Quando eu digo que aqui em cima as coisas são diferentes do resto do Brasil, nêgo acha que é invenção minha. Vez em quando posto alguma peculiaridade prá mostrar que estou certo.Voz comum em Terra Brasilis é "jabuti não sobe em árvore". Aqui sobe. Veja os primos deles, os tracajás soberbamente arranchados num tronco sobre o igapó. E mesmo com inclinações maiores é possível vê-los em galhos superiores. Já cansei de ver e NÃO dividem de mim.
Mas tem coisas que não mudam...
A Companhia de Gás do Amazonas - CIGÁS, empresa de economia mista com participação de 51% das ações ordinárias (que lhe conferem poder de decisão) e 17% das ações preferenciais (poder financeiro) do governo do estado; está querendo vender as ações do poder público para sustentar os projetos de desenvolvimento e ampliação de serviços. Pergunta este ignóbil silvícola: CUMA?
Primeiro que para que isto ocorra, é necessário que a Assembléia Legislativa aprove o projeto de lei, encaminhado pelo governo no final de novembro. Tá, vai que é mole pois o governador tem um rolo compressor igual ao da governANTA; tanto que o diretor-presidente da Cigás, Lino Chíxaro (não por acaso, ex-deputado), já dá como certo o cronograma de que o projeto de lei seja aprovado na ALE ainda este ano, e que no início de 2012 seja aberto o processo licitatório para contratação de um consórcio que abrangerá empresas das áreas financeira, jurídica e de engenharia, para estudar a melhor maneira de viabilizar a comercialização das ações da empresa pertencentes ao Estado.
Nesse tal estudo, será definida a modelagem ideal para a comercialização das ações do Estado e seu valor de venda.
É aí que aparecem os cumpanhêrus tracajás.
A empresa, grupo ou ainda consórcio que assumir a parte do Estado na Cigás, deverá apresentar planos de metas e de investimentos, tendo como horizonte uma concessão de 30 anos.
Não obstante (putz, eu adoro esse termo...), mesmo sabendo que o governo não tinha interesse e nem capital para continuar investindo numa empresa tão rentável (fala-se de R$ 45 milhões de superavit por ano), a empresa, diga-se o estado, investiu uma grana preta (talvez ficasse melhor dizer JAMBO, a cor de nosso povo) para implantar a enorme e estratégica rede para atender o mercado cativo das termelétricas, dispostas já em pontos-chave da cidade, além de expandir a rede de gás na avenida Torquato Tapajós (uma espinha dorsal, eu diria) para viabilizar a distribuição de gás veicular, metas de 2012, basta ver o mapinha esquemático a seguir.
Nessa brincadeira de futurismo já BEM estruturado, estima-se oferecer ao bobo do comprador uma possíbilidade de, até 2020, pelo menos quadruplicar aquele lucro que falei.
Somente pelo gasoduto atual da Petrobras entre o parque de exploração de óleo e gás da cidade de Coari até Manaus, a companhia tem capacidade para oferecer mais de 5 milhões de metros cúbicos/dia, porém, são utilizados pelas termelétricas apenas 2.246.105 metros cúbicos. Mercado cativo, estruturado e de enorme potencial, portanto. E a Petrobras já tem planos de duplicar sua instalação, além de uma outra empresa privada que já trabalha na região.
É ou não é o caso de dar curso até de alpinismo para os tracajás?
Mas tem coisas que não mudam...
A Companhia de Gás do Amazonas - CIGÁS, empresa de economia mista com participação de 51% das ações ordinárias (que lhe conferem poder de decisão) e 17% das ações preferenciais (poder financeiro) do governo do estado; está querendo vender as ações do poder público para sustentar os projetos de desenvolvimento e ampliação de serviços. Pergunta este ignóbil silvícola: CUMA?
Primeiro que para que isto ocorra, é necessário que a Assembléia Legislativa aprove o projeto de lei, encaminhado pelo governo no final de novembro. Tá, vai que é mole pois o governador tem um rolo compressor igual ao da governANTA; tanto que o diretor-presidente da Cigás, Lino Chíxaro (não por acaso, ex-deputado), já dá como certo o cronograma de que o projeto de lei seja aprovado na ALE ainda este ano, e que no início de 2012 seja aberto o processo licitatório para contratação de um consórcio que abrangerá empresas das áreas financeira, jurídica e de engenharia, para estudar a melhor maneira de viabilizar a comercialização das ações da empresa pertencentes ao Estado.
Nesse tal estudo, será definida a modelagem ideal para a comercialização das ações do Estado e seu valor de venda.
É aí que aparecem os cumpanhêrus tracajás.
A empresa, grupo ou ainda consórcio que assumir a parte do Estado na Cigás, deverá apresentar planos de metas e de investimentos, tendo como horizonte uma concessão de 30 anos.
Não obstante (putz, eu adoro esse termo...), mesmo sabendo que o governo não tinha interesse e nem capital para continuar investindo numa empresa tão rentável (fala-se de R$ 45 milhões de superavit por ano), a empresa, diga-se o estado, investiu uma grana preta (talvez ficasse melhor dizer JAMBO, a cor de nosso povo) para implantar a enorme e estratégica rede para atender o mercado cativo das termelétricas, dispostas já em pontos-chave da cidade, além de expandir a rede de gás na avenida Torquato Tapajós (uma espinha dorsal, eu diria) para viabilizar a distribuição de gás veicular, metas de 2012, basta ver o mapinha esquemático a seguir.

Nessa brincadeira de futurismo já BEM estruturado, estima-se oferecer ao bobo do comprador uma possíbilidade de, até 2020, pelo menos quadruplicar aquele lucro que falei.
Somente pelo gasoduto atual da Petrobras entre o parque de exploração de óleo e gás da cidade de Coari até Manaus, a companhia tem capacidade para oferecer mais de 5 milhões de metros cúbicos/dia, porém, são utilizados pelas termelétricas apenas 2.246.105 metros cúbicos. Mercado cativo, estruturado e de enorme potencial, portanto. E a Petrobras já tem planos de duplicar sua instalação, além de uma outra empresa privada que já trabalha na região.
É ou não é o caso de dar curso até de alpinismo para os tracajás?


Os "novos" pavilhões possuem 360 m² de área útil. Sua estrutura é formada por beirais abertos, encimados por arcos de ferro, os quais são sustentados por colunas, também em ferro. Nas duas fachadas principais, fechando os arcos, há gradis de ferro com ornatos decorados, acompanhados por vidros coloridos. Por volta de 1908, foi construído o pavilhão posterior para a comercialização, na época, de tartarugas, o qual possuía iluminação a querosene. Tal pavilhão teve a estrutura em ferro construída pela companhia "Walter Macfarlane, Glasgow". Seu formato difere dos outros, sendo este totalmente fechado, possuindo cobertura em quatro águas e feita com chapas onduladas. A construção possui venezianas em todo o seu contorno, tendo oito entradas de acesso (uma em cada fachada principal, e três em cada lateral).
A obra de restauro do mercado já dura mais de cinco anos. e foi objeto de intensa disputa entre a prefeitura e o IPHAN, por questões de "autenticidade de componentes" e seus restauros, estando em fase final de conclusão. As obras similares anteriores foram feitas sem os devidos cuidados e desfiguraram o patrimônio hstórico e cultural, sendo retornado agora às suas condições originais.

Hoje será a Primeira Eucaristia de meu curumim e minha cunhatã. 


