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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Complexo Médico-Penal do Paraná Inn


Com dados da Folha de São Paulo

Na aprazível São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba/PR, ficam as instalações da confortável estalagem que é título deste post; o Complexo Médico-Penal do Paraná Inn.
Até sua concepção arquitetônica tem tudo a ver com seus notórios hóspedes. Assemelha-se a uma metralhadora, como se pode ver aí em cima.
A estalagem é um equipamento de detenção de segurança máxima vinculado ao Departamento de Execução Penal do estado e terá como hóspedes ilustres os grandes peixes detidos na Operação Lava a Jato, a espetacular ação dos agentes da lei do Brasil contra bandidos do colarinho branco que roubam bilhões do povo.


É uma instalação de primeiro mundo, considerando o que se tem no país de um modo geral. Dispõe de amplos corredores, área para banhos de sol, 18 celas individuais de segurança máxima e 104 coletivas; tudo com boa iluminação e ventilação onde Marcelinho Bocudo Odebrecht et caterva poderão desfrutar de toda hospitalidade do povo brasileiro agradecido por seus atos contra o erário.



A instalação, recentemente reformada e modificada, abrigava o antigo manicômio judiciário, e tem capacidade para 350 detentos, sendo portanto grande o bastante para o honorável e excelentíssimo juiz dr. Sérgio Moro poderá acomodar os já presos e mais um monte, tão logo o deseje.
Claro que nem tudo são flores. Faz um frio da porra no inverno, como estamos agora; tem que CAGAR de cócoras na "latrina horizontal", popularmente conhecida como BOI; a comida não é assim tipo Claude Troigrós, visita só nas sextas feiras, com revista íntima obrigatória; banhos coletivos (foto abaixo)  e revistas periódicas nas celas a qualquer hora do dia ou da noite.

Este cacique deseja uma excelente estada aos compatriotas e repete a frase que ouviram de populares na saída da Polícia Federal rumo a sua nova pousada:
  • Vai viajar Marcelão? Boa Viagem...
ATUALIZAÇÃO ÀS 18:55 - Segundo o portal G1, os 16 transferidos estão dividindo 6 celas.

06/08/2015: A Queda do Alvorada


Lá pelos idos de 1789, o povão da França; muito puto com o bonitão do Luís XVI e sua Maria Antonieta marchou contra fortaleza-prisão da Bastilha e fez o maior barulho; atirando com os mosquetes que tinha pego no Hôtel des Invalides; um arsenal bem provido.
Fuzuê concluído, a turba se empolgou e passou a cabecinha coroada da dupla aí de cima na fria e cruel lâmina da guilhotina.
A tomada da bastilha nada mais foi que um símbolo, até porque a adoção da celebração do evento como data nacional ocorreu uma porrada de tempo depois.
Penso que no Brasil, poderemos adotar a data de 06 de agosto próximo como a data de nossa Bastilha. Será o dia em que o PT acorrerá a uma rede de rádio e TV para propagar, mais uma vez, suas mentiras e falácias, tendo a frente a soberana que os guia e sob a batuta determinante do ministro da propaganda João Göebels Santana, que vem guiando as diretrizes do partido nos últimos 13 anos.
Ignorando solenemente a tática de usar um estelionato descarado na campanha passada, Göebels está produzindo um programa calcado na completa ignorância do que se passa no país tipo, escândalos da Lava a Jato, prisões de estrelas, inquéritos abertos contra semi-deuses, queda brutal da aprovação do governo e por aí vai.
Vai insistir na linha de que a crise externa ainda existe e foi a criadora dos efeitos que sentimos: inflação desenfreada, desemprego em crescimento, redução da produção e a população revoltada.
Nem de longe se lembrará de que as contas de 2014 só fecharam graças às manobras de Renan, o Cabeleira e Jucá, o Líder; que ciaram o superavit negativo, evitando, num primeiro momento o cometimento de crime de responsabilidade pela presidentA.
Trabalhará na linha de que a regovernANTA é uma gerentA competentA e que a honestidade é a maior de suas virtudes, passando ao largo do comprovado vínculo das doações à sua campanha a partir de dinheiro desviado da Petrobras, entre outros.
A ideia fundamental é dar uma "humanizada" em deelma e "vitimizar" um pouco a administração.
Com boa parte das ruas clamando por impeachment, não só nas regiões povoadas por coxinhas, mas também nas favelas e grotões; mesmo ladeada pelo Brahma dos 9 dedos nas telas e auto-falantes, há chances nada desprezíveis de que se tenha um Panelaço/Buzinaço/QualquerCoizaço ao longo do programa.
Seria uma espécie de Chamada e Aquecimento Geral para as manifestações programadas para as ruas do Brasil no dia 16 de agosto.
Duro é saber que a única alternativa que o PT tem pra oferecer à nação é mais uma dose do marketing que guiou seus governos desde os idos tempos do Barba.

