Read In Your Own Language

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Black Friday no Brasil: Uma Chantagem Escancarada - Mais Um Crime da RegovernANTA.


O que se lê acima é um decreto da regovernANTA publicado no Diário Oficial da União em 28 de novembro passado, uma sexta feira negra (Black Friday), que no mundo inteiro buscava o bem, com reduções brutais de preços em produtos nas lojas e que aqui se transformou numa vergonhosa chantagem escancarada dos parlamentares para aprovarem o PNL 036/2014, a lei do calote, a lei do chuncho, a lei da gastança; que permitirá aos canalhas que nos governam (???) abater da meta fiscal os gastos hiper-faturados do PAC e as benesses eleitoreiras de renúncia fiscal que reduziu ou eliminou impostos ou taxações em produtos e serviços também para ajudar a fazer o diabo e ganhar as eleições.
A aprovação desta excrecência permitirá, num primeiro momento ao governo federal e, na sequência, a todos os níveis de governo e a todos os administradores públicos, nos três poderes, descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, um dos marcos da estabilização de nossa economia.
Será a liberação da gastança desenfreada e sem limites, o fim do compromisso de respeitar receitas e despesas num patamar decente e responsável no Brasil; do mesmo jeitinho que você faz na sua casa. Só se gasta no limite do que se recebe. É assim  que deve ser.
Como diria aquele locutor esportivo, PELO AMOR DE SEUS FILHINHOS, faça algo realmente concreto contra este absurdo. De nada adianta ficar "berrando" nas redes sociais. Naqueles ambientes, todos conhecem sua opinião. Use seu teclado mais ativamente. Use seus dedinhos com mais poder.
Ligue para 0800.619.619 (Câmara) ou 0800.612211 (Senado) e deixe seu recadinho de descontentamento para os congressistas.
No link disponibilizado pelo Coronel do Blog, tem o mailing de todos os deputados e senadores. Clique aí em cima, copie, cole e mande sua mensagem pra eles. 
Se estiver em Brasília, vá na manifestação em frente ao congresso hoje à tarde.
Faça alguma coisa.....

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Cordelando 97: Pibinho, Pibinho Meu... Existe Algum País Mais Mal Administrado Que Eu?


Outra semana arretada,
Acontece no país.
Canalhice acontecendo,
Em frente a nosso nariz.
Por isso assunto não falta,
Pra fazer o meu cordel.
Isso é benção de Deus,
Coisa de Papai Noel.

Começou com Renanzinho,
Que até cabelo implantou.
Forçou uma barra danada,
Mas o projeto gorou.
Mesmo sendo relatado,
Pelo Romero Jucá.
Não vingou lei do calote,
Que a dentuça quer implantar.

Levou uma surra danada,
No congresso nacional.
Mendoncinha lhe meteu,
Numa bronca federal.
Com o dedo no focinho,
Igual briga no buteco.
Chamou ele de vergonha,
Da governANTA boneco.

Sobre o tema principal,
Que deu o nome ao cordel.
O pibinho foi quase zero,
Igualzinho a carrossel.
Gira e não sai nem do canto,
No centrinho se concentrou.
Crescimento que é bom,
Foi o que o gato cagou.

E os escândalos da moda,
Que não param de surgir.
Desta vez até os manos,
Que também sabem bulir.
Pras bandas do Mato Grosso,
Terra farta da união.
Ministro da agricultura,
Meteram mesmo o mãozão.

Nas grotas lá de São Paulo,
Marília cidade grande.
Onde o prefeito roubou,
Da saúde foi bastante.
Mas a surpresa maior,
Que se mostrou no caminho.
Foi o fato de ser mano,
Lá do Ministro Toffinho.

Teve dia de visita,
Na polícia federal.
Gente bacana vestida,
Tudo na beca legal.
Mas não puderam levar,
Lanchinho de bacalhau.
Só sabonete e pros dentes,
Um dentifrício normal.

Finalmente anunciada,
O time da governANTA.
Que vai cuidar do dinheiro,
E controlar a gastança.
O trio ja foi indicado,
Mas não tomou posse não.
Deixando pros atuais,
A atual confusão.

Mas falaram com firmeza,
O que pretendem fazer.
Aumentando o horizonte,
Para se fazerem crer.
Botaram num papelzinho,
Data, maneira e valor.
Mostrando pra todo mundo,
Que a putaria acabou.

Interessante esse tema,
Vindo de lá do PT.
Que é contra o conservismo,
Como costuma fazer.
Botando pra comanda,
A grana dessa nação.
Um conservador da porra.
Que tem na mão tesourão.

Pra não faltar o assunto,
De aumento pro povão.
Aumentaram combustível,
Energia e o Buzão.
Causando grande surpresa,
Quem na campanha enganou,
Mas agora é tarde nêgo,
Pois nela você votou.

