Read In Your Own Language

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Eu Sou Injusto Seu Malddad? Será?

Desculpa Aê seu Malddad, mas eu não sou injusto não. Sempre o senhor está aqui pela Tribo; até mais vezes que o Toinho que é seu igual: ministro, cara de pau e incompetente. Portanto nada dessa conversinha de dizer que as críticas ao Manual do Absurdo Literário não passam de “injustiça crassa”.
O senhor fica com lare-lare de que "a maioria das pessoas que atacaram o livro sequer leu o material distribuído pelo MEC", como se fosse um argumento de defesa? O senhor está comendo cocô escondido? E precisa ler uma merda dessa pra saber que é um absurdo? Nem pago eu lerei.
Ainda mais depois que voça inçelença disse que "adotam postura fascista". E ainda por cima ainda botou dois cabras muito dos seus safados no meio: Dolfinho Hitler e Zezinho Stalin.
Você teve o displante de dizer que "Há uma diferença entre o Hitler e o Stalin que precisa ser devidamente registrada. Ambos fuzilavam seus inimigos, mas o Stalin lia os livros antes de fuzilá-los. Ele lia os livros, essa é a grande diferença. Estamos vivendo, portanto, uma pequena involução. Estamos saindo de uma situação stalinista e agora adotando uma postura mais de viés fascista, que é criticar um livro sem lê-lo".

Quer dizer que se eu me propuser a ler esta poha eu posso sair por aí dando tiro em quem que quiser? Inclusive o senhor e mais um monte de bosta que está do seu lado nesse e em outros assuntos do (des)governo de vocês?

Então vou já ligar prá Livraria Saraiva e pedir uma dúzia prá distribuir com uns amigos meus.
E tem mais...Vá tratando de pedir consultoria ao Toinho de como aumentar o patrimônio porque eu quero que devolvam aos cofres públicos a grana que gastaram com essa coisa, senão "o peiche vai pegá".

Hein? Como Não Dá Prá Proteger? Então Só Rezando Um Rosário de Maria.

A segurança dos cidadãos é uma das funções precípuas e intransferíveis do estado.


Depois da aceleração de assassinatos de líderes de movimentos contra o desmatamento e a ocupação irregular de terras na Amazônia nos últimos dias; dona deelma, antes de ir para o Uruguai e deixar Marcela Temer no cargo de primeira dama, determinou a alguns de seus ministros, em especial à sinistra dos direitos (e esquerdos) humanos e ao sinistro da (in)justiça, que arrumassem uma solução para o caso e dessem uma satisfação aos brasileiros e ao mundo, sobre a forma como o estado exerceria seu papel cosnitucional.

Pois a sinistra Maria do Rosário, usou a origem do seu nome e, em outras palavras, disse que só muita reza salvará os que continuam ameaçados; pois "o governo não tem condições de proteger todas as pessoas ameaçadas em decorrência de suas atividades políticas no campo. Segundo ela, o governo vai buscar atender os casos mais graves; pois seria ilusório dizer que temos condições de atender uma lista com tantos nomes”, disse a ministra.

Tá certo que ela recebeu da Comissão Pastoral da Terra (CPT), uma lista com apenas 1.855 pessoas que foram ameaçadas nos últimos dez anos. Destes, 207 receberam mais de uma ameaça, 42 foram assassinados e 30 sofreram tentativa de assassinato.
Óbvio que tem aí uma enorme dose de exagero e vitimismo crônico, mas daí a dizer que não dá, vai muita distância.
Aí este ignóbil silvícola aqui pergunta: HEIN?
Ao invés de fazer o paleativo, com as pretendidas escoltas, por que não ir atrás da causa: investigar os acusados, em mutirão de extrema agilidade com os de mais poderes e orgãos envolvidos e prender meio mundo?
O que dona deelma disse foi "que se leve adiante um forte enfrentamento e ações contra o crime organizado”, portanto não estou falando nenhum absurdo. É ordem da governanta.
Como está muito longe para por a culpa em Fernando Henrique, quando questionada porque somente agora o governo decidiu tomar providências contra a violência no campo, a ministra disse que o problema está sendo combatido desde a gestão anterior. "Se as medidas já não tivessem sido efetivas, a situação estaria pior".

