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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Entreatos – Sexta-feira Feliz do EntregaCorisco

O sorteio do EntregaCorisco desta semana foi endossado pelo grande chefe TouroSentado e será o DVD duplo do Documentário de João Moreira Sales: Entreatos
De 25 de setembro a 27 de outubro de 2002, a pequena equipe de ‘Entreatos’ acompanhou de perto a campanha de Luís Inácio Lula da Silva à presidência da República. O filme revela os bastidores de um momento histórico através de material.
Para participar basta mandar a seguinte mensagem no twitter:
#chicodevolveojabuti @entregacorisco eu me entrego só na morte de parabelo na mão: http://kingo.to/nkr
Veja mais em http://entregacorisco.com/2010/12/03/entreatos-sexta-feira-feliz-do-entregacorisco/

Petrobras Simula Vazamento de Óleo no Rio Negro

Via Jornal A Crítica-Manaus/AM
A PETROBRAS realizou mais uma vez a simulação de vazamento de óleo de suas instalações ou de contratados e parceiros, no Rio Negro.
A empresa mantém uma enorme estrutura para esses tipos de acidente em todas as suas bases e disponibiliza grandes centrais de apoio regionais (CDA - Centro de Defesa Ambiental) para eventos de maior monta, ainda que não sejam de sua responsabilidade.
A simulação aconteceu em frente à Refinaria Isaac Sabbá (Reman), localizada em frente à ilha de Marapatá; e nos últimos dois dias a empresa, em parceria com a Clean Caribbean & Americas (CCA), com a qual mantém convênio há 10 anos, testou dois novos equipamentos de enfrentamento de vazamentos de óleo: uma câmera infravermelha e um radar instalados que permitem a medição da direção e da corrente do rio.

A ação foi acompanhada não apenas por jornalistas, mas por dezenas de participantes do seminário de Mobilização, Preparo e Resposta (Mobex Amazônia 2010) promovido pela CCA, no Hotel Tropical. Entre eles funcionários da própria Petrobras, da empresa norte-americana e do Ibama.

Para realizar a simulação, a Petrobras anunciou que havia preparado um aparato com 800 mil litros de pipocas simulando o óleo vazado. Também chegou a ser preparada uma simulação de encalhe de balsas. Foram colocadas barreiras de contenção, bóias, lanchas de apoio e um helicóptero; assim como cerca de 100 pessoas.

Ja participamos de um evento desses e sabemos o que representam para uma real necessidade de mobilização.

Dia Nacional de Combate à Pirataria e à Biopirataria


Fato marcante. Ambos os crimes causam prejuízos financeiros e violam direitos básicos de pessoas, instituições, governos e países.

Mas o que era a pirataria original?

Um grupo de renegados que assaltavam navios em pleno mar, com o objetivo de ficarem com suas cargas, certo? Uma forma de "vida fácil". Prá que produzir se eu posso roubar o que outros produzem? O risco era a morte, e a decisão era coisa absolutamente individual.

Mas isso evoluiu. Alguns governos (não me perguntem quais porque eu não vou declinar...Em tempos de wikileaks os ânimos estão acirrados) perceberam que também poderiam levar vantagem nas operações.

Sair mares afora à busca de novas colônias era dispendioso, perigoso e muito incerto.

Surgiram os bucaneiros ou corsários, piratas contratados para roubar em nome de governos e a quem cabia parte ou percentuais dos butins. Era crime do mesmo jeito mas quem reclamava, o fazia baixinho e, às vezes literalmente, ao Papa.

Hoje é considerado pirataria é fazer cópias não autorizadas de músicas, filmes, produtos eletro-eletrônicos, medicamentos e mais um monte de coisas.

PERGUNTO:

Tomando como base de raciocínio os termos piratas X bucaneiros acima, o que se pratica hoje em dia é mesmo pirataria?

Ou são esses criminosos, bucaneiros a serviço de organizações e governos (de novo digo, não vou citar nenhum)?

E ainda: colocar pessoas em lugares chave de governos (qualquer um tá, por favor) para roubar em troca de frações do subtraido não é coisa de bucaneiro e, portanto, crime?

Naquela época as penas eram forca e espingardeamento (não existiam fuzís). Tudo bem que os Direitos Humanos não permitem mais isso, mas cadeia pode né?

E por que não fazem?

Salve Barba Negra, Francis Drake, Thomas Cavendish, Mary Read (tinha mulher também), Roque Brasileiro (era holandês viu) entre outros.

Vocês hoje seriam autoridades em muitos lugares (Não, não e não. Não vou dizer.)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Tecnologia: Bela, Mas Ameaçadora

A tecnologia é surpreendente na medida em que as novidades se seguem a uma velocidade surpreendente. Mas tal evolução chega a assustar. Qual será o limite técnico, criativo e até ético dessa evolução?

Vejam essa "impressora em 3D". Que tipo de "peças" poderão ser moldadas e prá que finalidades?

