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domingo, 27 de novembro de 2011
A Volta De Onde Nunca Deveria Ter Saído
Ser torcedor do SPORT Recife é traduzir paixão e alegria; mas também sofrimento e apreensão. Tudo sempre chega com muita agonia. Mas acontece. Uma hora acontece.
Depois de uma grande safra de alegrias, sequência de títulos e realizações, um pacote de constrangimentos: uma desclassificação traumática na Libertadores, o rebaixamento prá série B, a perda do hexa-campeonato, uma saída prematura da Copa Brasil, um desempenho sofrível no campeonato brasileiro e, aos trancos e barrancos, chega-se na última rodada dependendo apenas do resultado próprio. Era só ganhar do Vila Nova, já rebaixado, jogando com um time misto, embora em Goiania, mas era uma missão "tranquila".
Depois de uma grande safra de alegrias, sequência de títulos e realizações, um pacote de constrangimentos: uma desclassificação traumática na Libertadores, o rebaixamento prá série B, a perda do hexa-campeonato, uma saída prematura da Copa Brasil, um desempenho sofrível no campeonato brasileiro e, aos trancos e barrancos, chega-se na última rodada dependendo apenas do resultado próprio. Era só ganhar do Vila Nova, já rebaixado, jogando com um time misto, embora em Goiania, mas era uma missão "tranquila".
A torcida invade a capital de Goiás. Quase 6.000 enlouquecidos apaixonados.
Mas nada com o SPORT deixa de causar palpitações. O jovens jogadores do Vila resolveram engrossar o caldo. Faz parte do show. O nosso time vai prá cima e ameaça, bolas na trave, grandes defesas do goleiro e a sensação de que tudo se resolverá já, já.
De repente cai o céu no sequíssimo centro-oeste do Brasil. O campo alaga, acaba o futebol e começa um desespero. Os adversários em outros jogos começam a fazer gols. O tempo vai passando e nada...
Quase os 30 minutos do segundo tempo, aquele mesmo goleiro que estava fechando o gol, leva um frangaço e voltamos a ocupar a quarta vaga. Agonia por 15 minutos, embora sem nenhuma ameaça, e chega-se a pelo menos um dos objetivos do ano: voltar à Série A do campeonato brasileiro. A torcida invade o gramado com o consentimento do policiamento e a festa começa por lá mesmo.
Se na ida 2.000 loucos torcedores foram ao aeroporto dos Guararapes, imagine o que acontecerá hoje à tarde no retorno. A INFRAERO e a PM/PE já montaram um esquema especial. Mas a loucura vai ser grande.
Comedida, mas apaixonadamente, este cacique está muito feliz. Até colocou sua bandeira na varanda. 
Cantemos uma canção por esta centenária paixão: SPORT - Uma razão Para Viver
Comedida, mas apaixonadamente, este cacique está muito feliz. Até colocou sua bandeira na varanda. Balística: O Efeito dos Projéteis
O filme a seguir apresenta disparos feitos contra um mesmo alvo com armas de calibres diferentes. Não quero fazer enaltação a armas nem apologia a nada, mas apenas mostrar a dificuldade para os policiais e forças de segurança enfrentarem a bandidagem. Dá prá imaginar o que aconteceu com aquele cinegrafista da BAND.
sábado, 26 de novembro de 2011
Crise Na Grécia - Prá Rir Um Pouco
1. “Hércules é demitido dos seus 12 trabalhos”
2. “Afrodite foi rodar bolsinha na esquina”
3. “Hades começa a vender suco de soja”
4. “Atenas entra em liquidação e muda seu nome para Apenas”
5. “Platão de tanto andar com Sócrates, agora está na fila para transplante de fígado”
6. “Sem dinheiro para pagar uma diarista, Zeus muda o nome de seu lar de “Olimpo” para “Onãorepareabagunça”
7. “Multidão na Acrópole protesta para que Aquiles trate seu calcanhar no SUS”
8. “Medusa transforma pessoas em pedra e vai vender na Cracolândia”
9. “Acrópole é vendida e em seu lugar é inaugurada uma Igreja Universal do Reino de Zeus”
10. “Asclépio (deus da medicina) decide suspender o atendimento aos planos de saúde”
11. “Deusa Atena é vista trabalhando como garçonete nos EUA”
12. “Hércules perde os 12 trabalhos e procura bico como segurança na casa de tolerância de Vênus”
13. “Narciso vende seus espelhos para pagar dívida do cheque especial”
14. “Zeus vende o trono para José Sarney”
15. “Medusa faz bico na ala dos ofídios em zoológico local.