Votei nele então reclamo,
Pois sumiu o mineirinho.
Couro come no congresso,
E ninguém vê o bichinho.
Aparecer vez em quando,
E fazer fala legal.
É pouco pra oposição,
Que tem que largar o pau.

Quem segurou mesmo o tchan,
Na hora do bate boca.
Com Renan e com Jucá,
Foi uns caras bom da gota.
Pegando no microfone,
Porrada pra todo lado,
Pauderney, Nilson Leitão,
Mendonça, Izalci e Caiado.

Mas a guerra não findou,
Ainda falta a sessão.
De todos parlamentares,
Do congresso da nação.
Deve ser segunda feira,
Em dezembro o dia dois.
Vamos ter que atuar,
Pois pode não ter depois.

Mande e-mail, ligue, xingue,
Do jeito que melhor lhe for.
Cobre dos cabras safados,
Mostre que você tem seu valor.
O que não pode ocorrer,
É virar um carnaval,
A dentuça querer fugir,
Da Responsabilidade Fiscal.

NOTA DO AUTOR:
Neste LINK, você encontra o e-mail de deputados e senadores. Invista 5 minutinhos, copie e cole na lista de destinatários e envie com seus comentários e queixas. O telefone grátis do congresso é 0.800.619.619 
Lembrem-se: estão tratando com "autoridades". Sejam gentis e polidos, mas sejam firmes.
Vamos encher o congresso com nosso protesto contra a libertinagem fiscal que vai retornar a nosso país.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Empalamento Coletivo


Com pompa e circunstância, deverá ser indicado oficialmente o glorioso Joaquim Levy para o ministério da fazenda. Provavelmente serão divulgados junto os nomes do novo ministro do planejamento e dos presidentes do Banco Central, Banco do Brasil e Caixa Econômica, para "acalmar o mercado".
Fato é que, com o simplesmente cênico ministro atual apenas esquentando a cadeira, Levy já deve começar a se mexer de imediato e não haverá o lance de transição, comum nas trocas e governos.
O tema de primeira ação é o tal de ajuste fiscal, o freio de arrumação das contas insanáveis do governo, basta ver a loucura que se passa no congresso para aprovar a lei do chuncho (ou do calote, ou da anistia da gastança, como preferir), mas isso é outra canalhice, que trataremos depois.
Para quem administra ao menos uma mesada que seja, sabe, que para restabelecer uma tabela desequilibrada de receitas e despesas, só tem como solução aumentar a primeira e diminuir a segunda.
De novo invocando a aprovação iminente da Lei do Chuncho, fica claro e evidente que a regovernANTA não tem a mínima intenção, e muito menos autonomia para reduzir despesa nenhuma. Diria este silvícola prepotente, ela vai é aumentar, sufocada pela pressão cada vez maior do peso do aluguel de sua base no congresso e pelo exorbitante custo da máquina aparelhada e inflada. Logo, só lhe resta mandar o incauto do Levy, caso aceite o cargo mesmo, iniciar seu ajuste pelo lado do aumento de impostos.
Agora há pouco ouvi a Míriam Leitão falando da redução imposta pela ANEEL sobre o valor máximo a ser cobrado das distribuidoras pelo megawatt-hora (MWh) no mercado spot de energia de R$ 822,00 para R$ 388,00. Isto é, vai se transferir o prejuízo das distribuidoras para as geradoras.
Como tudo que vem do gunverno, é mais uma falácia e enganação. Essa redução será apenas para diminuir o rombo dos caixas das distribuidoras e será pago por nós, pobres mortais, Ou você acha que não.
Com os reservatórios muito abaixo dos limites mínimos, as caras usinas termelétricas rodarão a todo vapor (ou queima de gás, óleo combustível e óleo diesel, para ser mais preciso) a um custo médio de R$ 1.128,00; isso se aguentarem o repuxo, pois estão operando no máximo de sua capacidade há muito tempo e não foram, em sua maioria, concebidas para isso.
Já tem até nome o PNC que vão nos enfiar: Encargos de Serviços do Sistema - ESS. Será uma taxinha a ser incluída nas nossas contas de energia, variando com nosso consumo e que alimentará um fundo para cobrir o rombo das geradoras. Outro fator de variação do diâmetro e do comprimento do PNC será a localização geográfica; por exemplo, o norte-nordeste tem uma participação maior das térmicas na matriz energética, logo o ESS será maior nestas regiões.
Pensa que acabou? Nã Nã Ni Nã Não.... Isso valerá a partir de 01/01/2015, pós-posse da regovernANTA.
Ainda tem a bagatela de 28 bilhões (40 bilhões, na versão das distribuidoras) decorrente de empréstimos que as empresas tiveram que fazer para se segurar depois da "bondade" da dentuça em reduzir as contas por decreto e pressão.
Pensa que acabou? BOBINHO(A).....
Está na agulha também o retorno da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico - CIDE a ser aplicada sobre os combustíveis, que não só vai impactar nos tanques de nossos carros mas também nos transportes públicos e de carga, além, é claro, no combustível das usinas térmicas citadas aí em cima, num efeito espiral de ENORME impacto sobre a inflação.
Podem por no rol de preocupações também a volta da Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira - CPMF, que a corja nunca engoliu ter sido extinta no congresso.
Çuas Inçelenças parlamentares estão articulando um aumentinho em seus salários na ordem de 26%, extensivo ao executivo. O povo da toga vai na sequência; então teremos mais surpresas pela frente.
Considerando ainda que a tabela de tributação da renda, na fonte ou na declaração de ajuste, divulgada com esplendor de chegada de imperador de Roma pela GORDA CAGADA no dia do trabalhador desse ano numa MP que, deixada ao relento e por sua própria conta e risco, vai caducar logo ,logo e, portanto, não será efetivada; podem imaginar o volume do FALO a ser inserido ânus adentro do sofrido contribuinte brasileiro a partir do ano que vem.
Só posso tentar atenuar a dor dos amigos.....