Será que ela chegou a perguntar à sua companheira de partido Ana Júlia Carepa, ex-governadora do Pará o que ela fez nesses 4 anos em que esteve no comando da PM de lá?
Na segunda feira, quando o governo anunciou medidas para o enfrentamento dos conflitos agrários, o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, (José Eduardo Cardoso estava no banheiro e não pode ir na reunião), disse que a avaliação da listada CPT tem como objetivo verificar a necessidade de fornecer proteção policial junto com os governos dos estados aos casos mais críticos. "Vamos estudar caso a caso e intensificar a proteção para aquelas pessoas que estão sendo mais ameaçadas", disse.
Para os demais, digo eu, resta rezar o Rosário de Maria, não a sinistra; mas a Mãe Celeste.
Outra medida anunciada foi a liberação até dezembro de R$ 1 milhão para as superintendências do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Pará e no Amazonas. Com a liberação da verba, o governo quer aumentar a fiscalização em áreas de assentamento. Os recursos fazem parte do Orçamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário.
O governo federal anunciou ainda a criação de um grupo interministerial para discutir quais outras ações serão tomadas.

Pelo jeito, mais mortes ocorrerão.

Atualização às 15:02 - Vejam a lista dos casos mais graves apontados pela CPT. Destaco em vermelho, como cabe, o último nome da lista. Prá ele, a sociedade é que merecia proteção. Por exemplo, colocando-o nas equipes de resgate do AF 447.
Edmar Brito - quilombola em Codó (MA)
Edmar Mendes Guajajara - índio em Grajaú (MA)
Edmar Aparecido dos Santos - geraizeiro em Guaraciama (MG)
Darcy - sem-terra em Pirapora (MG)
Darlan da Silva - sem-terra em Pirapora (MG)
Roniery Bezerra Lopes - aliados em Anapu (PA)
Luiz Rodrigues - ambientalista em Conceição do Araguaia (PA)
Edvan da Silva Rodrigues - trabalhador rural em Cumaru do Norte (PA)
Francisco dos Santos - sem-terra em Eldorado dos Carajás (PA)
Antonio Francelino de Sousa - sem-terra em Itupiranga (PA)
Janio Santos da Silva - assentado em Marabá (PA)
Domingos da Silva "Índio" - sem-terra em Marabá (PA) em Itupiranga (PA)
Osino da Silva Monteiro - ambientalista em Parauapebas (PA)
Nivaldo Pereira Cunha - ambientalista em Santa Maria das Barreira (PA)
Hélio da Costa Bom Jardim - posseiro em São Féliz do Xingu (PA) e Anapu (PA)
Geraldo Sebastião dos Santos - assentado em São João do Araguaia (PA)
Valdecir Nunes Castro - sem-terra em Xinguara (PA)
Severino Augusto Silva - posseiro em Mogeiro (PA)
Josias Pereira Nunes - posseiro em Santa Rita (PB)
Josivaldo Ferreira Santana - ambientalista em Gameleira (PE) e Ribeirão (PE)
Reginaldo Bernardes da Silva - sem-terra em Passira (PE), Itambé (PE) e Salgadinho (PE)
Jaime Amorim - ambientalista em Vertentes (PE)
Samir Ribeiro - sem-terra em Nova Laranjeiras (PR)
Gentil Couto Vieira - sem-terra em Santa Teresa do Oeste (PR)
Márcio Castro das Mercês - ambientalista em Nova Iguaçu (RJ)
Alexandre Anderson - ambientalista em Magé (RJ), Niterói (RJ) e São Gonçalo (RJ)
Deaize Menezes de Sousa - ambientalista em Magé (RJ), Niterói (RJ) e São Gonçalo (RJ)
Domingos Barbosa Costa - ambientalista em Bonfim (RR)
Rosângela da Silva Elias "Janja" - ambientalista em Porto Alegre
José Rainha Júnior - ambientalista em Rosana (SP)

O Sempre Lindo Rio de Janeiro - Aéreo

Não é preciso escrever nada....










