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terça-feira, 20 de setembro de 2011

STJ Anula Provas do Processo de Fernando Sarnei

Uma operação considerada modelo pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, a chamada Boi Barrica, que investiga diversos crimes ligados a Fernando Sarnei (aquela que resultou na censura vivida pelo jornal Estado de São paulo) corre o risco de ser perdida.
Ela e mais 4 grandes operações da Polícia Federal (Voucher, Navalha, Mãos Limpas e Caixa de pandora) estão em risco no Superior Tribunal de Justiça pois uma turma da corte alta resolveu anular as provas, baseada em recursos existentes no STJ nos mesmos moldes do que obteve sucesso e anulou a Boi Barrica.
Entre os personagens acusados de corrupção e desvio de dinheiro público que esperam fulminar as provas obtidas pela Polícia Federal estão os ex-governadores do Distrito Federal José Roberto Arruda, preso na Operação Caixa de Pandora, e do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), apanhado pela Operação Mãos Limpas, além dos envolvidos na Operação Voucher, que derrubou a cúpula do Ministério do Turismo.
Exemplos da movimentação de advogados de alta patente está no causídico de José Roberto Arruda: "Pedi a anulação de todo o inquérito. A maior prova da inocência do meu cliente é que até hoje o Ministério Público não o denunciou", afirmou o criminalista Nélio Machado. Ele alega vícios no processo, entre os quais grampos ilegais e espera que a jurisprudência do STJ contribua para o descarte das provas. "Toda decisão que reconhece ilegalidade e abuso na coleta de provas gera jurisprudência nova", enfatizou.
O argumento dele é baseado em que, na sua opinião, Arruda sofreu devassa completa em sua vida, a partir dos grampos ilegais de um criminoso - o ex-secretário de Relações Institucionais do DF Durval Barbosa, delator do esquema conhecido como "mensalão do DEM". "As demais interceptações estão fora de contexto e derivam de uma prova inicial viciada", acrescentou.
No caso da Boi Barrica, os ministros da 6.ª Turma do tribunal consideraram ilegais interceptações telefônicas feitas durante as investigações, o que no entender do STJ contamina as provas contra os réus, entre os quais Fernando Sarney, acusado de crimes financeiros e lavagem de dinheiro.
Não menos ansiosos estão os envolvidos na recente Operação Voucher, que pôs na cadeia, em agosto, a cúpula do Ministério do Turismo. "A Justiça e a polícia não podem passar por cima da lei e sair ampliando o tempo e o leque de interceptações como se fossem filhotes", criticou o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o famosíssimo Kakai, que atuou na defesa do ex-secretário executivo do Turismo Frederico Silva da Costa, o Fred, preso e apontado como cabeça do esquema.
Neste caso, o que se aponta é "fraude na interpretação do áudios" de conversa telefônica em que Fred ensina o empresário Fábio de Mello a montar um instituto para receber recursos públicos e ressalta que "o importante é a fachada".
Com a anulação das interceptações ficam comprometidas outras provas obtidas posteriormente, resultantes de quebras de sigilo bancário e fiscal. Volta praticamente à estaca zero a apuração de uma suposta rede de crimes cometidos pelo grupo a partir de um saque de R$ 2 milhões em espécie às vésperas da eleição de 2006 e registrado como movimentação atípica pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Na época, Roseana Sarney era candidata ao governo do Maranhão.
Com as escutas e informações sobre movimentação financeira, a PF abriu cinco inquéritos e apontou indícios de tráfico de influência no governo federal, formação de quadrilha, desvio e lavagem de dinheiro.
Em julho de 2009, depois de seis horas de depoimento na Superintendência da PF, em São Luís, o empresário Fernando José Macieira Sarney, filho do presidente do Senado, chegou a ser indiciado por lavagem de dinheiro, tráfico de influência e formação de quadrilha.
O STJ tomou a decisão ao analisar um pedido de João Odilon Soares, funcionário do grupo Mirante de comunicação, que pertence à família Sarney. Soares também foi investigado. Para conseguir anular as provas, o advogado Eduardo Ferrão baseou-se em decisões anteriores tomadas pelo STJ e pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma dessas decisões recentes, o STJ anulou as provas da Operação Satiagraha, que investigou suspeitas de corrupção supostamente envolvendo o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity. Na ocasião, os ministros da 5ª Turma do tribunal concluíram que foi ilegal a participação nas investigações de integrantes da Agência Nacional de Inteligência (Abin).
É o fim da picada se isso acontecer. Será a derrocada total do sistema judiciário e a celebração da impunidade no Brasil.
Delegados da Polícia Federal se declaram perplexos com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que mandou anular as provas da Operação Boi Barrica, que investigou crime eleitoral da família Sarney. Eles avaliam que o Judiciário se curva ante investigados que detêm poder político e econômico. Temem que outras operações de grande envergadura tenham o mesmo fim. "A PF não inventa, ela investiga nos termos da lei e sob severa fiscalização", disse o delegado Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, diretor de Assuntos Parlamentares da Associação Nacional dos Delegados da PF.