terça-feira, 25 de novembro de 2014

Uma Vergonha Sem Par. Um Total Desrespeito à Lei


O que aconteceu ontem à noite na Comissão Mista de Orçamento foi uma vergonha jamais imposta pelo executivo sobre o congresso nacional. Na marra, sem o menor escrúpulo e superando todos os limites da canalhice, a base alugada do governo tratorou a oposição e conseguiu aprovar o projeto de lei que "flexibiliza" a meta do superávit primário, permitindo que, o que deveria ser um deficit de cerca de 116 bilhões, possa vir a se tornar um superavit de 10 bilhões, o que naprática vira uma anistia à gastança desenfreada feita pela regovernANTA para garantir sua vitória n eleição.
Agora, o projeto será debatida no plenário do Congresso Nacional, último passo antes da dentuça receber o cheque especial e abater integralmente os gastos com o superfaturado e incompleto PAC e as desonerações de impostos de alguns setores doadores da economia para o pagamento dos juros da dívida pública.
Duvido que tenham agilidade de fazer isso hoje ainda (25/11) mas, com a pressa em se livrar desse abacaxi e cobrar a conta da deelma, pode até ser. até porque tem uns 40 vetos presidenciais na fila de votação, o que bloqueia a pauta. 
Será a hora da oposição fazer o seu papel democrático e voar com os dentes expostos assim tipo, "oposição voraz", do mesmo modo que aquele pequeno e corajoso grupo de manifestantes que gritou durante toda a sessão da CMO palavras de ordem como "fora PT" e "estão metendo a mão", pra ser mais leve no tratar.
Destaco a ação dos deputados , Izalci, Ronaldo Caiado, Mendonça Filho e Pauderney Avelino que enfrentaram com garbo e determinação a postura ditatorial e prepotente do presidente Devanir e do relator Jucá, que ignoraram solenemente suas alegações. Basta ver que TODAS as 39 emendas e destaques forma rejeitadas por Jucá sem ao menos dar satisfação do porquê. Nem a discussão  foram disponibilizadas.(DEM).
A linha de argumentação da corja é que o importante é que sejam concluídos "programas e ações" executados por deelma, Estados e municípios, além da "situação internacional delicada", de modo que poucas economias estão praticando superávits primários. 
Na modesta opinião deste silvícola, os "aliados" da regovernANTA indicaram que, poderão aprovar o projeto de lei que autoriza o descumprimento da meta fiscal de 2014, mas vão querer uma sinalização sobre o butim do ministério, com a definição do espaço de cada partido no segundo mandato. 