terça-feira, 31 de maio de 2011

Riba Sarnei Apaga a História

Via Folha de São Paulo
Tem coisas no Brasil que parece brincadeira. Foi reaberto o corredor de acesso ao plenário do senado federal após algumas obras de reforma e ampliação. No local, conhecido como o tunel do tempo, fica a galeria de imagens ligadas a fatos históricos da casa desde a época do império. Pois Riba Sarnei teve o desfrute de excluir aquelas ligadas ao processo de impeachment do ex-presidente e atual senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) .
A múmia proprietária do Maranhão e do Amapá minimizou o fato e disse que o impeachment "não é tão marcante" e "talvez fosse um acidente que não devia ter acontecido na história do Brasil".
A galeria anterior trazia imagens de passeatas dos caras pintadas que lutaram pelo impeachment de Collor. O painel ainda dizia que em dezembro de 1992 o Senado aprovou a perda do cargo de Collor e de seus direitos políticos.
As fotos atuais, fruto da montagem feita pela Subsecretaria de Criação e Marketing, cita "bobagens" como a aprovação do tratamento gratuito de HIV e o Estatuto das Micros e Pequenas Empresas.
Em 2007, às vésperas da posse de Collor no Senado, a Casa já havia retirado às referências ao caso, mas depois recuou e devolveu as imagens.
Também não há referências a crises enfrentadas pelo Senado como a cassação do ex-senador Luiz Estevão, a renúncia do então presidente Jader Barbalho (PMDB-PA) para fugir do processo de cassação, além dos pedidos de cassação de Sarney e Renan Calheiros (PMDB-AL).
"Não posso censurar os historiadores que foram encarregados de fazer a história. Agora, eu acho que talvez esse episódio seja apenas um acidente e não devia ter acontecido na história do Brasil. Não é tão marcante como foram os fatos que aqui estão contados, que construíram as história e não os que de certo modo não deviam ter acontecido."
Collor renunciou ao mandato de presidente em 1992 para não sofrer o impeachment.

Onde estão os cara-pintadas dos movimentos estudantís que assistem uma de suas lutas mais importantes da história, hein Senador Lindberg Farias?

Há que se perguntar ao imortal (não só porque é membro da ABL) se isso vai ficar assim ou ele vai respeitar a vontade do povo brasileiro.

Prá mim é canalhice da pior qualidade.

Atualização às 15:45 - Riba voltou atrás e mandou colocar de novo as fotos e documentos do impeachment do collorido. Diz ele que não sendo curador da exposição não podia mandar nos historiadores que a produziram, mas iria voltar como estava. Perder ele não perde, mas já conseguiu-se o empate com o envolvimento de todos; povo e imprensa.

Triturando o FGTS dos Investidores

Baseado em artigo de David Friedlander para o Estado de São Paulo
Os trabalhadores que investiram conjuntamente parte dos recursos de suas contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em ações da Petrobrás e da Vale viram o montante encolher a bagatela de R$ 1,6 bilhão este ano, por conta da queda do valor das ações das empresas motivada pela ingerência do governo nas suas administrações, o que afugentou investidores.
Em números, entre 02/01 e 20/05, o patrimônio líquido dos fundos FGTS aplicado em ações da Petrobrás diminuiu de R$ 5,5 bilhões para R$ 4,9 bilhões, uma queda de 10,5%. O da Vale encolheu de quase R$ 6 bilhões para R$ 5 bilhões, redução de 10,8%.
No caso da Vale, a troca forçada do presidente da empresa gerou medo de mais ingerência do governo. Em relação à Petrobrás, essa ingerência é escancarada.
O economista Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central, lembra que o mercado geralmente se assustam com essas atuações e os episódios da Vale e da Petrobrás não foram bons. É só ver os relatórios dos analistas, que mostraram receio desse tipo de intervenção.
O investidor fugiu das ações da Petrobrás, em grande parte, por que o governo impediu a estatal de repassar a alta do petróleo no mercado internacional para o preço dos combustíveis aqui dentro. No caso da Vale, o processo foi mais perturbador. O governo agiu diretamente para demitir o presidente Roger Agnelli.
Embora a mineradora seja uma empresa privada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, agiu diretamente no episódio. Agnelli perdeu o cargo porque não aceitou alguns desejos do governo, como comprar navios de carga no Brasil e aumentar os investimentos em siderurgia.
Claro que apesar das perdas, quem aplicou o FGTS em Petrobrás e Vale e até hoje não resgatou, fez um ótimo negócio. De acordo com cálculos do Instituto FGTS Fácil, de agosto de 2000, quando foram vendidas, até o último dia 19, as ações da Petrobrás renderam 519%. No mesmo período, o rendimento do FGTS tradicional, que paga a Taxa Referencial (TR) mais 3% ao ano, foi de 70%. Os papéis da Vale, negociados em fevereiro de 2002, subiram 970% até o último dia 19. No período, o FGTS rendeu 56%.
O que não pode é uma ingerência tão grande e uma manobra monumental do governo sobre empresas independentes e que devem satisfação a seus acionistas, seja privada seja estatal, pelo que representam no mercado aberto mundial de capitais.