Só nos resta esperar prá ver.



Fuga da Vila Cruzeiro - O Jogo


Ficou frustrado com a fuga dos traficantes da Vila Cruzeiro durante o cerco policial? Você teria atitude diferente? Jogue o jogo aqui.




L' Etat C'est Moi ou "O Istadu é EU"

Luís XIV - O Rei-Sol

Noço Lider continua pensado que nuncaantisnaistoriadeçimundo houve ninguém como ele.
Leia editorial do Estado de São Paulo:


O mesmo presidente Lula que aconselhou um repórter deste jornal a fazer psicanálise para se tratar da “doença do preconceito”, revelou ter dito de si certa vez algo que deveria levá-lo ao divã do terapeuta mais próximo. Não fosse a inconfidência, a sua grosseria com o jornalista Leonencio Nossa, baseado no Palácio do Planalto, mereceria ser largada no aterro onde se amontoam os incontáveis rompantes, bravatas e despautérios do mais prolixo dos governantes brasileiros. Mas o encadeamento das coisas obriga a revolver as palavras do presidente, em consideração ao interesse público.
As cenas constrangedoras se passaram quando Lula visitava as obras da hidrelétrica de Estreito, no Maranhão, para o fechamento simbólico da primeira das 14 comportas da usina. Perguntado pelo repórter do Estado se a visita era uma forma de agradecer o apoio da oligarquia Sarney ao seu governo, ele perdeu as estribeiras. Embora o presidente do Senado seja o patriarca do clã que sabidamente controla a vida política maranhense há cerca de meio século e embora seja também notória a sua sintonia com os interesses do lulismo - e vice-versa -, Lula reagiu com indisfarçada hostilidade.
A pergunta “preconceituosa”, investiu, demonstraria que o jornalista não teria aprendido que o Senado é uma instituição autônoma e que, ao se eleger e tomar posse, todo político “passa a ser uma instituição”. “Sarney não é meu presidente”, emendou. “É o presidente do Senado deste país.” Lula domina com maestria o tipo de mentira que consiste em omitir uma parte, a mais importante, da verdade. No caso, o pacto de mútua conveniência entre ambos - que se sobrepõe ao caráter institucional das relações entre dois chefes de Poderes.
Que o diga o PT do Maranhão, obrigado este ano a desistir da candidatura própria no Estado em favor da reeleição da governadora Roseana Sarney. Foi ao pai que Lula se dirigiu em dada ocasião para transmitir uma ameaça ao Congresso. Segundo a história que o presidente contou na sua fala de improviso em Estreito, no decorrer da crise do mensalão, em 2005, pediu que Sarney advertisse os parlamentares da oposição de que, “se tentassem dar um passo além da institucionalidade, não sabem o que vai acontecer”. Porque “não é o Lula que está na Presidência, mas a classe trabalhadora”
Ou, mais precisamente, porque ele é “a encarnação do povo”. Não há o mais remoto motivo para duvidar de que isso é o que ele enxerga quando se olha ao espelho. Luiz XIV teria dito que “o Estado sou eu”. Era, de toda sorte, uma constatação política - e a mais concisa definição que se conhece do termo autocracia. Mas nem o Rei Sol, que via a sua onipotência iluminando a França, tinha a pretensão de encarnar os seus súditos. Não ousaria dizer “o povo sou eu”. Em psiquiatria há diversas denominações para o que em linguagem leiga se chama mania de grandeza.
Lula disse ainda que de início tinha medo do que lhe poderia acontecer à luz de um passado que incluía o suicídio de Vargas, a tentativa de impedir a posse de Juscelino, a deposição de Jango, a renúncia de Jânio e o impeachment de Collor. A julgar por sua versão, o migrante que passou fome e privações e refez a vida sem renegar as suas origens seria um candidato natural a engrossar a lista dos governantes brasileiros apeados do poder de uma forma ou de outra, no que seria uma interminável conspiração dos descontentes. Mas “eles”, teria dito naquela conversa com Sarney, “vão saber que eu sou diferente”.
O que espanta, além da teoria encarnatória, são as circunstâncias que levaram Lula a invocar alguns dos momentos mais turbulentos da história nacional. Em 2005, a oposição não conspirava para “dar um passo além da institucionalidade” nem o País estava convulsionado por um confronto ideológico que se resolveria pela força. Os brasileiros, isso sim, estavam aturdidos com as evidências de que o lulismo usava dinheiro que transitava pelos desvãos da política e do governo para comprar votos na Câmara dos Deputados - o mensalão. Lula não estava nem um pouco preocupado com as instituições. Queria dar dimensão histórica ao que não passava de um caso de polícia. Encarnou uma mistificação.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Dia Nacional do Samba

Salve o samba. Mas o autêntico:

Aquele dos poetas dos morros pré-CV e ADA; aquele das românticas mesas de botequim; aquele muitas vezes trocado por pinga ou pelo rancho prá levar prá casa; aquele de Noel, Cartola, Wilson, Monarco, Paulinho, Nelson e muitos outros; aquele tocado com violão, cavaco, tamborim e surdo; aquele que enalteceu lindas donzelas e luas encantadoras; aquele do maravilhoso coral de pastoras, aquele que provocou prosáicas, dolorosas mas pouco mortais brigas de canivete e navalha; aquele ameaçado pelo fox, rumba, rock e tantos outros rítmos e que se manteve altivo e altaneiro ano após ano; aquele agredido pelos teclados nefastos da neo-bandas de pagode (VIXE).