Dona Deelma Nos Isteites: Dinamite ou Lili Carabina?

Sucesso de crítica e público, dona deelma destacou-se nos Istaeites essa semana. Primeiro surgiu na capa da respeitada revista Newsweek como "Dilma Dinamite", numa reportagem em que se diz que "no Brasil as mulheres mandam". Ótimo para o ego e para a valorização de nossa força profissional e intelectual feminina, infelizmente ainda relegada a segundo plano.

Na sequência, a governANTA foi incensada por ser a primeira muler na história a fazer o pronunciamento de abertura da Assembléia Geral da ONU, tradicionalmente feita por um governante brasileiro desde o grande Osvaldo Aranha.

Ao que se sabe de viva voz, deelma disse que pretende fazer um discurso de "esperança" para as outras nações na Assembleia da ONU, falando de Paz, respeito a direitos humanos, blá, blá blá. Nas cocheiras o que rola é que abordará pelo menos dois assuntos altamente polêmicos e mal recebidos no ambiente internacional: a quebra de patentes e o fim do bloqueio a Cuba, a eterna ilha da fantasia dessa rapiocada.
Nas palavras da criatura, "Tenho uma expectativa também de levar a palavra do Brasil, principalmente sobre as questões relativas ao fato do Brasil ser um país afirmativo, que cresce. É uma fala de esperança", disse.
Sensatamente, deelma disse que está emocionada com a tarefa de representar as mulheres e o Brasil e que "sempre dá um frio na barriga. Qualquer um que vai falar para um público de pouco mais de algumas pessoas fica emocionado. Esse é o momento que você tem de representar o que está fazendo. Tenho de representar o Brasil. Então, é uma emoção muito grande."
A revista fez grandes eleogios a ela. coisa como "Depois de nove meses, ela imprimiu seu estilo sem exageros em um espaço que pertencia a Lula, seu antecessor enormemente popular. Dilma, não Lula, é hoje o político alfa do Brasil", disse editora-chefe da publicação, Tina Brown. Para a editora, a presidente brasileira tem um dos empregos mais difíceis do mundo e uma das mais fortes histórias de vida.
A revista Forbes já havia colocado deelma como a terceira mulher mais poderosa do mundo, estando a no topo da lista está a chanceler alemã, Angela Merkel, também conhecida como "a gorda" segundo o grande Berlusconi. Será que ele vai ampliar o "elogio"?
Ainda segundo a revista, deelma fez história como a primeira mulher a liderar a maior potência econômica da América Latina, enquanto Merkel foi citada como a única mulher chefe de uma economia global real da Europa. Hillary Clinton também foi elogiada por ter lidado com as revoluções no Oriente Médio.

É normal que os egos se inflem numa hora dessas. Resta saber se nossos diplomatas saberão usar com sabedoria esses fatos ou tentarão continuar na sua linha de hiperpotência interplanetária, implantada por Amorim.

sábado, 17 de setembro de 2011

Ave Maria em Aramaico

Absolutamente emocionante. Que Ela nos abençoe sempre.

