Read In Your Own Language

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Ladeira Abaixo, Como Lhe Convém

No começo de 2010, Ciro Gomes fazia suspense. Seria candidato a presidente da República ou tentaria o governo de São Paulo, para onde transferiu o seu domicílio eleitoral por ordem de loola. Não foi uma coisa nem outra. Levou uma rasteira de todo mundo e ficou chupando dedo. O PSB renunciou à candidatura própria para apoiar a deelma. Nem no mano pode votar.
Durante a campanha não fedeu nem cheirou. Imaginava-se que seria o martelo de Thor e nem frigideira tocou. Eleita dona deelma, surgiu uma fumaça: Ciro viraria ministro de uma pasta importante (Saúde ou Integração Regional), embora corresse a boca miúda que ele quisesse a presidência do BNDES. De novo, não foi uma coisa nem outra.
Agora, surge a notícia oficial de que Ciro será convidado a ocupar a chefia da ZPE (Zona de Processamento de Exportação) do governo do seu irmão, Cid.
A ZPE será uma empresa pública, mas com capital misto, que vai atuar no Estado como uma espécie de "zona alfandegária" --com liberdade para negociar produtos para exportação com desoneração de impostos.
O trovão ambulante Ciro, quem diria, acabou no Irajá.

Atenção para o Termo Correto.

Com a posse da nova presidente e a nomeação por cota e não por competência de um monte de mulheres para o governo(?), alguns termos deverão ser trocados. Um deles é puxa-saco.
No caso, não mais se aplica.
Lembro de na minha adolescência ter ouvido uma qualificação muito boa que passarei a usar:

Cheira-Calçola

Tiradentes Vive: Um Movimento do Brasil

Mobilização. Arregimentação para uma ação política ou reivindicatória, um verbete pronto. Uma mobilização militar é agil pela natureza disciplinar e de organização da instituição. Já a mobilização de Massa, mobilização de paisanos (civis) sempre é dirigida por especialistas da matéria. Dentre estes especialistas estão os agitadores de Esquerda, devidamente respaldados em Partidos Políticos ou organizações dependentes dos mesmos.

Todos nós sabemos o poder de mobilização que têm os sindicatos e movimentos duvidosos e mais as ONGs que por sua vez são ligados ao Partido dos Trabalhadores e, consequentemente ao Poder Executivo, diretamente nos referimos ao Presidente da República com seus poderes de verdadeiro Monarca.

Nós brasileiros não temos tradição histórica de organização espontânea e quem pensar que alguma vez isto aconteceu comete um grave engano. Desta forma, nós o povo, não sabemos como nos unir nos momentos em que somos tomados de indinação e raiva. Nos basta reclamar e clamar que algum partido político ou um determinado político de sua simpatia pessoal venha socorrer.

Muitos são os fatores que nos levam a permanecer como ovelhas balindo no pasto diante do predador e pedindo socorro ao pastor para guiá-las com segurança, para protegê-las. Um desses fatores é a desconfiança, outro é a crença da necessidade de um só e único Salvador Guia. Todavia, o mais grave é a inveja e ciúmes infantis, tão próprios da nossa índole de fome por cacifes políticos que angariam prestígio político, o que para muitos é doce e finda por ser o único objetivo.

Por conta desta ambição desmedida atropela-se pessoas de intenções superiores, pessoas que nada mais querem do que incentivar que cada indivíduo tome posse de sua responsabilidade que isto é Liberdade.

Com o recente movimento do Tea Party, movimento ocorrido nos Estados Unidos, poucas pessoas no Brasil acompanharam desde o início, desde a primeira semente, a primeira ação que desencadeou o grassroot. Somente após a imprensa brasileira resolver dar o braço a torcer e divulgar o Tea Party foi que os brasileiros, grosso modo, começaram a se interessar.

O movimento do Tea Party alastrou-se para a Austrália e em seguida, foi sugerido à alguém no Brasil, que, dada as nossas turbulências, um movimento similar poderia ser interessante; surgiu alguém que teve a ideia e juntou umas poucas pessoas para discutir um movimento no Brasil, tudo via e-mail e Twitter. Não resta dúvida que que o vazamento logo levou outras pessoas a terem a mesma ideia, no rastro de outra já existente. É sempre bom que boas ideias se espalhem, mas, nosso atavismo divisionista impede que se unam os indivíduos para construirem algo único e uno.

Os americanos, um povo historicamente com cultura de associação e fundamentado por Constituição com mais de dois séculos, levou dois anos para se organizar para reviver a Revolta do Tea Party, porém, sem nenhuma necessidade de lideranças políticas, especialistas em mobilização ou celebridades. Pelo contrário, foi vedado aos políticos e celebridades quaisquer iniciativas. Logo, duas grandes dificuldades para um movimento de mobilização igual no Brasil, porque nos faltam os dois fatores, embora tenhamos muitos e maiores motivos para uma Revolta.