NA: Desconheço o autor da foto que ilustra este post, mas peguei ela no Blog do Josias de Souza

domingo, 26 de julho de 2015

Pedalando, Pedalando, Pedalando Sem Parar...


Tem um dito popular que diz: "Cesteiro Que Faz um Cesto; Faz Um Cento".
A soberana e sua corja vinham gastando o que tinham e o que não tinham pra ganhar a eleição. Tanto que ano passado, foram obrigados e se ajoelharem aos pés dos mestres do ilusionismo Renan, O Cabeleira e Jucá, O Líder Eterno; para fazerem uma das mais vergonhosas operações políticas já vistas no sistema solar, mudando o piso do superavit primário de modo a caber na conta que sobrou.
A canalhice foi tão grande que Jucá se superou em canalhice, chegando até a cunhar o termo "superavit negativo".
Pois acharam foi pouco.
Na Lei de Diretrizes Orçamentárias tem uma meta para o Superavit de 2015. Portanto, a redução na marra de 1,1% para 0,15% do PIB (66 bilhões de reais para 8 bilhões) é uma reedição das pedaladas fiscais que levaram a soberana ao tribunal, estando na boquinha de ganhar um cartão vermelho e pegar uma mandioca bem saudada no rabicho.
Em nada corrige o fato da alegação dos gastadores dizer que "a meta foi traçada com base na previsão de arrecadação de 2014 e que não se confirmou". Se não sabem fazer, chamem quem sabe. Simples assim. 
E de nada adianta dizer que "isso só vai valer se o congresso aprovar". Foi o que fizeram ano passado quando, ao invés de cortar 29 bilhões de reais de despesas, acrescentaram 10 bilhões  para emendas dos parlamentares.
Mas, como não temos oposição para já entrar com um questionamento jurídico disso, só nos resta protestar no éter .....

Dia dos Avós


Lare-Lare comercial à parte, avós são a parte maior e mais visível da sequência de pessoas que compõem as FAMÍLIAS, esta entidade tão desvalorizada hoje em dia.
Tá certo que há casos de bisavós e tataravós numa ampliação do sagado conjunto, mas são menos habituais.
Quem não tem histórias e estórias de comidinhas, memórias, eventos, lugares ou "causos contados" de seus avôs e avós? 
Um colinho da vovó depois de uma bronca da mamãe, um conselho do vovô numa decisão mais importante em algum momento da vida; como têm valor em nossas histórias.
Mesmo sendo fake, este cacique encara como importantíssimo o "conselho dos anciãos" de tanta relevância nas tribos mundo afora, em todos os tempos, de todas as raças, em todos os continentes.
Assim, minha homenagem a todos os avôs e avós, nas pessoas de seu Pedro e seu Diogo; dona Donária e dona Alice.
Ah... Parabéns pra mim também, digo eu, em nome do meu neto Pedro.