sábado, 22 de novembro de 2014

Uma Chantagem Escrachada e Criminosa


É um verdadeiro escárnio, uma chantagem desavergonhada, um terrorismo escrachado e outros adjetivos de pior qualidade; o que os ministros, principalmente o irrevogável Merca e Miroca Belchior, alguns senadores e deputados alugados, como a onça pintada Vanessa Grazzziotin e Rui Falcão, e a própria regoverNANTA; estão fazendo com a nação, ao dizerem que, se não for aprovado o crime fiscal de revogação da Lei de Responsabilidade Fiscal para acobertar a gastança desenfreada feita pelo governo este ano (e com certeza nos anos anteriores) para assegurar a reeleição da dentuça. O diabo mesmo, como disseram que iam fazer.
Anunciam aos 4 ventos que, caso o congresso não aprove esta poha, será necessário cortar os gastos nas obras (superfaturadas, diga-se de passagem), alguns programas sociais, o repasse às emendas parlamentares (pra facilitar empurrarem goela abaixo nos canalhas congressistas), algumas desonerações e incentivos fiscais a setores industriais privilegiados, não pagamento de empreiteiros e fornecedores por eventos passados e por aí vai.
Decorrente ainda da forçada transgressão inegável e óbvia da Lei, argumentam falsamente os porta-vozes do (des)governo que haverá desemprego em massa, redução do bolsa família, desabastecimento, aumento da inflação e outras tragédias.
Em nenhum momento, falam do lado negro da força: a total irresponsabilidade dos gastadores em sua inconsequência administrativa e transgressão da Legislação vigente.
Como sempre terceirizaram a inconsequência. Alegam que "esse negócio de superavit primário é coisa de terceiro mundo e só existe no Brasil. O mundo todo nem trata deste tema", alegam. Também dizem que a necessidade do derrame de dinheiro nas ações do governo se deu pela "crise" mundial que acabou com todas as economias, mesmo a de países poderosos como Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos; ainda que todos os números sérios apresentados por organismos responsáveis de repercussão internacional digam ao contrário.
Relegam ixpertamente os canalhas que, nestes e outros países, quem gasta o que não tem vai pra cadeia, com lei ou sem lei de responsabilidade, com superavit definido ou não. por aqui, basta mudar o limite e pronto. Pelo menos é o que querem os safados.
A oposição ameaça com a sua arma mais ao alcance: OBSTRUÇÃO das matérias nas casas. É pouco. Têm, e temos todos nós, que recorrer a outros meios: berreiros nas praças públicas, denúncias internacionais, audiências públicas, entrevistas coletivas convocadas especificamente para este fim; TUDO mesmo para ameaçar com execração generalizada qualquer um que ouse se postar contra os interesse da nação para acobertar as merdas da corja vermelha.
Provavelmente na próxima terça feira o tema voltará a ser tratado na Comissão de Orçamento e, na sequência, no Plenário conjunto senado-câmara. Temos que ficar atentos e, durante estes dias até lá, enviarmos e-mails, darmos telefonemas, conversar com os parlamentares que encontramos por aí, enfim, FAZERMOS O DIABO, pra que não se aprove este absurdo.
Ligue para 0 800 619 619 e se manifeste contra. Vão votar essa porra provavelmente na terça feira. Use e abuse do telefone acima. Não podemos deixar que se quebre este pilar da estabilidade econômica, a Responsabilidade Fiscal

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Cordelando 96: O Fenômeno do Empobrecimento Relâmpago


Muita coisa espantosa,
Acontece no Brasil.
A que temos mais recente,
Foi dinheiro que sumiu.
Das contas dos empresários,
Muito ricos, isso é fato.
Só porque foram enquadrados,
Na turma do Lava a Jato.

Quando a Justa foi olhar,
Na conta deles no banco.
Não tinha nenhum dinheiro,
Tava zero, tava branco.
Como vão ter que pagar,
Tudo na ponta do lápis.
Com certeza vão pedir,
Um adEvogado grátis.

Mas não foi só desse bando,
Que sumiu o patrimônio.
Teve também deputado,
Que também viu o demônio.
Eleito como mais rico,
Na eleição que passou.
Requereu gratuidade,
No processo que micou.

Lá pras bandas do oeste,
No estado de Rondônia.
Também teve operação,
Que causou grande vergonha.
Foi preso governador,
Que ganhou reeleição.
E também foi encanado,
Quem lhe fez oposição.

Danado foi ser citado, 
No meio da confusão.
Pois o nome que escolheram,
Pra dar na operação.
Se não for ficar atento,
E nem tiver um chilique.
Foi que batizaram ela,
Com o nome do cacique.

Enquanto isso a mudança,
Na turma de economia.
Acontece tanta coisa,
Que até careca arrepia.
RegovernANTA pediu,
Trabuco fez de rogado.
Ministério da Fazenda,
Disse não, muito obrigado.

Também convém destacar,
Notas de falecimento.
Pois destaque aconteceu,
Que causa algum tormento.
Morreu o Samuel Klein,
Homem de bom coração.
Que fundou Casas Bahia,
Pra atender população.

Aumentou o crediário,
Vendeu a vista e a prazo.
Fez carnê pra quem não pôde,
Comprovar nem o salário.
Ajudou a muita gente,
Fez tudo por caridade.
Foi um homem muito bom,
Que vai nos deixar saudade.

Por outro lado também,
Passou dessa pra pior.
O famoso adEvogado,
Poderoso que nem Thor.
Tomás Bastos escapou,
Da ponta da baioneta.
E foi logo se sentar,
Lá no colo do capeta.