Distribuindo Magrelas

Em seu "pograma de raidio" cafée avec madam le president de ontem 30/05, dona deelma anunciou a doação de 30.000 bicicRetas como as da foto aí de cima, por conta do Programa Caminho da Escola que pretende distribuir 100.000 unidades até o fim do ano, para prefeituras de 300 municípios onde crianças moram muito longe das escolas e, teoricamente, não há condições de fornecer outro tipo de transporte escolar. Ah...Também foram e serão entregues os respectivos capacetes. Prá não deixar de dar uma ordenzinha, ela cobrou dos prefeitos a construção de ciclovias.
Segundo ela, desde a semana passada foi autorizada à construção de mais de 138 creches em todo o país e o número de creches instituídas já ultrapassa as 856 unidades em todo o Brasil. Eu não vi nenhuma pRaca ainda, nem nos jornais.

“É uma oportunidade para a mulher trabalhar enquanto os seus filhos estão ali tranquilos na creche. Por outro lado, uma boa equipe de professores, psicólogos, nutricionistas; garante igualdade de atendimento. Damos a esses brasileirinhos e a essas brasileirinhas (ela gostou mesmo dessa leseira né?), que precisam da rede pública, a possibilidade de crescer nas mesmas condições de crianças que estão em escolas particulares (e continua com o discurso sectarista do EX). E isso vai refletir em todo seu desenvolvimento, como jovem e como adulto”, disse deelma. Ponha-se aqui litros e litros de lágrimas de minha emoção.
Além das creches, ela anunciou a construção de 10 mil quadras esportivas "para que os alunos tenham acesso a uma educação de qualidade. E isso representa englobar também práticas esportivas e de lazer”.
Voltando às magrelas, a gerentona disse que “Estamos começando aos poucos a fazer esses testes em cidades pequenas, em locais onde não há muitos carros e, portanto, onde o tráfego não é pesado e as crianças não correm riscos. Vamos ampliando as doações na medida em que as avaliações forem positivas nestas primeiras cidades”.

Só prá resumir as contas: 6.000 creches e 10.000 quadras até 2014 e 100.000 magrelas até final de 2011. Anota Aê...

As Flô de Puxinanã - Por Zé Da Luz

Não sou um expert nem tão grande admirador assim de poesia. Mas esses dias lembrei de um livro do acervo de meu pai, de um poeta paraibano chamado Zé da Luz intitulado Brasil Caboclo. Além do efeito emocional da lembrança, veio à tona o uso de uma de suas poesias, justamente a que dá título ao livro, numa apresentação que fiz no Colégio Nóbrega, quando a usei como base para uma evolução e personalização. Tantas emoções, diria Roberto Carlos.

Reproduzirei o tal cordel em outra ocasião, mas hoje escolhi um outro chamado As Flô de Puxinanã.

Para registro, Severino de Andrade Silva (Zé da Luz), nasceu em Itabaiana, PB, em 29/03/1904 e faleceu no Rio de Janeiro-RJ, em 12/02/1965
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Três muié ou três irmã,
três cachôrra da mulesta,
eu vi num dia de festa,
no lugar Puxinanã.

A mais véia, a mais ribusta
era mermo uma tentação!
mimosa flô do sertão
que o povo chamava Ogusta.

A segunda, a Guléimina,
tinha uns ói qui ô! mardição!
Matava quarqué critão
os oiá déssa minina.

Os ói dela paricia
duas istrêla tremendo,
se apagando e se acendendo
em noite de ventania.