A mobilização para que o Tea Party acontecesse foi dolorosa para os conservadores americanos, porque também lá, inicialmente, o povo não acreditava mais em seu poder individual devido a crescente dominação ideológica da Esquerda, a mesma que originou o movimento. Mas, partindo da iniciativa de cada indivíduo, aos poucos, foram se agrupando com autonomia individual, coisa que eles conhecem e vivem há séculos.

E é exatamente isto que propomos aos brasileiros: que trabalhem com autonomia, apenas seguindo as linhas gerais sobre as quais se desenvolverão as ações.

Bom ressaltar que a Mobilização Tiradentes Vive não é para ser um "movimento social". Pretende-se que seja um grupo permanentemente atento ao chamado de tudo que não devemos mais aceitar que se produza no Brasil em termo de desmandos e desrespeito. Pessoas com capacidade crítica para ajudar a formar uma massa crítica, coisa que não temos e o melhor exemplo foi exarado pelo ex-presidente Lula: "a opinião pública somos nós" ( ele, o PT, seus sindicatos e movimentos políticos oportunistas).

Este Blog está inaugurado hoje, o último dia do ano de 2010, e, se dependesse apenas de mim os próximos anos não serão iguais aos tantos que se foram. Não quero um Brasil melhor, porque bom, nosso Brasil jamais foi. Penso em um Brasil com o qual nunca nos atrevemos sonhar verdadeiramente.

Feliz Ano Novo de 2011 aos que sonham, lembrando que sonho não é delírio. Prova é o resultado de um sonho irresponsável que amanha, às 14:30hr - se realizará para nossa vergonha e continuidade do pesadelo que temos vivido por oito anos -, quando uma guerrilheira chega à Presidência da República. Se o sonho do mal foi profícuo, por que o mesmo destino não teve o sonho de Tiradentes ? Por que não retomamos os sonhos de Tiradentes para a conquista de verdadeira Liberdade como fizeram os americanos retomando a Revolta do Tea Party ?

O final desta história, você escreve!
============================

Leia mais e acompanhe o movimento conosco e em http://trilhatiradentesvive.blogspot.com/
Lembrando que o grande Tiradentes foi enforcado porque os impostos iriam para 20%. Hoje São quase 50%.

Grita Brasil

Copiado escancaradamente de http://institutocausapublica.blogspot.com

Grita Brasil
De repente estamos nus...
O brilho intenso jorrou
feito lama na tempestade.
O rio de águas claras secou.
Chora Brasil...
Tuas lágrimas limparão
a mancha que ficou.
Somos pássaros feridos,
envergonhados
numa pátria sem rumo.
Grita Brasil!
Grita por tuas cores.
Desfralda tua bandeira,
pois o céu ainda é azul.
Teu ouro naufragou
mas o sol ainda é amarelo.
E teus campos continuam verdes.
Grita Brasil!
Que tua gente te ama.
Levanta tua bandeira
aos quatro ventos.
Teu povo tem orgulho
e lutará por ti.


Elida Shirley G. Tavares
04/2006

domingo, 2 de janeiro de 2011

Por Que Çarney Foi a São Bernardo?

Via Revista Época
O ex-presidente José Sarney foi a surpresa da despedida de Lula em São Bernardo do Campo. Sarney demorou a ser notado em meio ao tumulto provocado pela chegada do petista. Depois de vencer a multidão e subir ao palco, Sarney arriscou-se a dizer algumas palavras para uma plateia de militantes do PT. Queria justificar porquê havia abandonado a cerimônia de posse de Dilma Rousseff antes do final para fazer companhia a Lula em sua travessia (feita em avião, helicóptero e carro) para uma vida de ex-presidente. Sarney disse ter chegado a São Bernardo do Campo “pelos caminhos da amizade e pelo reconhecimento”. “Nele [Lula] descobri o homem de grande densidade humana, generoso, de patamar internacional. Nunca se viu antes no Brasil um presidente que falasse bem do outro. Mas eu vim aqui falar bem e dizer que ele sai consagrado por tudo o que fez”.

Os militantes do PT reagiram mal à intervenção que retardou alguns minutos mais a já atrasada fala de Lula. Ouviam-se vaias, pedidos esparsos de aposentadoria a Sarney, muxoxos de “Ah, Sarney, não”. Quando tomou o microfone Lula fez questão de mencionar a inesperada companhia: “Eu quero agradecer ao presidente Sarney que, há 4 anos atrás, disse pra mim que ele gostaria de, quando eu terminasse o meu mandato, vir até a porta do meu apartamento me entregar. E ele veio até a porta do meu apartamento. E agora vai voltar para Brasília.”