Slom-lek Mar-yam (ave Maria )
Mal-yat-tay-boo-too ( Mãe única cheia de graça)
Mo-Ran a-mék (O senhor é convosco )
Mba-rak-to At-bné-sé ( Bendito sóis entre as mulheres)
Wam-ba-ra-koo Fee-ro-dkar-sek Ye-Soo ( Bendito é o ventre do vosso nome JESUS)
Mort-Maryan (Santa Maria)
É-méh da-lo-ho ( Mãe de Deus)
Et-ka saf-hlo-fayn ( Rogai por nós)
Hnan- ha-to-yé ( Pecadores)
Ho-so-wab so-to ( Agora e na hora)
Dman- Tan ( Da nossa morte)
A-meen (Amém)
Ye- Soo ( Jesus)








sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Cordelando 20: O Mistério do Turismo

Essa semana foi boa,
Prá quem gosta de versejo.
Teve rolo no governo,
No atacado e no varejo.
Eu que nunca me embaraço,
Na hora de registrar,
Nem penso e logo já faço,
O cordel prá comentar.

Por enquanto vou falar,
Do velhinho até legal.
Que juntou sua moçada,
Prá fazer um bacanal.
Num motel no Maranhão,
A terra fenomenal,
E mandou a conta toda,
Pro congresso nacional.

Coisa pouca, 3 mil contos,
Dinheiro de tomar pinga.
Se não fosse o desaforo,
Nem se comentava ainda.
Botou culpa no assessor,
Esse ser abestadão.
De pedir o reembolso
E fazer a confusão.

O caboco fudedor,
Era então parlamentar.
Se fosse um congresso sério,
Confusão ia rolar.
Ao invés de se punir,
O Pedrinho safadão,
Arranjaram um ministério,
Mais que um prêmio, uma louvação.

A pasta foi de turismo,
Coisa de um bom futuro.
Motel, bordel ou hotel,
Diferença é o barulho.
Com a desculpa de que,
Vai que a copa chega já.
Um bocado de peão,
Começaram a treinar.

No estado situado,
Logo acima do Equador.
Que não é o Maranhão,
Mas Sarnei é senador.
Contrataram a escolinha,
Uns amigos do alheio.
Que sumiram sem remorso,
Com um bocado de dinheiro.

A polícia federal,
Organismo de valor.
Passou a régua geral,
Pouca gente escapou.
Claro que nesse país,
Juizado sem ação,
Logo soltaram os bandidos,
Nenhum deles é ladrão.

O velhinho foi ficando,
Com a benção do bigodão.
A dentuça engoliu,
Com medo da confusão.
Mas os caboco da imprensa,
Que caladinho fica não.
Logo acharam a empregada,
Paga pelo cidadão.

A mulé que trabalhava,
No AP do campeão.
Tomava conta das coisas,
Paga pela união.
Pois constava nos anexos,
Dos documentos de lá,
Que ela era açeçora,
Secreta parlamentar.

O rebuliço foi grande,
Movimentou o jornal.
Mas não era só aquilo,
Teve o desfecho final.
Pois Inda tinha a esposa,
Que com sua cara de pau,
Ainda usava o motora,
Prá andar na capital.

Teve foto teve tudo.
Contradição não há não.
Documento oficial,
Nomeando o cidadão.
Pro gabinete do outro,
Deputado bem legal.
Enquanto que ele andava
Com a mulé na capital.

Tiraram um bota outro,
Em ministério é assim.
Raríssimos são competentes,
Maioria coisa ruim.
Mas uma coisa que digo,
Nesse caso esquisitão,
Foi fazer o troca-troca,
Sem nenhuma criação.
Se tanto quem sai ou fica,
É deputado do Maranhão.

Cordelando 21: Entrevista no Fantástico


Fato bem inusitado,
No começo da semana,
Foi a entrevista da deelma,
Naquele famoso programa.
Que seduz há muito tempo,
Todos nossos governantes.
Até o grande Itamar,
Quixote guerreiro errante.

Foi com Patrícia Poeta,
Um rostinho sem igual.
Feita aquela reportagem,
De brincadeira ou formal.
Começando no Alvorada,
Residência oficial.
Terminando no Planalto,
Palácio sensacional.