De lascar foi a mensagem,
Que chegou lá congresso.
Mandada pela dentuça,
Na moral foi um regresso.
Depois de jogar no lixo,
O controle da inflação.
Quer derrubar o pilar,
De um marco da nação.

A Lei que disciplinava,
Todo gasto com limite.
Responsável que tornava,
Quem tentasse algum trambique.
A dentuça que gastou,
Muito mais do que podia.
Fez o diabo na eleição,
Quase tudo à revelia.

Pois agora no finzinho,
Na hora do vamos ver.
Quer mudar regra do jogo,
Fazer desaparecer.
Os gastos que superaram,
Toda arrecadação.
Aumentando mais que o teto,
A gastança da união.

Uma cena deplorável,
Surgiu lá na comissão.
Que controla o orçamento,
E gerou a confusão.
Aprovaram na porrada,
A lei errada e infame.
Nem deixando que falasse,
Quem era contra o vexame.

A gritaria foi grande,
Relatou toda imprensa.
Ninguém de bem aceitou,
Da moral esta ofensa.
Tentado fazer calar,
A revolta da nação.
Empurraram uma semana,
Prorrogando a votação.

Fato é que no Brasil,
Surgiu grande aliada.
Um novo agente da lei,
A delação premiada.
Querendo tirar da reta,
E se livrar da prisão,
Se tem prova apresenta,
Diminui a punição.

Resta agora à PF,
Nosso órgão apurador.
Que continue o acocho,
Seja peão ou doutor.
Pegue, interrogue e apure,
Ponha tudo no papel.
Encaminhando à justiça,
Pelo fim desse cartel.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O Cheque Especial da regovernANTA


Absolutamente incrível e inadmissível o que aconteceu ontem no congresso nacional. A comissão de orçamento, liderada pelo relator, o glorioso senador Romero Líder Eterno Jucá, com o apoio do presidente do poder legislativo, Renan Cabeleira Calheiros, aprovou na marra, na truculência, na força, na porrada e coisas afins, o projeto de lei encaminhado pela regovernANTA que lhe permitirá descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e apresentar as contas do ano sem cumprir as metas de superavit primário, o que, em última análise, representa a concessão de um cheque especial para a dentuça pagar a exorbitante gastança que teve que realizar em 2014 para se reeleger.
Pelo projeto, serão retirados das contas, como se nunca tivessem existido, a super-benevolentes concessões de dinheiro a setores industriais, pelas renúncias fiscais que não adiantaram porra nenhuma a não ser endividar o povão e o próprio governo; e os gastos com as obras superfaturadas, inacabadas e inacabáveis do PAC.
Ou seja, um cidadão chamado José, administra sua cota no banco o ano todo. Com ele paga supermercado, aluguel, luz, água e outras despesas domésticas. No meio do ano, resolve fazer um puxadinho no barraco pra atender a Maria e levar a mãe dela pra morar com eles.  Pede dinheiro ao gerente no cheque especial, contando com um abono e um aumento prometido pelo chefe. 
Vendo que a coisa tá correndo frouxa, arranja uma amante e promete uma mesada pra ela também. Chega em novembro, o aumento e o abono gorou, a amante lhe meteu um chifre e ele está endividado até os cabelos.
O super Zé vai no banco e diz pro gerente pra ele esquecer o empréstimo pois a sogra morreu e a amante lhe deixou.
É mais ou menos assim que a regovernANTA quer que o congresso haja e nós aceitemos.
A meta de superávit primário do setor público estabelecida na LDO é de 167,4 bilhões de reais, ou cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB). Mas com os descontos já permitidos, o governo estava perseguindo uma meta de 99 bilhões de reais neste ano, equivalente a 1,9% do PIB.
Se aprovado, na prática, o projeto desobriga o Executivo de realizar um superávit, já que de janeiro a setembro os gastos com o PAC somam 47,2 bilhões de reais e as desonerações chegam a 75,7 bilhões de reais, segundo dados do Tesouro. E esse montante total de 123 bilhões de reais deve subir até o fim do ano.
De janeiro a setembro, o resultado primário do setor público consolidado --governo central, Estados, municípios e estatais-- ficou negativo em 15,3 bilhões de reais, o primeiro na série histórica do Banco Central, iniciada em 2002.
Claro que a minoria dos parlamentares da oposição apresentaram 80 emendas, mas o relator rejeitou todas, mantendo o texto do governo com apenas uma alteração sensacional, que ele próprio sugeriu. Jucá trocou a no texto do governo a expressão “meta de superávit” por “meta de resultado”. Isso porque não se sabe se 2014 fechará com déficit ou com superávit primário, sendo mais provável um vermelhão no balanço.
No texto, o Jucá diz que a meta de resultado primário não é imutável ou rígida. Para ele, fixar ou modificar o número tem o propósito básico de trazer ao conhecimento e ao debate as consequências do conjunto das decisões adotadas no campo econômico e fora dele.
O senador canalha defende a aprovação do projeto por considerá-lo importante para o equilíbrio fiscal. De acordo com ele, o governo está tratando a questão de forma transparente e com respeito. “Quanto mais rápido o país puder sinalizar para o equilíbrio fiscal e para a ausência de conflito nessas questões, melhor será a sinalização para os mercados interno e externo e, quanto mais conflituoso for o processo, pior será a leitura”, disse Jucá.
A coisa é tão grave que o presidente do TCU chamou a nefasta manobra de improvisação fiscal. Os efeitos podem se repetir d´ora por diante e será o fim da Lei da responsabilidade Fiscal e a volta da instituição da zona nos gastos públicos nas três esferas ee nos três níveis do poder. Será a volta da gastança desenfreada e sem limites de todo mundo. Um retorno de 20 anos no tempo, pra falar o mínimo.
Em 2013, pelo menos tiveram o cuidado de fazer uma maquiagem menos ostensiva e inventaram até um noco termo, a Contabilidade Criativa, colocando contas de chegar nos itens orçamentários. Este ano escracharam mesmo.
Claro que chantagem de todo lado. O grande irrecorrível Mercadante já largou um "a culpa será do congresso se as contas não fecharem e não serão liberadas as emendas dos parlamentares; mas nada justifica o abafa que vi ontem na sessão inesquecível de abafamento na casa de parlar, dialogar, debater.