sábado, 25 de julho de 2015

Lançar Foguete Não é Soltar Foguete


São duas atividades completamente diferentes.
Lançar foguetes é a atividade de manipular tecnologia de ponta, ou mais: tecnologia no estado da arte; para colocar em órbita da terra satélites com as mais variadas finalidades; ou ainda lançar em direção ao espaço sideral veículos de prospecção de conhecimento em lugares "onde nenhum homem jamais esteve"; como diria o diário de bordo da nave Enterprise.
Soltar foguetes é uma brincadeira perigosíssima, que também requer perícia e tecnologia; e não deve ser feita por amadores e curiosos, mas que se resume a queimar pólvora em ambiente controlado. Até porque também se chama Fogos de Artifício.
O Brasil sempre ensaiou o lançamento de foguetes de baixa altitude, desde a época dos governos militares, nas base da barreira do Inferno (Natal/RN) e Alcântara (Alcântara/MA) de maneira muito amadora e incipiente, quase tão artesanalmente quanto os fogueteiros de reveillon.
Na hora que se resolveu fazer pra valer e partir para se dispor no país de uma base de disparo de foguetes como Veículos Lançadores de Satélites - VLS; um negócio de bilhões de dólares, iniciou um programa conjunto com os Estados Unidos, convenhamos, o maior dos experts no tema, para operar e manter conjuntamente a instalação. Um acidente, levou a instalação a dar com os burros n´água quando houve uma explosão e destruição da base de Alcântara em 22/08/2003.
Há que se registrar que, antes do acidente, o Centro de Alcântara realizou vários lançamentos bem sucedidos de foguetes de médio porte entre 1994 e 2003.
Terrorismo dos comunistas? Sabotagem duzamericanus que queriam sacanear o Brasil? Inveja de chineses, franceses e russo? Sabe-se lá.
Fato é que o Centro ficou largadão por anos até que o gunverno vermelho do PT rompesse o acordo com os americanos e saísse na busca de outro parceiro. Tentou os comunistas, é claro: China e Rússia e gorou. Fecharam com a Ucrânia, tão potência espacial quanto as indústrias Caramuru, gigante dos fogos de artifício.
Pois agora, meio bilhão de reais de gastos depois, chegaram à conclusão de que era a maior roubada do mundo e que nunca se viabilizaria o negócio de VLS usando o foguete ucraniano Cyclone IV, que possibilitaria um retorno de apenas US$ 30 milhões por lançamento.
Numa conta de padaria, seriam necessários quase 4 lançamentos só pra pagar o dinheiro já imobilizado.
Agora vamos ter que sair correndo atrás duzamericanus de novo pra tentar reatar a parceira. Ou tentar franceses e alemães, países não neófitos mas incomparavelmente menos adiantados que uzianquis.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Cordelando 123: Popularidade da Soberana - Medalha de Prata Ameaçada


A dentuça apavorada,
Todo mundo a correr.
Sua medalha de prata,
Tá em vias de perder.
Ao ver popularidade,
Já perder para a inflação.
Pode ver o desemprego,
Tomar essa posição.

Inflação a 10 por cento,
Batendo em dois numerais.
Galopando ao infinito,
Pois controle não tem mais.
Por mais que se aumente os juros,
E nêgo deixe de comprar,
Os preços vão aumentando,
Sem pena de maltratar.

Todo mundo aumenta o preço,
Pra proteger sua posse.
Pois se for ver o governo,
É por lá que a vaca tosse.
Mentiram, enganaram o povo,
Pra ganhar a eleição.
Mas a plebe não é mais besta,
E não dá mais crença não.

Resultado, despencou,
Quem gosta da soberana.
Caiu a 7 por cento,
O louvor da mente insana.
Até mesmo nos lugares,
Cheio de bolsa pra tudo.
Inté mesmo no nordeste,
Já não tem mais cabeçudo.

O Brahma sempre dizia,
Que era inveja de pobre.
Que a elite não não aguenta,
Ver o povo ser tão nobre.
Comendo até iogurte,
E biscoito recheado.
Carne, porco e galinha,
Num almoço guaribado.

De repente acabou tudo,
Pois todo preço subiu.
Foi-se cortando aos poucos,
A fartura sucumbiu.
Pra piorar o negócio,
Certeza de receber.
No fim do mês contra-cheque,
Já vê desaparecer.

A cada dia que passa,
Fecha vaga em todo canto.
Seja na indústria ou comércio,
O nó vai se apertando.
Fala-se em 300 mil,
Seiscentão é mais exato.
É muita boca sofrendo,
Isso inclui cachorro e gato.

Inventaram uma marmota,
Pra contornar a lamúria.
Cortar hora de trabalho,
Sem se cortar a pecúnia.
Desde que o empregador,
Feche lá com sindicato.
Paga uma parte o patrão.
O FAT completa o saco.

Só esquecem o ditado,
Da cultura popular.
De onde só tira, não põe,
Um dia vai se acabar.
O FAT já não aguenta,
Pagar a conta sozinho.
Tenha você a certeza,
Vai sobrar pro seu cuzinho.

Desviando um pouco o tema,
Que norteia este cordel.
Não podia me esquecer,
De colocar no papel.
Outra bronca muito grande,
Do contexto do Brasil.
Os bilhetes bem secretos,
Que o empresário emitiu.

Cheio de sigla e escondidos,
Que têm muito a dizer.
Sobre aquelas falcatruas,
Que procura esconder.
Bate em portas famosas,
De gente muito importante.
A cada passo que anda,
Fica mais interessante.