A tercêra, era Maroca.
Cum um cóipo muito má feito.
Mas porém, tinha nos peito
dois cuscús de mandioca.

Dois cuscús, qui, prú capricho,
quando ela passou pru eu,
minhas venta se acendeu
cum o chêro vindo dos bicho.

Eu inté, me atrapaiava,
sem sabê das três irmã
qui ei vi im Puxinanã,
qual era a qui mi agradava.

Inscuiendo a minha cruz
prá sair desse imbaraço,
desejei, morrê nos braços,
da dona dos dois cuscús!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

A Coca Cola e Os Sucos Regionais

A Coca-Cola Brasil começa a apostar no sabor das frutas amazônicas para avançar no mercado nacional e mundial de sucos longa vida, através da produção de sucos de frutas regionais amazônicas como açaí, cupuaçu, graviola, taperebá, camu-camu, usando sua controlada Del Valle.
Segundo reportagem do jornal A Crítica, o presidente da The Coca-Cola Company, Muhtar Kent, virá ao Amazonas para participar do Festival Folclórico de Parintins (24,25 e 26 de junho), quando anunciará o lançamento da novidade. O evento é patrocinado pelas marcas do grupo.
Foram realizados testes com 250 frutas regionais e 25 foram selecionadas, das quais cinco serão escolhidas para serem industrializadas. Técnicos de industrialização do grupo já passaram por Manaus para desenvolver os processos de produção, que irá envolver o desenvolvimento de uma nova cadeia produtiva, prevendo a produção dos frutos, elaboração dos xaropes, engarrafamento e comercialização.
A espectativa é que haja a instalação de uma fábrica para produção dos xaropes concentrados das frutas, na capital ou em Rio Preto da Eva; a 57 quilômetros a nordeste de Manaus. O envasamento dos sucos provavelmente será ser feito em outro estado, como o Espírito Santo, onde já são fabricados os sucos da Del Valle.
A informação completa ainda é mantida em segredo pela Coca Cola e a empresa informou apenas que está sempre analisando oportunidades de investimento em diversos setores e que, no entanto, não há qualquer lançamento previsto no momento. O Grupo Simões de Manaus, sócio da Recofarma; única unidade brasileira que produz os concentrados dos refrigerantes da marca; também foi evasivo ao tratar dos planos de investimentos. O jornal trata de investimentos da ordem de US$ 10 milhões.

O transporte dos concentrados deverá ser feito em tonéis de aço inox a exemplo do que se faz com o açucar mascavo para os demais xaropes.
Sabe-se que a Comunidade de Novo Remanso, em Itacoatiara, produz 40 milhões de unidades de abacaxi por ano. Já o açaí é extraído de municípios como Codajás, Coari e Manacapuru, ainda de forma nativa. É possível se montar uma estrutura de açaí cultivado, assim como o guaraná, com mudas melhoradas pela Embrapa. Basta que se defina que frutas serão industrializadas. Os testes biológicos com as frutas foi feito em Atlanta (EUA).

Além do efeito de geração de emprego e renda, esse fato levará à divulgação das maravilhas da flora amazônia, cantada em prosa e verso pelos filhos da terra, nativos e adotivos.

Isso é Uma "Desomenagem". Pobre Almirante...

Conhecem o cidadão aí de cima? É João Cândido Felisberto, também conhecido como "Almirante Negro", líder dos marinheiros revoltosos na conhecida Revolução das Chibatas, quando marinheiros protestavam por melhores condições de trabalho e pelo fim dos castigos físicos que na época eram permitidos.
Foi discriminado e perseguido pela marinha até o fim de sua vida em 1969 com 89 anos.
Aí o (des)governo resolveu homenageá-lo dando seu nome a um petroleiro contruído em Suape/PE no Estaleiro Atlântico Sul para seu cliente Transpetro, o braço de transportes da Petrobras.

Até aí tudo bem, não fosse a festa de "lançamento ao mar" do navio cercada da pompa e circunstância de mais uma farsa eleitoral do EX e da sua criatura candidata. Em maio de 2010, no meio da campanha, ouviram-se discursos inflamados, a verborragia do ressurgimento da industria naval brasileira "sucateada pelos entreguistas tucanos que preferiam comprar navios no exterior", presentes 7.000 operários navais que eram cortadores de cana, o orgulho dos embaixadores brasileiros no exterior segundo o EX, uma infindável comitiva de puxa-sacos e cheira-calçolas, enfim, tudo o que se tinha direito para o showmício.