ATUALIZAÇÃO: 
Transcrevo a descrição da cena feita pelo Josias de Souza, que foi mais ou menos o que eu vi.... VERGONHOSO..


Passava de 23h. Transmitida ao vivo pela internet, a sessão da Comissão de Orçamento, a mais nobre e importante do Legislativo, já durava três horas e meia. Um tempo que havia sido 100% consumido em manobras regimentais, puxadas de tapete, palavras em riste e descortesias. Armada do regimento, a oposição tentava protelar a decisão. Os governistas tinham pressa.
De repente, o relator do projeto, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e o presidente da comissão, deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), decidiram fechar a conta. Interessados em postergar a deliberação, os líderes da oposição postam-se defronte da dupla, para bloquear-lhes a visão.
— Sai da frente, gritou o líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), para os colegas de oposição que se postavam defronte da mesa diretora da Comissão de Orçamento do Congresso.
— Não saio! Se vocês querem estabelecer a zona, a gente não vai respeitar, respondeu o líder do DEM, Mendonça Filho (PE).
Devanir pediu ao relator que apresentasse o seu relatório. Jucá respondeu que a matéria, já sobejamente conhecida, dispensava apresentações. E sugeriu que fosse realizada a votação.
“Os senhores parlamentares que forem a favor da aprovação permaneçam como se acham”, declarou Devanir. Mesmo sem enxergar a reação do plenário, o deputado proclamou o resultado: “Aprovado”. Em pouco mais de três minutos, a fatura estava liquidada. A proposta seguiu para o plenário do Congresso.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Cordelando 95: Lavando e Prendendo - Lava a Jato 7


Puta Merda, Esconjuro,
O que ocorre no Brasil.
A Polícia Federal,
Tá enchendo o barril.
Botou a tropa na rua,
Por toda nossa nação.
Prendendo bandido a rodo,
Grande bando de ladrão.

Já se tinha iniciado,
Uma limpeza distante.
Com Paulinho e Youssef,
Os dois já peixes bem grande.
Que tocaram a abrir,
A boquinha no salão.
Inciando a história,
Premiada delação.

Toca aqui aperta ali,
Surgem nomes de montão.
Prova por certo eles têm,
Pois bobos que não são não.
A coisa não ficou quieta,
Gerou grande confusão.
Nas hordas da bandidagem,
Assustou-se gatunão.

De todo lado brotou,
"Não sabia não vi não".
Isso é coisa inventada,
Pela nossa oposição.
Pensando que brasileiro,
Quase tudo é debiloide.
Diziam que estes fatos,
Era tudo factoide.

Pois não é que nesta sexta,
Numa big operação.
A PF aumentou,
O volume de prisão.
E não pegaram bagrinho,
Aqueles que o burro lambe.
Nas maiores empreiteiras,
Pegaram foi peixe grande.

Presidente, Diretor,
Dono mesmo da bagaça.
Foram todos algemados,
E levados para a praça.
Esse povo é aquele,
Que não cumpre com horário.
Na hora que corre a grana,
Não manda intermediário.

O diretor da estatal,
Que hoje pegou o seu.
Era afilhado não menos,
Que do próprio Zé Dirceu.
Isso deixa cá pra nós,
Uma grande esperança.
Que chegue e pegue logo,
Quem na verdade comanda.