9 dedos acochado,
Com seu tobinha na mão.
Correu lá no adEvogado,
Pra tentar um abafão.
Não aceitaram de prima,
Mas o seu procurador.
Recebeu um belo esporro,
Lá de seu chefe dotô.

Também teve na semana,
Corre-corre na calçada.
Da turma da governANTA,
Pra explicar pedalada.
O AGU té tentou,
Enrolar o conselheiro.
Dizendo que todo mundo,
Já camuflou seu dinheiro.

Se eu for tratar de tudo,
Que aconteceu na semana.
Ia entupir a internet,
Com avalanche de lama.
Paro então por aqui,
Prometendo estar esperto.
Assim que tiver notícia,
Em que fique boquiaberto.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Ninguém Sabe, Ninguém Viu


A frase-título deste post é emblemática.
Primeiro, numa das mais belas canções do repertório de Caubi Peixoto, uma voz marcante do cancioneiro brasileiro; e, hoje em dia, na intenção do adEvogado geral da união, Luís Inácio Adams.
Depois, pela forma que a soberana quer que o TCU haja na avaliação das contas dela em 2014 e pra trás....
Çeu AGU quer que o Tribunal de Contas da União faça olhos de assum preto, ouvidos de mercador e boca de siri para as patifarias que a soberana fez nas suas contas de 2014 (assim como em todos os outros anos); escondendo descaradamente as desbragadas gastanças sem a devida cobertura orçamentária, popularmente conhecidas como PEDALADAS FISCAIS.
Ontem, limiar do Dead Line pra entregar as desculpas descabidas para os questionamentos feitos pelo tribunal, o cínico Inácio entregou mais de 1.000 páginas de lare-lare e seus anexos.
O babado já começou porque o documento entregue foi assinado pelo advogado da União Rafaelo Abritta e , portanto, um mero representante da AGU e não pela própria presidentA, conforme solicitado pela corte. O cheira-calçola argumentou que é função da AGU representar a soberana e lembrou que assina todos os processos judiciais em nome da presidente da República, inclusive questionamentos ao Executivo que tramitam no  Supremo Tribunal Federal (STF). Se fosse eu, mandava enfiar na b*nda e levar de volta pra ela assinar.
Depois pelo acinte do AGU dizer que, "caso o Tribunal adote, em relação ao exercício de 2014, posicionamento diverso do adotado em exercícios passados, estará em contradição com os postulados da segurança jurídica, da boa-fé objetiva e da proteção da confiança, enquanto expressões do Estado Democrático de Direito, na medida em que, como visto, interfere diretamente na certeza do direito e estabilidade das relações jurídicas”.
Na defesa entregue ao TCU, a AGU afirma também que a dívida com as instituições financeiras não foi contabilizada, porque isso não é exigido pelas regras do Banco Central. “Os passivos agora citados pelo TCU nunca foram incluídos no cálculo da Dívida Líquida do Setor Público ou do Resultado Primário, e de fato não poderiam ser, porque não se enquadram nos critérios objetivos fixados pela metodologia adotada pelo Banco Central.” É o cinismo em sua maior essência.
E mais. O gunverno conclui a defesa dizendo que aceita sugestões de “aprimoramento” da gestão fiscal, mas alega que não pode ser punido por decisões que, segundo a AGU, sempre foram tomadas. 
Diz ele: “Entende-se que qualquer determinação a ser exarada pelo TCU deve necessariamente dispor acerca da modulação temporal dos seus efeitos, a fim de alcançar tão somente situações futuras, abarcando todas as situações presentes na presente análise”. 
Na cabeça insana dele, "ainda que a Corte decida pela modificação da sua compreensão, não poderá essa nova interpretação retroagir ao que já passou, sob pena de violar o Princípio da Segurança Jurídica”.
Só espero que o TCU haja corretamente e puna essa bandalheira. Se não, arguirei o mesmo preceito para o pagamento de minhas contas pessoais e encaminharei meus boletos vencidos ao palácio do planalto.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Transparência Meio Opaca