Dona deelma foi mostrando,
Sua casa passo a passo.
Passando pelo cinema,
A varanda e o terraço.
Cada recanto bonito,
Que tem por certo acolá,
Confirmando que sentou,
Em quase todo o sofá.

Mas o lugar mais querido,
Registrou na gravação.
Era na sala dos livro,
Que lhe gerava emoção.
Se bem que na hora exata,
Que a moça lhe perguntô.
Não lembrava qual o nome,
Nem do livro nem do autor.

Disse que lhe deram iPad,
Que é prá ler no avião,
O de asa ou o de rosca,
Tipo não importa não.
O que vale é o conteúdo,
Que tem naquelas letrinhas,
Ensinando prá megera,
Sempre uma nova coisinha.

Ainda sobre os e-books,
Se fazendo de fiel.
Disse que o mais gostoso,
Era o cheiro do papel.
Barulho da folha virando,
Tem o som de urubu.
Igual à outra folhinha,
Quando lhe passa no C*.

Indo de casa ao trabalho,
Ela vai bem ligeirinho.
Pois além de perto as duas,
Moto lhe abre o caminho.
Prá não perder muito tempo,
Pois tem muito o que fazer.
Pega logo um alicóptro
Se começar a chover.

Conversando no Planalto,
Patrícia lhe perguntou.
Foi no toma-lá-dá-cá,
Que ela negociou.
Prá botar ministro em cargo,
Mesmo sem ter competência.
Pois precisava dos votos,
De muitas das inçelenças.

A mulher pegou o santo,
Mas logo recuperou.
Transformando em brincadeira,
A grossura que falou.
A Patrícia ficou muda,
Pois o golpe acusou.
Mas chegando no estúdio,
O coice ela editou.
Inda bem que teve alguém,
Que no youtube gravou.

Quando falaram em faxina,
Tiveram que dar vorteio.
Pois na cabeça da coisa,
Limpeza não teve no meio.
Trocou foi algumas pessoas,
Que fizeram confusão,
Mas que no frigir dos ovos,
Era tudo amigão.

Prá não perder a viagem,
Faço aqui meu comentário.
O dia que deelma trabalha,
Não cabe no calendário.
Inventaram essa entrevista,
Prá desviar a atenção.
De todas patifaria,
Que assolam a nação.
Roubo e incompetência,
Tem por aí de montão.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Prá Não Esquecer a Herança Maldita do EX

Entre outros cadáveres largados nos armários palacianos pelo nove dedos, como gastos exorbitantes, equipes inchadas de cumpanhêrus, compromissos político-sociais inexequíveis, etc; dona deelma recebeu uma bomba oleosa chamada Refinaria Abreu e Lima.

Concebida originalmente como sendo parceria com a PDVSA (Petróleos de Venezuela), a refinaria, um projeto hoje orçado em US$ 16 bilhões, quando no nascedouro em 2005 custaria apenas 4 bilhões, o mostrengo envolve todo tipo de falcatrua da lista petralha (superfaturamentos, contratos suspeitos, serviços não executados, granas idevidas, etc) e recentemente se tornou um extorvo fenomenal, sendo recomendada até que se esqueça a tal parceria. Vejamos porque.
Mesmo com os beijos e salamaleques do Ex e Chavico, a PDVSA nunca pos um tostão na obra. Só bafejos e conversas prá boi dormir, durante a gestação do cotó. Recentemente Chavico se lembrou da merda e ligou prá dellma dizendo que agora a coisa ia sair.