Recebi por E-mail do Márcio Pitta. Desconheço o autor.
2. “Afrodite foi rodar bolsinha na esquina”
3. “Hades começa a vender suco de soja”
4. “Atenas entra em liquidação e muda seu nome para Apenas”
5. “Platão de tanto andar com Sócrates, agora está na fila para transplante de fígado”
6. “Sem dinheiro para pagar uma diarista, Zeus muda o nome de seu lar de “Olimpo” para “Onãorepareabagunça”
7. “Multidão na Acrópole protesta para que Aquiles trate seu calcanhar no SUS”
8. “Medusa transforma pessoas em pedra e vai vender na Cracolândia”
9. “Acrópole é vendida e em seu lugar é inaugurada uma Igreja Universal do Reino de Zeus”
10. “Asclépio (deus da medicina) decide suspender o atendimento aos planos de saúde”
11. “Deusa Atena é vista trabalhando como garçonete nos EUA”
12. “Hércules perde os 12 trabalhos e procura bico como segurança na casa de tolerância de Vênus”
13. “Narciso vende seus espelhos para pagar dívida do cheque especial”
14. “Zeus vende o trono para José Sarney”
15. “Medusa faz bico na ala dos ofídios em zoológico local.
Recebi por E-mail do Márcio Pitta. Desconheço o autor.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Cordelando 39: Sobre o Óleo Que Vazou
Teve o tal do vazamento,No marzão do seu Cabral.
Óleo foi prá todo lado,
Nunca se viu coisa igual.
Já fazia uma semana,
Da merda acontecida.
E a imprensa calada,
Se fazendo de fingida.
Mas na rede pipocava,
Todo acontecimento.
Se sabia da meleca,
Desde o primeiro momento.
Até que lá dos Extranja,
Através do feicebuk.
Apareceu a fotinha,
Com a mancha dando look.
Todo acontecimento.
Se sabia da meleca,
Desde o primeiro momento.
Até que lá dos Extranja,
Através do feicebuk.
Apareceu a fotinha,
Com a mancha dando look.
Acorreu de todo canto,
Fiscal de todo crachá.
Gente berrando no rádio,
Na TV e no Jorná.
Dizendo que não podia,
Derramar óleo no mar,
E sacando o talãozinho,
Começaram a multar.
Fiscal de todo crachá.
Gente berrando no rádio,
Na TV e no Jorná.
Dizendo que não podia,
Derramar óleo no mar,
E sacando o talãozinho,
Começaram a multar.
A Chevron dona do poço,
Se fazendo de rogada.
Jurou e foi de pé junto,
Que a coisa num era nada.
Meia dúzia de gotinha,
Que escapou da borboleta,
Que fica lá bem no fundo,
Já tinha feito a chupeta.
Mas aquele da pesquisa,
Usando do olho grande.
Suspenso lá no espaço,
Disse que era gigante.
Do jeito que Chevron,
Disse ser só 1000 barril,
Era muito mais que isso,
Vá prá Xuxa que Pariu.
Se fazendo de rogada.
Jurou e foi de pé junto,
Que a coisa num era nada.
Meia dúzia de gotinha,
Que escapou da borboleta,
Que fica lá bem no fundo,
Já tinha feito a chupeta.
Mas aquele da pesquisa,
Usando do olho grande.
Suspenso lá no espaço,
Disse que era gigante.
Do jeito que Chevron,
Disse ser só 1000 barril,
Era muito mais que isso,
Vá prá Xuxa que Pariu.
Os responsáveis da área,
Gente do Meio Ambiente.
Os que dão o AUTORIZO,
Que se diz inteligente.
Procuraram nas gavetas,
O carimbo concedido,
Viram que não tinha nada,
Nêgo tava era fu**do.
Gente do Meio Ambiente.
Os que dão o AUTORIZO,
Que se diz inteligente.
Procuraram nas gavetas,
O carimbo concedido,
Viram que não tinha nada,
Nêgo tava era fu**do.
Faltava o tal documento,
Com o plano de emergência.
Não tinha nem um robô,
Prá que tomasse ciência.
Do tamanho do buraco,
Por onde o óleo vazava,
Nem um barco prá catar,
O tanto que flutuava.
Com o plano de emergência.
Não tinha nem um robô,
Prá que tomasse ciência.
Do tamanho do buraco,
Por onde o óleo vazava,
Nem um barco prá catar,
O tanto que flutuava.