O Conselho Nacional do Ministério Público, através do corregedor Alessandro Tramuja Assad, instaurou um processo disciplinar contra o Procurador Valtan Timbó Mendes Furtado pedindo explicações do porquê da abertura de procedimento criminar para investigar sua majestade 9 dedos enrolácio no escândalo de tráfico de influência junto a governos estrangeiros, na busca de favorecimento ao grupo Odebrecht.
O pedido, oriundo de adEvogados do Brahma, na realidade previa a extinção do processo, mas até o acólito achou que era demais e só emitiu um pedido de explicações em até 10 dias, caso contrário torna-se passível de punição, como se isso já não estivesse na alça de mira.
Isso, considerando o estado de enrolamento do barba com toda essa canalhice que rola por aí, é uma ameaça terrível ao estado democrático de direito. Se, com a corda no pescoço ele se dá ao desfrute de fazer isso, imagina sem as instituições estarem funcionando.
Estamos na iminência de uma ditadura vermelha. Abramos o olho.


terça-feira, 21 de julho de 2015

Tarifaço Aumenta a Inadimplência das Distribuidoras


Notório ditado popular diz que "Não existe almoço grátis". 
A caridade eleitoral da soberana, "concedendo" redução das tarifas de energia elétrica, tem suas consequências ainda infindas, mas já provocou aumento de até 50% nas contas de todos os brasileiro ao longo do primeiro semestre do ano.
Com isso, as distribuidoras registram o crescimento da inadimplência na quitação das contas em quase 3 vezes; saltando de cerca de 6% no começo do ano para 17,35% em junho, na comparação com os mesmos meses de 2014. 
O fumo já seria grande só por isso, mas pode ser muito pior. Esse problema pode levar ao crescimento de outro mais grave ainda: os furtos de energia, popularmente conhecidos como "gatos" na rede elétrica.
SPC Brasil informa que a taxa atual é a pior desde 2010, quando era de 2,53% e quando começou a acompanhar o índice.
Assim, além de "suspenderem" os pagamentos de carnês do Magazine Luísa, as contas de banco e cartões de crédito, o povo está deixando de pagar serviços passíveis de suspensão: energia e telefones.
Não se vê nenhuma campanha de consumo consciente ou conservação de energia. A população está à míngua, não há quem lhe oriente a reavaliar seus orçamentos e economizar eletricidade, evitando desperdícios.
levantamento do SPC Brasil mostra que 71,98% dos atrasos nas faturas se referem a contas de luz vencidas há mais de 90 dias, prazo após o qual as companhias de eletricidade cortam o fornecimento. E como se trata de um item básico nas residências, sempre que um movimento desses é detectado, ocorre um aumento nas chamadas "perdas não técnicas" de energia, ou seja, nos gatos nas redes.
O enorme esforço feito pelas concessionária no combate aos desvios vai para o ralo. Os dados mais recentes da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, mostram que a percentagem desses gatos nas redes das elétricas vinha caindo lentamente ou mantendo-se constante entre 2010 e 2014 para praticamente todas as distribuidoras.
É claro que não existe um patamar melhor ou pior de inadimplência. Sempre é ruim. E quando aumenta isso significa mais trabalho e mais custo para as empresas para evitar um transtorno ainda maior.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Pegando Grana Por Fraqueza


Só dá artista...
O ex-presidente da Sete Brasil, aquela empresa criada para contratar a construção de sondas para alugar para a Petrobras, João Carlos Ferraz, mandou uma carta para a atual diretoria da empresa, pedindo desculpas e assumindo que levou pra casa quase 2 milhões de dólares de gorjeta.
Até aí é só um canalha reconhecendo o que já todo mundo já sabe e tentando se fazer de Madalena arrependida. O melhor é o argumento que ele apresenta para meter a mão na bufunfa: "Foi um momento de fraqueza. Eu me senti pressionado por colegas que já estavam fazendo malfeitos". TOMANOCÓ seu ladrão.
No total, as investigações apontam para desvios de mais ou menos US$ 225 milhões; logo, o Ferraz ferrou 1%. Onde estão e quem pegou os outros 99%? Nas contas do PT e apaniguados, conforme se comprova nas investigações da Operação Lava a Jato.
O bonitão está sendo processado pela empresa para devolver R$ 22 milhões que recebeu de indenizações pela ruptura de seu contrato, bônus por metas atingidas e grana desviada. Ou seja, de bobo não tem nada. devolve um pouquinho, faz o papel de bom moço e preserva o muitão.
A criatura informa ter "uma" conta na Suíça, como outros diretores, e jura com a mão na bíblia que só tem essa. A ponto de entregar uma procuração autorizando que se busque outras contas em seu nome; achando que todo mundo é idiota.