Pois o nosso querido João Cândido deve estar se revirando no túmulo uma hora dessas. O que aparentemente seria o resgate de sua memória e seu retorno honroso às histórias da marinha, virou um pesadelo.Previsto para navegar em Agosto do ano passado, 3 meses após a grande farsa, o navio ainda não teve sua construção concluída até hoje, frustrando as previsões do EAS e da Transpetro e continua passando por reparos. Com tanto atraso, ninguém arrisca uma data para a navegação, falando-se laconicamente em "segundo semestre" mas não dizem de que ano.

Se o primeiro e mais badalado navio ainda não se materializou, imagine os outross22 encomendados!
A bronca é tão grande que além do jogo de empurra entre contratantes e contratado, o atraso gerou uma crise sem precedentes no estaleiro, cuja construção foi simultânea ao do João Candido. Isto é: fazendo um galinheiro e pondo as galinhas prá chocarem ao mesmo tempo. Que beleza...

Em discurso na cerimônia, o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, anunciou que o João Candido abria um "novo ciclo" para a indústria naval brasileira. Afinal, a última encomenda da Petrobrás a um estaleiro do Brasil para a construção de um navio daquele porte ocorrera em 1987. E o navio só foi entregue dez anos depois.

Sabe-se que meio mundo foi prá rua por lá: perderam o emprego o presidente Ângelo Alberto Bellelis ; o diretor industrial, Reiqui Abe, e seu adjunto, Domingos Edral; e o diretor de Planejamento, Wanderley Marques.
Num regime normal, entre o lançamento ao mar e a entrada em operação de um navio, passam-se, em média, três meses, período de realização de testes. Tanto que o EAS anunciou no lançamento que em agosto de 2010 o navio estaria apto a navegar.
Especialistas e profissionais da indústria naval e da Marinha Mercante creditam o atraso na entrega à construção simultânea do navio e do estaleiro. Apontam ainda a precariedade da mão de obra local como um dos fatores determinantes para o não cumprimento dos prazos.
Como houve a decisão de iniciar a construção do navio concomitantemente à construção do estaleiro, ficou claro, para quem conhece o setor, que haveria problemas, como tudo o que fazem nesse time, feito nas coxas ".
Nem mesmo um guindaste do tipo goliath o EAS dispunha. Os dois primeiros só chegaram, desmontados, em julho de 2009, um ano de atraso, conforme revelou, antes de ser demitido, o presidente Bellelis. Os goliaths têm 100 m de altura, vão de 164 metros e capacidade para içar 1.500 toneladas. O navio começou a ser construído sem o auxílio vital dessas máquinas.
A questão da mão de obra foi abordada por um experiente projetista naval, que pediu para não ter o nome identificado. O especialista disse que um atraso tão grande não é comum. Na Coreia do Sul, dois meses costumam separar o lançamento ao mar do início da operação.
O operário sul-coreano é extremamente bem treinado. Apesar de dizer que o brasileiro também recebe bom treinamento, o projetista argumenta que nosso profissional não tem grande experiência, especialmente em Pernambuco, Estado sem tradição na indústria. A experiência dele no setor indica que, para tornar-se eficiente e rápido, um operário naval precisa de quatro ou cinco anos de serviços ininterruptos, o que não ocorre no Brasil.
Portanto, a falácia dos (des)governantes mais uma vez se comprova. Não interessa se dá certo nem quanto custa. O importante é fazer o show prá enganar o povão.
E a Petrobras, que comprava navios e outros equipamentos poor valores até 50% mais baratos, fica com mais esse prejuízo, por conta das insanidades da corja. Lamentável.

Com dados do Estado de São Paulo

domingo, 29 de maio de 2011

Avião Multi-Uso Russo

A seguir um vídeo-exibição do BE200, um avião multi-uso russo, voando na aplicação combate a incêndio. Pelo que se pode ver, a potência muito alta de suas turbinas permite pousos e decolagens em espaços reduzidos.