Nem podiam avuar,
Por cima de toda mancha.
Era só ir e vortar,
Se não somente de lancha.
Prá andar prúm lado e outro,
E medir a confusão,
E depois de isso visto,
Pensar numa solução.
Por cima de toda mancha.
Era só ir e vortar,
Se não somente de lancha.
Prá andar prúm lado e outro,
E medir a confusão,
E depois de isso visto,
Pensar numa solução.
A tragédia foi bem grande,
Pelo campo ambiental.
Além de toda sujeira,
Tinha algo anormal.
Os bichinhos que migravam,
A procura de calor.
Fugindo da invernada,
Que prá eles é um horror.
Pelo campo ambiental.
Além de toda sujeira,
Tinha algo anormal.
Os bichinhos que migravam,
A procura de calor.
Fugindo da invernada,
Que prá eles é um horror.
Correndo lá em Brasília,
A Isabella Teixeira.
Ministra do Ambiente,
Sentou-se na cabeceira.
Prá contar prá governANTA,
A desgraça que ocorreu.
Quando apareceu pergunta,
Não sabia, se fu***.
A Isabella Teixeira.
Ministra do Ambiente,
Sentou-se na cabeceira.
Prá contar prá governANTA,
A desgraça que ocorreu.
Quando apareceu pergunta,
Não sabia, se fu***.
A broaca carrancuda,
Que assumiu ano passado.
Ao invés do Seu Colete,
Que já estava acostumado.
E que virou secretário,
Do governo lá do Rio.
Apareceu na TV,
Prá falar do que não viu.
Que assumiu ano passado.
Ao invés do Seu Colete,
Que já estava acostumado.
E que virou secretário,
Do governo lá do Rio.
Apareceu na TV,
Prá falar do que não viu.
Do colete, cabra safo,
Homem bom de falação.
Já saiu foi atirando,
Que cabia era prisão.
Mas o dono da empresa,
Sócia da Chevron do poço.
O Lobão da Petrobras,
Não mostrou nem o pescoço.
Homem bom de falação.
Já saiu foi atirando,
Que cabia era prisão.
Mas o dono da empresa,
Sócia da Chevron do poço.
O Lobão da Petrobras,
Não mostrou nem o pescoço.
Dona deelma arretou-se,
Alegando inocência.
Disse lá que foi traída.
Era culpa lá da agência.
Esquecendo que esse povo,
Ela mesma nomeou,
Pois tudo quanto é de cargo,
O PT aparelhou.
Alegando inocência.
Disse lá que foi traída.
Era culpa lá da agência.
Esquecendo que esse povo,
Ela mesma nomeou,
Pois tudo quanto é de cargo,
O PT aparelhou.
O cara que manda em tudo,
Presidente da Chevron.
Até que foi bem safado.
E desculpa ensaiou.
Para o povo brasileiro,
Pela besteira que fez.
Quando falaram da multa,
Não vermelhou nem a tês.
Presidente da Chevron.
Até que foi bem safado.
E desculpa ensaiou.
Para o povo brasileiro,
Pela besteira que fez.
Quando falaram da multa,
Não vermelhou nem a tês.
É claro que se lamenta,
Esse tão triste momento.
Contaminando o mar,
Que tanto nos dá sustento.
Mas sujeira tão pior,
Que ninguém corre a juntar.
É a tal da corrupção,
Na terra que não tem mar.
Onde mora a presidentA,
De todo nosso Brasil.
Que não passa a malhadeira,
Com tudo que a gente viu.
Arregaçando os cofres,
Dessa querida nação.
Deixando todo safado,
Na corte metendo a mão.
Esse tão triste momento.
Contaminando o mar,
Que tanto nos dá sustento.
Mas sujeira tão pior,
Que ninguém corre a juntar.
É a tal da corrupção,
Na terra que não tem mar.
Onde mora a presidentA,
De todo nosso Brasil.
Que não passa a malhadeira,
Com tudo que a gente viu.
Arregaçando os cofres,
Dessa querida nação.
Deixando todo safado,
Na corte metendo a mão.
A pena que dá na gente,
Contribuinte obrigado.
É saber que essa conta,
Vai sobrar pro nosso lado.
Além do mar do Brasil,
Não ser mais tão azulado.
Que paga a conta de tudo,
É o salário do esfolado.
Contribuinte obrigado.
É saber que essa conta,
Vai sobrar pro nosso lado.
Além do mar do Brasil,
Não ser mais tão azulado.
Que paga a conta de tudo,
É o salário do esfolado.