Já pegaram até o Duque,
Dentro da escala real.
Falta só pegar o rei,
Que comanda o carnaval.
Então na mesma balada,
Quem assumiu a cadeira,
Pega logo a governANTA,
Que asssumiu a roubalheira.

Uma pena o brasileiro,
Passar tanta humilhação.
Ver nossa maior empresa,
Com seu valor lá no chão.
Despencaram as ações,
Nas bolsas de capital.
Não só aqui em São Paulo,
Mas na internacional.

Nunca antes que se viu,
Petrobras não ver o prazo.
De entregar o balanço,
Pra mostrar o resultado.
Mas a coisa tá tão feia,
Para o lado da estatal.
Que o auditor recusou,
Assinar o catatau.

Oração é que não falta,
Na nossa população.
Que num guenta sustentar,
Esse monte de ladrão.
Precisamos acabar,
Roubo regulamentado.
E botar lá na cadeia,
O mangote de safado.

Hora de ficar atento,
Olho vivo e plantão.
Manobra não vai faltar,
Pra abafar a operação.
Os puxa-sacos de sempre,
Vão correr pra esconder.
Se não ficarmos alerta,
A coisa não vai feder.

É só apertar um pouco,
Sem nenhuma distração.
Aproveitando na rede,
Pra divulgar na nação.
Comentar com todo mundo,
Que não lê a internet.
Aquele tal de bolsista,
Abestado e periguete.

Desta vez estamos perto,
De nos livrar do PT.
Que meteu pé pela mão,
No projeto de poder.
Hora de mandar pra longe,
Essa praga de canil.
Que não quer nada a mais,
Que roubar todo Brasil.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Devo, Não Nego. Pago Quando Puder. A Fraude Eleitoral Se Revela


No país das maravilhas apresentado pela regovernANTA na sua propaganda eleitoral, surgia um Brasil Potência, motivo de inveja para o sistema solar inteiro. Inflação sob controle, mercados interno e externo crescentes, investimentos em rota de ascensão e um céu de brigadeiro pela frente.
Nem bem se digeriu a surpreendente "virada" na contagem dos votos e, ao longo da semana seguinte, já a partir da segunda feira 27/10; tudo mudou da água barrenta da Cantareira para o vinho do porto que embriagou a comandita em Portugal. Subiram os juros, o deficit público retrocedeu a níveis pré plano Real, subiram energia elétrica e combustíveis e o vulcão do fim do mundo começou a jorrar sua lava ladeira abaixo.
Coroando, mas ainda não encerrando, o anúncio sucessivo de catástrofes administrativas e fiscais que nos esperam, ontem a dentuça encaminhou ao congresso nacional, um projeto de lei que rasga de vez a Lei de Responsabilidade Fiscal, que tanto o PT combateu desde a sua gênese.
Mesmo prometendo fazer o dever de casa e realizar um rearranjo fiscal, deelma largou mão de vez do cumprimento das metas de superávit primário das contas públicas deste ano. Estamos a menos de 50 dias para o fim do ano civil e fiscal, e ela quer mudar a regra do jogo, prepara o terreno para descaracterizar o inevitável déficit do setor público sem que a meta seja considerada descumprida pela legislação e se mantendo "íntegra e respeitável perante os tribunais".
Como somos todos bobos e chupamos dindin no sol, o governo quer nos fazer crer que o rombo das contas do governo, fortemente acelerado com o descomunal aumento dos gastos eleitorais, no afã de enganar os trouxas Brasil afora, pode ser varrido não pra baixo do tapete, mas pra fora da sala, fechando o ano no vermelho pela primeira vez desde 1997.
Se esta poha passar, o governo poderá descontar da meta todos os gastos com investimentos do PAC (mesmo que não tenha NADA pronto), bem como os favores que fez a alguns setores da economia com as renúncias de receita oriundas das desonerações tributárias. Ou seja, o limite de R$ 67 bilhões previsto na lei, deixa de existir... É simplesmente pulverizado. 
O jornal Estado de São Paulo estima que o tal "arranjo técnico-contábil" chegará a mais de R$ 165 bilhões, considerado investimentos e desonerações feitas até setembro, que somam R$ 122,9 bilhões, e as projeções até o fim do ano. Pela lei, o governo não precisa cobrir eventual frustração da meta de economia fixada para Estados e municípios, o que amplia a margem de manobra da equipe econômica.
Como consequência, fica fragilizado de um vez pra sempre o mecanismo da política fiscal que permitiu, desde 2008, a liberação de recursos para o avanço dos investimentos públicos.
É óbvio que os ministros envolvidos na apresentação do magnífico (pra eles) projeto negam a a piora das contas públicas e dizem que a situação fiscal do Brasil é "confortável e melhor que a de muitos países".
Com o burburinho que se começa a formar, o mercado entende que esta proposta indecorosa de mudança na meta de 2014 e a falta de sinalizações da política fiscal para 2015 o ajuste fiscal - prometido pela regovernANTA no discurso da vitória depois das eleições, é apenas um jogo de palavras para o eleitoral de boiada que ela tem. 
Sabendo que tem que aprovar esta josta a toque de caixa, antes que os parlamentares tenham tempo de se articularem, ordens já foram dadas ao líder de todos os governos desde Tomé de Sousa, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), para apresentar seu parecer ainda hoje e mobilizar a base alugada para aprovar a mudança em cima das coxas. 
Só lembrando: a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015 já tramita no congresso e está fortemente influenciada por este conceito nefasto de descumprimento da meta fiscal, para as contas públicas; contendo ainda receitas perigosamente superestimadas e despesas artificialmente comportadas.
Como até as ruínas que emergem dos reservatórios secos sabem que "nem que a vaca tussa" isso vai acontecer, será necessário promover um duro ajuste nos gastos para chegar no resultado pretendido. Logo, o ritmo de governo terá que ser de arrocho retirando recursos da economia, prevendo-se até lançar mão de atos como mudanças no abono salarial, seguro-desemprego, pensões, corte de despesas e aumento de impostos, coisa atribuídas durante a campanha a Aécio Neves e seu ministro da Fazenda Armínio Fraga. 
Até a joia da coroa da campanha diabólica da dentuça está na mira. Os gastos com o Bolsa Família foram fixados em R$ 27,7 bilhões, alta de apenas 9,5% em relação a 2014. Mas, medido como proporção do PIB, o valor ficou estacionado em 0,48% em 2014 e 2015, interrompendo a trajetória de alta verificada desde o início do programa.
Material como este, fartamente divulgado pela imprensa ontem e hoje, é munição mais que suficiente para a oposição (?????????) partir pra cima, nas tribunas e nos tribunais, com sangue nos olhos.
Eu é que não aguento mais pagar imposto.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Cordelando 93: Vai Ter Oposição de Verdade?