Sarney parecia extasiado quando deixou o evento. Ao atravessar a multidão em direção ao carro que o levaria de volta ao aeroporto, olhava para as pessoas que o chamavam, mas nada respondia. É provável que esta tenha sido a primeira vez que ele participou de uma festa de consagração de um presidente desde o Plano Cruzado – o pacote econômico lançado por ele enquanto presidente, em 1986, e recebido com grande entusiasmo. Mais tarde o plano naufragaria no combate à inflação e enterraria a popularidade do governo.

A despedida de Lula do poder representou o ápice da relação entre ele e Sarney. De alguma forma, Lula o reabilitava perante a massa, o redimia dos problemas de sua gestão na presidência do Brasil. Lula fez o que Sarney prometeu ao tomar posse e não cumpriu: combateu a inflação, reduziu a pobreza, aumentou o número de empregos. Acompanhar Lula até a porta de seu apartamento confirmava a redenção de Sarney que, habilmente, soube tornar-se importante para o cotidiano das decisões políticas do governo Lula. O casamento era improvável. Quando ainda era um sindicalista do ABC, Lula foi preso pelo regime militar, construído e mantido pelo então partido de Sarney, a Arena. Sarney representava tudo aquilo que Lula classificava de oligarquia: era o mandatário abastado em um estado paupérrimo e se perpetuava no poder (junto com sua família) eleição após eleição.

No entanto, a disputa eleitoral de 2002 e, sobretudo, o episódio do mensalão, em 2005, mostraram a Lula que é preciso fazer concessões. A incorporação do PMDB à base do governo aproximou Lula e Sarney. Sarney conquistou, com o apoio do governo, a presidência do Senado. Tornou-se fundamental para defender os interesses de Lula na casa. Indicou ministros no governo passado e no atual. Fez com que Lula solapasse as intenções eleitorais do PT maranhense para apoiar sua filha, Roseana Sarney, na empreitada de eleger-se governadora do Maranhão. Voltou a ser uma das grandes forças políticas do país. Estavam dadas as condições para que Sarney levasse Lula até a porta de sua casa em São Bernardo.

Vamos Lá dona deelma. Acabou a Festa.


Presidência da República
AGENDA DA SENHORA PRESIDENTA

Domingo, 02 de janeiro de 2011

09:00 - Encontro com o senhor Hugo Chávez, Presidente da República
Bolivariana da Venezuela
Sala de audiências

09:30 - Encontro com o Príncipe Felipe de Astúrias
Sala de audiências

10:00 - Encontro com o senhor José Mujica, Presidente da República
Oriental do Uruguai
Sala de audiências

10:30 - Encontro com o Primeiro-Ministro da República da Coréia, Kim
Hwang-Sik
Sala de audiências

11:00 - Encontro com o Primeiro-Ministro de Portugal, José Sócrates
Sala de audiências

11:30 - Encontro com o senhor Mahmoud Abbas, Presidente da
Autoridade Palestina
Sala de audiências

12:00 - Encontro com o senhor José Ramón Machado Ventura, Primeiro
Vice-Presidente de Cuba
Sala de audiências

12:30 - Encontro com o senhor Taro Aso, ex-Primeiro-Ministro do Japão
Sala de audiências

sábado, 1 de janeiro de 2011

Primeiro Ministério Deelma

Guardem essa foto. depois é só marcar com um X vermelho os que forem se envolvendo em escândalos. Oremos.

Prazer, Marcela Temer

Uma belíssima jovem, loira, alta, "roubou a cena" durante a cerimônia de posse de Dilma Rousseff, neste sábado, em Brasília. Era Marcela Temer, 27 anos, esposa do novo vice-presidente da República, Michel Temer. Ele tem 70 anos, 53 a mais que ela.
Como pouca gente a conhecia, Marcela rapidamente foi alçada aos Trending Topics do Twitter durante a transmissão da posse de Dilma na TV. Todos queriam saber quem era aquela bela mulher. Falava-se em filha de Temer para acompanhar a filha de dona deelma.
No Twitter, Marcela se apresenta da seguinte forma: "Já fui modelo e miss. Agora sou vice primeira dama. rsrsrs" (sic).
Marcela foi eleita Miss Campinas em 2002 e ficou segundo lugar no concurso de Miss Estado de São Paulo no mesmo ano.
É um belo exemplar. Pena que vice aparece tão pouco.

Vai-te Oferenda


Registrando a Informação do Contador para a Eternidade

Saturday, january, 01st, 2011
0 days
0 hours
0 minutes
0 seconds
Acabooooooou Loola