Cordelando 40: Resumo do Furdunço
Prá tentar amenizar,A pressão que tô sofrendo.
Desse povo de Brasília,
Que não fica aparecendo.
Resolvi de agrupar,
No cordel aqui da Tribo,
As coisas que aconteceram,
Um resuminho "inxirido".
Começando pela corte,
Suprema desta nação.
Que liberou para sempre,
Qualquer manifestação.
Feita na forma de marcha,
Seja com calma ou furor,
Pois não é apologia,
De droga ser a favor.
Suprema desta nação.
Que liberou para sempre,
Qualquer manifestação.
Feita na forma de marcha,
Seja com calma ou furor,
Pois não é apologia,
De droga ser a favor.
Esses mesmos cavalheiros,
Que ganham maior salário.
Mesmo quando faz malfeito,
O nome num é revelado.
Encaminharam ao congresso,
O pedido de aumento,
Incrementando sua grana,
Em mais de vinte por cento.
Mesmo não tendo a verba,
Prevista no orçamento.
Que ganham maior salário.
Mesmo quando faz malfeito,
O nome num é revelado.
Encaminharam ao congresso,
O pedido de aumento,
Incrementando sua grana,
Em mais de vinte por cento.
Mesmo não tendo a verba,
Prevista no orçamento.
Como pode uma coisa dessa?
Vem me perguntar você.
Se não consta no livrinho,
Como pode acontecer?
Pois não é que o João Paulo,
Aquele do mensalão.
Da mulher e 50 conto,
Prá pagar televisão.
Arrumou uma maneira,
Dando lá o seu jeitinho.
Botou 2 bilhões na conta.
Prá garantir o troquinho.
Teve os artistas da Globo,
Do filminho com sensação.
Contra usina das águas,
Que causou a comoção.
Disseram que era cara,
Que ia matar cururu,
Alagando toda terra,
Lá dos índios do Xingú.
Vem me perguntar você.
Se não consta no livrinho,
Como pode acontecer?
Pois não é que o João Paulo,
Aquele do mensalão.
Da mulher e 50 conto,
Prá pagar televisão.
Arrumou uma maneira,
Dando lá o seu jeitinho.
Botou 2 bilhões na conta.
Prá garantir o troquinho.
Teve os artistas da Globo,
Do filminho com sensação.
Contra usina das águas,
Que causou a comoção.
Disseram que era cara,
Que ia matar cururu,
Alagando toda terra,
Lá dos índios do Xingú.
A coisa causou espanto,
Gerou abaixo-assinado.
1 milhão de firma posta,
Deu um buxixo danado.
Passada a fase de espanto,
Um fato se revelou.
O tal filminho sucesso,
Um cópia se tornou.
Do tape que produziram,
Na campanha americana.
Pedindo que se votasse.
Nem que fosse no Obama.
Gerou abaixo-assinado.
1 milhão de firma posta,
Deu um buxixo danado.
Passada a fase de espanto,
Um fato se revelou.
O tal filminho sucesso,
Um cópia se tornou.
Do tape que produziram,
Na campanha americana.
Pedindo que se votasse.
Nem que fosse no Obama.
A farsa desmascarada,
Bem poucas vezes se vê.
Se dito por quem conhece,
Não se tem o que dizer.
A Miroca apresentava,
O resultado do PAC.
Um showzinho de imagem,
Só prá ganhar Clap Clap.
Bem poucas vezes se vê.
Se dito por quem conhece,
Não se tem o que dizer.
A Miroca apresentava,
O resultado do PAC.
Um showzinho de imagem,
Só prá ganhar Clap Clap.
Veio o cara da Fazenda,
E acabou com a sensação.
Disse que as telas dela,
Não diziam nada não.
Que a existência do PAC,
Não fez crescer a nação.
E claro que a governANTA,
Lhe tacou um safanão.
E acabou com a sensação.
Disse que as telas dela,
Não diziam nada não.
Que a existência do PAC,
Não fez crescer a nação.
E claro que a governANTA,
Lhe tacou um safanão.
Dona deelma conseguiu,
No congresso uma vitória.
A liberação da DRU,
Que prá ela é uma vitória.
Gastar 60 bilhão,
Sem nem fazer nenhum vorteio.
E sem dar satisfação,
A ninguém de nenhum meio.
No congresso uma vitória.
A liberação da DRU,
Que prá ela é uma vitória.
Gastar 60 bilhão,
Sem nem fazer nenhum vorteio.
E sem dar satisfação,
A ninguém de nenhum meio.