Uma semana arretada,
Aconteceu na nação.
O retorno de Aécio,
Já passada a eleição.
Retomando seu lugar,
No senado federal.
Ocupou o parlatório,
Para arrepiar geral.

Destacou toda mentira,
Que a corja espalhou.
Revelando a todo trouxa,
Em quem de fato votou.
O que antes se pintava,
Somente na cor azul,
Vai virando um fumo grande,
Pra enfiar em nosso c*.

Aumentou taxa de juros,
Energia já subiu.
Gasolina e óleo diesel,
Um aumento conseguiu.
Diferente da campanha,
Ao culpar oposição.
Decisão da governANTA,
Né coisa de Aécio não.

E voltando ao parlatório,
Onde tudo se mostrou.
Aécio levou aparte,
De  um monte de senador.
O mais divertido deles,
Que se tornou bem hilário.
Foi do líder do governo.
Humberto Costa o otário.

Rebatendo o candidato,
Humberto manifestou.
Desejo de ter diálogo,
De acabar o bololô.
Vamos ser todos amigos,
Evitar a confusão.
Deixar a mulher em paz,
Pelo bem dessa nação.

Levou um toco na cara,
Do mineirinho arretado.
Que diz não pode deixar,
O que ele passou de lado.
Conversa pode até ter,
Desde que com compromisso.
Começando a apurar,
Do dinheiro o sumiço.

Outro fato relevante,
Que aqui se sucedeu.
Foi a volta da miséria,
Que a campanha escondeu.
IBGE fez pesquisa,
IPEA não divulgou.
Pois com o bolsa-família,
 A pobreza acabou.

O povo saiu na rua,
Contestando o resultado.
Porque teve caso estranho,
Ocorrendo em todo lado.
Teve urna emprenhada,
Teve uma que travou.
Tempo todo apitando,
Que um voto computou.

O partido até pediu,
Da eleição auditoria.
Pra evitar a suspeição,
E acabar com a latumia.
Pois não é que a governANTA,
Em todo seu esplendor.
Falou que uma coisa dessa,
É choro de perdedor.

Fato é que o que vigora,
Na boa democracia.
Que tem mais voto governa,
Que tem menos que vigia.
Não podemos descuidar,
Nem deixar barato não.
Pois controlar é o papel,
De quem é oposição.

Temos que ficar atentos,
À intenção do inimigo.
Pois se a gente bobear,
Quando ver tamos fud*do.
Procurar saber de tudo,
Quando surgir logo apura.
Pois se deixar com PT,
Logo vira ditadura.

PS: Para registro histórico, anexamos a este cordel o discurso de Aécio Neves da Cunha, senador da república, proferido em 05 de novembro de 2014.