Sobreviveu e sobreviverá sempre pelos gênios que existiram, que aí estão e que hão de nascer para lhe fazer eterno.
Salve o samba.


Nelson Sargento: Agoniza, Mas Não Morre

Campanha Contra a AIDS - Prefeitura de Florianópolis

Искам нов самол

Ou seja: Quero um avião novo; em búlgaro

O presidente Lula fez ontem uma defesa enfática da compra do Aerodilma, o novo avião que deverá substituir o Aerolula. "Não tem por que não comprar. Acabou aquela bobagem do Aerolula. Acho que o Brasil precisa de um avião com mais autonomia para o presidente."A negociação do avião foi revelada pela Folha anteontem.
Há duas opções na mesa, que podem custar até mais de R$ 500 milhões, cinco vezes o custo do atual avião do presidente. Lula disse ontem no Maranhão que "o Brasil passa humilhação" porque a autonomia do Aerolula é limitada, impedindo voos sem escala a vários locais. As opções estudadas preveem ida até a Ásia sem as atuais duas paradas. O presidente confundiu o Aerolula, um moderno Airbus-319 executivo, com o antigo avião presidencial -o Boeing 707 conhecido como Sucatão, que ainda serve à FAB como avião-tanque."Você deveria perguntar para a imprensa que viajou num Sucatão para saber o que é uma viagem presidencial. O Brasil não pode ser um país grande do jeito que é, e ter um comportamento humilhante muitas vezes lá fora", disse. Lula quer fechar o negócio para evitar desgaste da presidente eleita, Dilma Rousseff, no episódio. Ela não se manifestou sobre a compra, mas sua equipe econômica adotou discurso da necessidade de corte de gastos. Não há verba orçamentária, mas o financiamento é de longo prazo e depende da aprovação de um projeto pelo Congresso. O consórcio europeu EADS já ofertou à FAB o Airbus-A330MRTT, um avião pelo qual a Austrália pagou R$ 516 milhões em 2008. Esse modelo poderia demorar até três anos para chegar, tempo que pode ser reduzido se forem oferecidos os aviões feitos para avaliação numa concorrência para aviões-tanques da Força Aérea americana. Esses dois A330 estão estocados. Outra opção em estudo é a compra direta de um Airbus-A340 executivo, um avião que pode custar até R$ 465 milhões em sua versão comercial mais cara. A vantagem é a entrega mais rápida, entre 12 e 18 meses, em média, se o aparelho for novo. Usado, viria mais rapidamente e mais barato.

Tem Bobobó no Bububu

Por Diana Brito e Hudson Corrêa, na Folha:

A cúpula da Segurança do Rio investiga desvios de dinheiro e armas do tráfico de drogas, além de facilitação de fuga de traficantes, supostamente informados com antecedência por policiais sobre as operações. Com 1.600 homens envolvidos na ação, as polícias Militar e Civil não relataram nenhuma apreensão de dinheiro nem apresentaram números e a descrição exata das armas apreendidas.
Um dos indícios de irregularidade é que o Exército, com 800 militares, relatou a apreensão de “US$ 50 mil mais R$ 20 mil” no sábado, totalizando R$ 106 mil. Mas, na versão da 22ª Delegacia de Polícia, na Penha, a quantia apreendida pelo Exército foi menor: de US$ 27 mil mais R$ 29 mil (total de R$ 75,1 mil) . Procurado de novo, o Comando Militar do Leste não quis comentar.
A Polícia Federal, que participou com 300 policiais, informava ter apreendido R$ 39.850 de um traficante. Uma autoridade que pediu para não ter o seu nome divulgado disse que está havendo no Alemão “uma verdadeira caça ao tesouro”, o que está deixando vários policiais indignados. Suspeita-se que o dinheiro que deveria ter sido apreendido tenha saído da favela em mochilas de policiais, enquanto carros de polícia eram usados para levar pertences como televisores. Contrariados por presenciar esses furtos, integrantes do Bope (Batalhão de Operações Especiais) atiravam nas telas de TVs que estavam sendo levadas, disse uma fonte à Folha.
Sobre as armas, uma pessoa envolvida na operação disse que a PF apreendeu em menos ações mais armas, de maior poderio e mais novas. Ontem, a secretaria disse que apreendeu 135 armas -velhas, em sua maioria.