Votaram tão rapidinho,
Lá na tal da comissão.
Não deu nem 5 minutos,
Enganando a oposição.
Que pensava que podia,
Pressionar na virtude.
A emenda 29,
Que dá grana prá saúde.
Lá na tal da comissão.
Não deu nem 5 minutos,
Enganando a oposição.
Que pensava que podia,
Pressionar na virtude.
A emenda 29,
Que dá grana prá saúde.
Faz tempo que eu não falo,
Do bigode Ribamar.
Mas num cordel de resumo,
Ele não ia faltar.
Desde o tempo que a filha,
Estatizou o estorvo,
Da Fundacão Zé Sarnei
Botando no c* do povo.
Do bigode Ribamar.
Mas num cordel de resumo,
Ele não ia faltar.
Desde o tempo que a filha,
Estatizou o estorvo,
Da Fundacão Zé Sarnei
Botando no c* do povo.
A falação foi enorme,
Chegou até o MP.
Prá tentar virar a mesa,
E querendo reverter.
Riba que bobo não é,
Contratou o analista.
Prá melhorar sua imagem,
E a nação pagou à vista.
Chegou até o MP.
Prá tentar virar a mesa,
E querendo reverter.
Riba que bobo não é,
Contratou o analista.
Prá melhorar sua imagem,
E a nação pagou à vista.
E o Lupi apaixonado,
Que até hoje não caiu.
Pelo menos na festança,
A medalha ele não viu.
Mas nem bem baixou o fogo,
Que abalou sua verdade.
E já teve um fato novo,
Do sinistro da cidade.
Que até hoje não caiu.
Pelo menos na festança,
A medalha ele não viu.
Mas nem bem baixou o fogo,
Que abalou sua verdade.
E já teve um fato novo,
Do sinistro da cidade.
Negromonte já sabia,
Que o povo tava de olho.
Só faltava uma provinha,
Que o Estadão pegou de novo.
Pois trocaram o parecer,
Feito bem detalhadinho,
Tiraram monte de página,
Que ia contra o trenzinho.
Que o povo tava de olho.
Só faltava uma provinha,
Que o Estadão pegou de novo.
Pois trocaram o parecer,
Feito bem detalhadinho,
Tiraram monte de página,
Que ia contra o trenzinho.
Ao invés de construir,
Pro buzão o corredor.
Mais 700 milhão,
Enfiaram no senhor.
Essa foi a diferença,
Que rapidinho se encontrou.
Se procura mais um pouco,
Joga no ventilador.
Pro buzão o corredor.
Mais 700 milhão,
Enfiaram no senhor.
Essa foi a diferença,
Que rapidinho se encontrou.
Se procura mais um pouco,
Joga no ventilador.
Só prá não deixar barato,
Nem dizerem Ele esqueceu.
No estado dos Viana,
Outra vez apareceu.
Fraude no Bolsa-família,
Como fosse novidade.
Só que dessa vez prenderam,
Quem causou deformidade.
Tudo rico, babeado,
Não passam necessidade.
Nem dizerem Ele esqueceu.
No estado dos Viana,
Outra vez apareceu.
Fraude no Bolsa-família,
Como fosse novidade.
Só que dessa vez prenderam,
Quem causou deformidade.
Tudo rico, babeado,
Não passam necessidade.
Encerrando essa trovinha,
Que faço de coração.
Tem greve acontecendo,
Prás bandas do Maranhão.
Da puliça do estado,
Dos delegados de lá.
Riba já pode ir prá casa,
Sem medo de se assustar.
Que faço de coração.
Tem greve acontecendo,
Prás bandas do Maranhão.
Da puliça do estado,
Dos delegados de lá.
Riba já pode ir prá casa,
Sem medo de se assustar.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Ajuda Aí Que Eu Ajudo Aqui
Com Informações de O Globo
O glorioso deputado João Paulo Cunha, enrolado até os fios do cabelo no interminável processo do mensalão, "apenas" porque sua esposa foi sacar R$ 50.000,00 na boca do caixa prá pagar a conta da TV a cabo; e que corre paquidermicamente no STF, coincidentemente também preside a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal.
Numa ação que ultrapassa a total canalhice, a CCJ aprovou ontem uma emenda de R$ 2 bilhões ao Orçamento da União de 2012 para assegurar os projetos em tramitação na casa e que concederão aumentos salariais aos ministros do STF e servidores do Judiciário e do Ministério Público e por efeito cascata a todo o judiciário nacional.