O problema é que, sem contar com os venezuelanos, nossa Petrobras já construiu sozinha cerca de 40% do projeto, e o projeto foi paulatinamente modificado para processar o petróleo brasileiro do Campo de Marlim, da Bacia de Campos, e não mais o óleo de Carabobo, na Venezuela, conforme originalmente.
Para receber o petróleo mais pesado do país vizinho, seria necessário um investimento extra de US$ 400 milhões em uma planta adicional de redução de enxofre, porque a parceria caracu entre as duas petrolíferas na refinaria foi celebrada em 2005, antes da descoberta do pré-sal, em 2006. Como não dá prá misturar os dois tipos de oleo na mesma planta, e as reservas nacionais, são de óleo de melhor qualidade, a sociedade passou de estratégica para negativa na visão do Brasil, pois a refinaria passaria a ser dependente das importações da Venezuela para produzir.
Os técnicos da Petrobras são contra a continuidade da sociedade que nunca existiu de fato, constando apenas nos contratos mais políticos, onde constam regras de especificações técnicas e compromissos financeiros que precisariam ser cumpridas e não foram sendo passíveis de rompimento.
Como a PDVSA vem sendo mais usada politicamente e como caixa por Chavico do que o faz o Brasil com a Petrobras, a empresa está com dificuldades em apresentar um pacote de garantias com a mesma qualidade, não possui os mesmos "ratings", nem o mesmo fluxo de caixa, e também não é uma cliente tradicional do BNDES como a Petrobras.
Mesmo que o BNDES aceite as garantias, a PDVSA terá ainda um outro desafio: colocar alguns bilhões de dólares de capital próprio no projeto até 30 de novembro, para assumir formalmente os 40%. Aguardemos.

Voto Distrital Versão Petralha - # 1 e #2

A corja vermelha tem uma versão bem peculiar do voto distrital, única no mundo e somente cabível nas cabeças ditatoriais petralhas. Um tal de voto distrital misto, meso distrital universal (como é em todo o sistema solar) e meso em lista. Cada bobo, ops, cada eleitor vota duas vezes; uma em quem acha que deve e outra em quem eles querem. Aí fazem um arranjinho e ficam com a maioria das casas só com os deles. Ou seja, ditadura democraticamente constituída como na Venezuela do Chavico.
Ah...E tem mais. Criariam um fundo eleitoral em que os "voluntários" fariam doações para as campanhas inclusive, e principalmente, as ESTATAIS. Não é óteeemo?

Inspirado nestas iluminadas idéias, meu grande amigo Denilson Cicote imaginou os folders da campanha petralha, que tenho a honra de reproduzir os dois primeiros da série, um arriba e um abaixo deste post.

Educar Para Viver

Divulgue por todos os meios possíveis..



quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Velhinho Tarado Vai Ter Que Se Explicar Prá GovernANTA

O velhinho tarado sentado na cadeira de sinistro do turismo sexual Pedro Novais apareceu na mídia ontem com mais uma conversa escabrosa sobre sua cabeça: a que teria pago a governanta de seu AP entre 2003 e 2010 como se ela fosse sua secretária parlamentar.

Como a verba de representação já foi usada prá pagar mesada de quenga, pensão de filho, orgia em motel, hospedagem e diárias em casa, ele acho que não seria nada.

Segundo o propagandista de Viagra, dona Dora cuidaria dos assuntos dele e de outros funcionários e parlamentares que frequentavam o cafofo funcional.
Como o corpitcho de Pedroca já está na fritura há algum tempo, não pareceu AINDA uma defesa veemente daquelas que a corja costuma fazer, mas vozes de alento soaram na esplanada. O líder do PMDB Henrique Eduardo Alves disse que nosso herói permanece firme e forte (como uma gelatina?) e prestigiado (igual treinador de time grande que leva goleada). A ministra que negucêia #IdeliForever deu um daqueles berros dizendo que a presidentA (como ela faz força prá dizer isso) quer que o veinho se explique, conforme sua postura anti-corruptiva demonstrada no Fantástico e em recentes declarações, doa a quem doer.

Prá não dizer que não fez nada Ideloca disse "Que eu saiba não há nenhum fato novo, mas as explicações devem ser dadas".

