político-social-cultural-cômico-etc do talk man. O custo visível total da divulgação mundial? R$ 7 milhões, sendo R$ 4 milhões para o Brahma e R$ 3 milhões de custo de jatinhos, hotéis 5 estrelas, limusines, frigo-bar pra lá de especial, serviço de bordo padrão Emirates First Class; à disposição do "palestrante" e seus acompanhantes e convidados. Só lembrando; 9 dedos há muito abandonou a 51 por Romanée Conti.
Os pagamentos foram feitos através da L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações, empresa que explora (literalmente) a imagem de çua sinhória de Sunbernardu.
Isto tudo é a parte límpida da estória. Aquela que o X9 contou "espontaneamente" ao MP, num depoimento reservado feito em numa ação eterna do procurados que o ouviu numa casa no lago sul, de forma escondidinha que nem orelha de freira, onde não desse manchete na mídia, exigência do depoente, num clima tão amistoso quanto um papo na mesa de bar, com direito a apostas no curintcha campeão e tudo...
Resta a face podre e nefasta da história. Aquela na qual os procuradores trabalham para encaixar a nefasta criatura. O lobby de altíssimo nível feito junto a governantes e autoridades mundo afora, principalmente africanos, sul-americanos e caribenhos para conquistar, facilitar, ampliar, acelerar e ajeitar contratos que favoreciam a construtora criada por seu Norberto, com obras e serviços de engenharia financiados por nosso banco de desenvolvimento social, a juros pra lá de caridosos, eu diria padrão Madre Teresa.
Além disso, surgem informações de outras fontes sobre 2 milhões pra um imóvel da nora, mais 2 milhões pra um filhote, um aviãozinho extra acolá e por aí vai...
É muito nojo.... Só o que me resta dizer.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Cordelando 132: Fatiar Para Governar - A Inveja É Uma Merda


A foto que abre o post,
Tem muito a acrescentar.
Kakay sorrindo e abraçando,
Vibrando a comemorar.
A decisão do Supremo,
Venal traindo a nação.
Fatiando a Lava a Jato,
Frustrando assim punição.

Começou com a grande Barbie,
Narizinho do Paraná.
Com aquele argumento,
Que não se pode juntar.
A grana que ela roubou,
Acolá do Planejamento,
Quando marido ministro,
Por lá tinha seu assento.

Na verdade o que se vê,
E o fim da operação.
De mostrar ao mundo todo,
Essa gangue de ladrão.
Pois se espalha o julgamento,
Derruba-se o argumento.
Da ORCRIM que se formou,
Pra roubar o orçamento.

Vão ter votos diferentes,
Para a mesma infração.
Subindo pr´aquela corte,
Que criou a confusão.
E por lá vai se dizer,
Como existe divergência.
Esquece todas as culpas,
Presunção da inocência.

Um juiz pode seguir,
Julgamento duro e reto.
Outro pode amolecer,
Pro seu amigo secreto.
Um que vai mandar prender,
Querendo fazer justiça.
Outro vai mandar soltar,
Por maldade ou por preguiça.

Os adevogado doido,
Tentando foro adequado.
Pra levar o seu processo,
Pr´um juiz amaciado.
Que cedendo à pressão,
De grana ou de influência.
Qualquer coisa que alivie,
A mão de sua excelência.

Ouvi na rádio Estadão,
Entrevista com ex-ministro.
Gilson Dipp, STJ,
Pense num cabra sinistro.
Na maior cara de pau,
Chegou ele a dizer.
Juiz de primeira instância,
Não é Deus pra tudo saber.

Disse ainda o juiz Dipp,
Que pelo país inteiro.
Tem muito juiz federal,
Comandando seu poleiro.
Também tem MPF,
Procurador Federal.
Capaz de investigar,
Tudo, tudo; tal e qual.

Só não diz a autoridade,
Que esse país nunca viu.
Um juiz tão sério e probo,
Numa corte do Brasil.
Sérgio Moro, o nome dele,
Corajoso e destemido.
Que apurou as falcatruas,
Sem temer nenhum perigo.

Deu à tapa sua cara,
Pôs "mei" mundo na cadeia.
E não foi só piabinha,
Pois não teme cara feia.
Empreiteiro poderoso,
Lá no boi acocorado,
E comendo de quentinha,
Armou o maior babado.

E por certo em Curitiba,
Muita cobra vai fumar.
Pois por lá o Sérgio Moro,
Não pretende afinar.
Se apagarem o processo,
Que de sua mão sair.
Temos todos a certeza,
Que fez tudo pra punir.

Minha mãe sempre dizia,
Ciúme de Ômi é maior.
Pois quando parte pra cima,
Faz de tudo o pior.
Eu cacique não duvido,
E aposto uma cerveja.
Em saber que os juízes,
Têm inveja com certeza..

Obrigado dr. Sérgio,
Pelo orgulho que nos deu.
Saber que ainda tem gente,
Que ao mal não se rendeu.
Enquanto teve o seu relho,
Forte e firme em sua mão.
Alimentou a esperança,
De toda nossa nação.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Preparem o Bolso - Mais Aumentos na Energia


Só tonto e desvairado para acreditar numa palavra que brota das bocas de pântano dos membros do governo. 
Há menos de um mêes a ANEEL editou Resolução reduzindo o valor do adicional da bandeira vermelha de R$ 5,50/100 MWH para R$ 4,50/100MWh. Eu escrevi AQUI na Tribo que isso era empulhação e provei porque. 
Pois agora tem mais uma....
Existe uma coisa chamada Conta de Desenvolvimento Energético - CDE; um fundão que é aplicado em atendimentos nas regiões isoladas e sem retorno financeiro para as empresas distribuidoras, na redução da tarifa para consumidores de baixa renda, bem como no desenvolvimento de tecnologia que reduzam o custo de produção, transmissão e distribuição de energia.
Esse fundo era suprido pelos grandes consumidores de energia, chamados Eletro-Intensivos, como ação social obrigatória deles pelo uso elevado da produção energética do sistema.
pois bem... Eles foram á justiça e conseguiram o direito de não mais pagar por isso. É coisa de R$ 1,6 bilhão por ano que vai ter que ser repassado aos demais clientes do sistema elétrico brasileiro, ou seja NÓS; e vai representar alguma coisa como 8% de aumento nas contas de energia.
Por cima da queda, coice. PNC de todo mundo....