Destaque-se que essa emenda e outras três que também são favorecem o Poder Judiciário, foram aprovadas em votação simbólica. Para homenagear as inçelenças de ambos os poderes, servidores do Judiciário lotaram a sala da CCJ durante a sessão. Tinha mais gente que nos cinemas de Brasília.
Os ministros do Supremo recebem hoje R$ 26,7 mil, e alegam estarem sem reajuste inflacionário desde 2006, o que usam como argumento para o aumento, na tese de que acumulam perda inflacionária de 21,11%, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) entre 2006 e 2011.
As outras emendas que citei tratam de R$ 100 milhões para a implantação de varas federais e R$ 50 milhões para modernização de instalações físicas da Justiça do Trabalho e R$ 180 milhões para o Fundo Partidário.
Lembrando que os salários de ministros e parlamentares são paritários, todos os envolvidos estão claramente legislando em causa própria às custas dos mais de R$ 1 Trilhão e 300 bilhões de impostos já arrecadados até agora e que foram expropriados ou tungados dos condenados brasileiros que não têm a quem recorrer.
Isso sem falar que quem vai julgar a curriola serão os mesmos a quem boa parte dos julgados agora concederam aumento. Serão tão íntegros assim aponto de condenarem seus benfeitores?Destaque-se que essa emenda e outras três que também são favorecem o Poder Judiciário, foram aprovadas em votação simbólica. Para homenagear as inçelenças de ambos os poderes, servidores do Judiciário lotaram a sala da CCJ durante a sessão. Tinha mais gente que nos cinemas de Brasília.
Os ministros do Supremo recebem hoje R$ 26,7 mil, e alegam estarem sem reajuste inflacionário desde 2006, o que usam como argumento para o aumento, na tese de que acumulam perda inflacionária de 21,11%, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) entre 2006 e 2011.
As outras emendas que citei tratam de R$ 100 milhões para a implantação de varas federais e R$ 50 milhões para modernização de instalações físicas da Justiça do Trabalho e R$ 180 milhões para o Fundo Partidário.
Lembrando que os salários de ministros e parlamentares são paritários, todos os envolvidos estão claramente legislando em causa própria às custas dos mais de R$ 1 Trilhão e 300 bilhões de impostos já arrecadados até agora e que foram expropriados ou tungados dos condenados brasileiros que não têm a quem recorrer.
CRÓEU...
E Se Alguém fizer Uma Marcha Pelo Assassinato de Corruptos?
Em brilhante decisão unânime, o STF reafirmou nesta quarta-feira que é livre a realização de passeatas e manifestações públicas em defesa da legalização de qualquer tipo de droga. A decisão foi tomada no julgamento de uma ação proposta pela Procuradoria Geral da República.Prá demonstrar toda sua autoridade, os ministros ressaltaram que não será permitido usar drogas ilícitas ou incentivar o uso durante os eventos. Ah...Agora sim...Isso significa que a lei pune com detenção de um a três anos, mais pagamento de multa, a prática de “induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido de droga” só vale se for feita individualmente. Basta juntar mais uma meia dúzia e fica absolutamente legal. Se for por escrito, isso equivalerá a um abaixo-assinado prá ser liberado.
Algumas pérolas de çuas inçelenças:
"Não se pode confundir a criminalização da conduta com o debate da própria criminalização. Quem quer que seja pode se reunir para o que quer que seja, desde que o faça de forma pacífica", disse o relator da ação, ministro Carlos Ayres Britto.
"O Estado não pode dispor de poder algum sobre as palavras, as ideias e os modos de manifestação. A livre circulação de ideias é um signo inerente às nações democráticas, que convivem com a diversidade e os pensamentos antagônicos", afirmou Celso de Mello.
Luiz Fux ressaltou que "não poderia haver consumo de substância ilícita nesse tipo de manifestação. E que a participação de crianças e adolescentes estaria proibida".
O glorioso Gilmar Mendes alertou "para o perigo de se liberar qualquer tipo de manifestação". Ele levantou a hipótese de se organizar um evento em defesa da descriminalização do aborto, o que seria um desrespeito aos direitos humanos. O ministro deixou claro que a decisão do STF era específica sobre movimentos em prol das drogas. "O motivo da provocação é discutir o exercício da liberdade de reunião em torno de outras propostas de não criminalização. Que isso não se estenda", disse Gilmar.
Quero o direito de fazer uma marcha convocando para o assassinato em massa de corruptos e corruptores através de qualquer meio disponível, de preferência de forma bem sofrida.
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