Até o grande Vacca, o genial líder do governo na Câmara, também defendeu a investigação do caso. "Essas coisas têm que ser apuradas. Não sei se era governanta, ou como era. Esse assunto não pode ser colocado como mais uma denúncia", afirmou.
Depois que Pedrão licenciou e virou sinistro na cota do Riba Sarnei, dona Dora deixou de ser governanta e foi contratada como recepcionista por uma empresa terceirizada. De quem? Do Ministério do Turismo. Potaquepareo. Só pode ser brincadeira.
Ontem foi dia daquele famoso almoço com a base aliada da Câmara. Segundo os participantes, no entanto, o assunto não foi tratado. O máximo foi a frase oficial de Ideloca prá quem "Isso é uma explicação que cabe a ele. Eu não acho nada. O comportamento da presidente com relação a questões relacionadas a seus ministros tem sido sempre o mesmo: preste todas os esclarecimentos, tenha responsabilidade, tome todas as providências. Vale prá todos os ministros e todas as situações".
Mesmo com a micha oposição que temos, foi falado que o caso deve ser levado ao Conselho de Ética da Câmara, tomando como base que o atual ministro era deputado quando pagava a governanta, a razão que inocentou Jackie Roriz; e à procuradoria-geral da República (PGR) para que seja investigado.

Que o Pedroca tem padrinho forte não resta dúvida. mas essas costas quentes têm de ser reveladas. O ministro tem que sair imediatamente. Aliás, já devia ter saído há muito tempo.

Atualização às 08:59- Além da doméstica no AP, a esposa do taradinho também usava um motora pago por nós. O servidor público Adão dos Santos Pereira era contratado do gabinete do deputado Francisco Escórcio, também do PMDB do Maranhão, até ontem, quando foi exonerado. Quando perguntados, os outros funcionários do gabinete de Escórcio nunca tinham ouvido falar o nome do motorista. O primeiro homem foi contratado pelo deputado Francisco Escórcio em julho de 2010, mas nunca compareceu ao gabinete. Sua demissão ocorreu depois que Escórcio soube que o jornal estava fazendo uma reportagem sobre o caso. Novais e Escórcio são aliados políticos apadrinhados pelo imortal José de Ribamar Sarnei.
A FOLHA conseguiu flagrar o Adão nas duas últimas semanas fazendo compras para Novais em supermercados e transportando sua esposa Maria Helena para visitar lojas em Brasília. Pedro Novais respondeu às denúncias sobre o chofer dizendo que ele era seu motorista quando ele ainda era deputado antes de assumir o ministério do Turismo.

Pograma Brasil Fudêncio; Tablets Já Vão sair

Sumidaço no meio de tanto escândalo, o Dotô Mercadante foi ontem na na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do senado, prá berrar que a fábrica da Apple em Jundiaí (SP) está pronta para ser inaugurada e já produz tablets, que chegarão ao mercado até dezembro. E berrou alto: "No Natal, teremos uma enxurrada de tablets. No início muitos duvidaram, mas será a primeira vez que a empresa produzirá iPads fora do território chinês. Estamos dando um grande passo para a inclusão digital no país".
Numa parte que me interessa, Merca informou ainda que o governo federal anunciará nos próximos dias o investimento em uma grande fábrica de games no Polo Industrial de Manaus. "É uma fábrica de ponta que abrirá um mercado promissor para o Brasil" resumiu, sem revelar o nome da empresa e nem mais detalhes do negócio.
Essa coisa de T&I que Merca vem pregando faz parte do Pograma Brasil Fudêncio anunciado aí prá trás. Dizem ser uma aposta em tecnologia e inovação com o país investindo nestas áreas se não quiser ser para sempre um mero exportador de commodities, como a soja e o suco de laranja
Grana se promete do BNDES e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), e muito investimento no Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), empresa pública, com sede em Porto Alegre, especializada na produção de chips.
Como o problema é mão de obra, merca vem batendo na tecla de que se fará a qualificação necessária e que a falta de engenheiros será compensada com o Pograma Ciência Sem Fronteiras, que, entre outras iniciativas, prevê o aumento das bolsas de pós-graduação no exterior.
"Temos condições de atrair profissionais de ponta e pesquisadores, inclusive estrangeiros. Além disso, estamos executando na Justiça R$ 30 milhões pagos a estudantes que foram para o exterior, mas não concluíram o curso ou simplesmente não retornaram ao Brasil. É dinheiro público e precisa ser controlado", afirmou Merca.

Se for dar assim tá certo. (com cacofonia e tudo).

Mas um bom engenheiro não sai simplesmente dos bancos de escola. Requer muuuuitos anos de prática e habilitação de vida profissional. A ver...